Sobre o fim da guerra contra o Hamas

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Numa guerra contra um inimigo como o Hamas, não tem trégua, não tem cessar-fogo, a não ser quando a vitória foi consumada, quando o exército que provocou as hostilidades se declara rendido incondicionalmente, porque já não oferece mais nenhum tipo de ameaça presente ou futura.

Os que querem que Israel cesse seu avanço enquanto o objetivo não foi alcançado não têm apreço pelas vítimas de 07 de outubro, nem pelos heróis que estão lutando nos campos de batalha.

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Pacifistas nesse caso são seres imorais incapazes de ficar ao lado do bem até que este vença definitivamente o mal. São os ingênuos que clamam por desarmamento unilateral ou tratamento civilizado para bárbaros cruéis que são capazes de cozinhar crianças e estripar mulheres depois de estuprá-las mais de 60 vezes.

Mas e os civis? – perguntam eles. Quais civis? – pergunto eu. Não quer civis mortos? Deponham as armas, devolvam os reféns e entreguem os líderes e os que perpetuaram os massacres dos civis em Israel, motivo da guerra.

Parar agora depois de tantos sacrifícios sem alcançar a vitória é uma imoralidade com as vítimas dos ataques bárbaros e com os soldados que entregaram sua vidas. Além de ser uma injustiça por deixar os criminosos impunes. Enquanto os monstros não se entregarem, a luta deve continuar.

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Roberto Rachewsky

Roberto Rachewsky

Empresário e articulista.

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