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O Nacional-Socialismo Negro

por ERIC ABREU*

 

hitlerpretoUm vídeo mostrando um bate-boca em torno da questão das cotas raciais na Universidade de São Paulo evidencia um grave problema que a sociedade brasileira tem de debater com seriedade: a escalada do autoritarismo do movimento negro, que já descamba para o totalitarismo. Nutridos pela retórica da luta de classes, pela criação de políticas públicas que atentam contra a meritocracia e munidos do espaço hoje ocupado pela esquerda, a versão afro-tupiniquim do Nacional-Socialismo avança de maneira preocupante.

No evento da USP, um grupo de alunos interrompe uma aula de microeconomia da Faculdade de Economia e Administração (FEA) para falar sobre cotas raciais. De forma rude, o grupo faz a pergunta capciosa: “deem uma olhadinha em volta para perceber a diferença de cor”. A professora sugere que o grupo discuta em outro horário, mas a turba insiste. Contrariado, o dono do celular que grava a cena sugere que quem quiser passar no vestibular deve estudar e não partir para o vitimismo. Uma das integrantes se dirige em tom raivoso com os dizeres: “quando o oprimido fala, o opressor cala a boca”. Foi aí que se deu o caos.

Encorajados pelos ideólogos infiltrados no sistema político e judiciário e pela propagação de ideias progressistas nos meios de comunicação, os radicais do movimento negro agora se animam para dizer abertamente que pretendem estabelecer uma hegemonia racial. Nos últimos anos se multiplicaram os grupos e páginas que exortam a supremacia negra nas redes sociais, em especial no Facebook. Páginas como Negra Diva e Geledés espalham para uma massa de desavisados e inocentes úteis um vitimismo perigoso e sedutor que nada mais é do que um fascismo camuflado.

Há pouco tempo, houve uma polêmica aparentemente irrelevante sobre o uso do turbante. Algumas militantes argumentaram que mulheres brancas não poderiam usar turbantes, pois se trata de “uma apropriação indevida da cultura dos negros”. Outras polêmicas levantadas foram a respeito de mulheres negras que alisam os cabelos (consideradas pelas militantes traidoras da raça), e o suposto racismo de pessoas que não acham esteticamente bonito o uso dos cabelos naturalmente crespos por mulheres negras, que foi prontamente traduzido como racismo. São discussões pueris que mostram a quem quiser ver o inequívoco caráter racista desses grupos.

Essa militância cega de ódio começa a acreditar em uma série de mentiras históricas a respeito da questão racial, baseando-se em uma mistura explosiva de proselitismo racial e marxismo. A grande esquerda, que se utiliza desses grupos para se impor em todas as frentes através de uma falsa narrativa de luta pela igualdade, pode até se beneficiar do discurso truculento do racismo negro, mas também tende a ser picada pela serpente que alimenta. Prova disso foi o que aconteceu com o deputado do PSOL do Rio, Jean Wyllys. Em um debate sobre o Dia da Consciência Negra, o deputado é interpelado por ter defendido o seriado “Sexo e as Nega” de Miguel Falabella, das acusações de racismo. Contrariadas, algumas feministas resolvem metralhar o parlamentar, chegando a chama-lo de “afro conveniente”, ou alguém que se apropria do discurso do movimento negro para se promover dentro do meio político.

Toda a problemática da radicalização do movimento negro não se resume ao vitimismo e ao politicamente correto; vai além: esses grupos agora passaram a se ver acima da lei e dos direitos dos outros em nome de uma suposta bandeira de igualdade. E isso se volta contra o próprio negro, que passa a ser emparedado tanto por aqueles que o julgam vitimista como seus pares militantes, quanto pelos próprios pares militantes que o enxergam como traidor. Um dos exemplos que melhor ilustram esse paradoxo foi o estudante Fernando Silva, mais conhecido como Fernando Holiday. Após se classificar no vestibular para o curso de Filosofia da Universidade Federal de São Paulo, o jovem publicou um vídeo nas redes sociais criticando o movimento negro. Foi o suficiente para que a estudante de Pedagogia Renata Prado resolvesse “ensinar o calouro a ser negro”. Em meio a ameaças de agressão física que incluíam até a mutilação da genitália, ela é apoiada por outros militantes. Um rapaz se refere ao jovem como “negro domesticado”, enquanto uma moça diz claramente que “ou os negros pensam igual ou perecem no holocausto revolucionário”, parafraseando uma frase atribuída ao pai do comunismo Karl Marx. Em outro post, a autora das ameaças diz não temer nenhum tipo de denúncia, demonstrando que esses grupos já entenderam que, como se apresentam como vitimas da história, logo estão acima do bem e do mal.

O que se passa no Brasil segue o mesmo roteiro triste que aprofundou as divisões raciais nos Estados Unidos. Por lá, o ideário da esquerda se apropriou da luta por igualdade racial, produzindo vários monstros. A história de ativismo esquerdista começa com o ideal etnocêntrico do Pan-africanismo de Marcus Garvey, que pretendia levar os negros de volta para a África. Imbuído na tentativa de salvar os homens de cor da opressão, Garvey acabou por se tornar um líder racista que via com bons olhos a segregação racial. Sua paranoia pela pureza racial foi tamanha que ele chegou a se encontrar com o líder da Ku Klux Klan, Edward Young Clark, para debaterem pontos comuns em suas agendas. Mais tarde veio a Nação do Islã, fundada pelo suprematista Wallace Fard Muhammad, que teve nomes do naipe de Elijah Muhammad Louis Farrakhan. Misturando antissemitismo e elementos do marxismo e fascismo aos ensinamentos do Alcorão, a seita foi responsável por vários crimes nos Estados Unidos. De lá veio Malcolm X, um ex-detento que se tornou porta-voz da Nação do Islã. Mais tarde, ele seria assassinado após formar uma dissidência do grupo comandado por Elijah Muhammad.  A propósito, esses nomes árabes e africanos passaram a ser adotados por nativos americanos que não queriam mais utilizar o que chamavam de “nomes de escravos”, sendo que o habito ainda é comum nos estados unidos. Assim como Marcus Garvey, a Nação do Islã também mantem relações cordiais com movimentos suprematistas brancos. Em 1962, por exemplo, George Lincoln Rockwell, líder do Partido Nazista Americano, foi convidado por Elijah Muhammad para falar sobre os pontos que tinham em comum na sede da Nação do Islã. Grupos piores e mais violentos, como o Partido dos Panteras Negras e o Exército Simbionês de Libertação, misturando todo o ideário racista e revanchista com elementos do maoísmo, se tornaram ameaças à sociedade americana. Ao contrário dos Panteras Negras, que entraram em declínio após várias investidas do FBI, o Exército Simbionês foi além, mesmo sendo uma organização bem menor. Eles cometeram vários atos violentos como assaltos a banco e assassinatos. Por incrível que pareça, os dois grupos ainda despertam simpatia dentro e fora dos Estados Unidos.

Esse fenômeno não deve ser encarado apenas como manifestação de ignorância, uma vez que essa ignorância é estimulada e insuflada pela impunidade aos excessos desses movimentos. Por hora eles estão enfrentando tudo e todos, passando por cima de indivíduos que supostamente não agem como negros, e são apoiados indiretamente pelo discurso do governo de que há uma “elite branca que odeia os pobres e os negros interessada em derrubar o Partido dos Trabalhadores”. Quem não se lembra daquele adesivo infame com os dizeres “Negro consciente vota Dilma presidenta”?

Em sua obra-prima “As Origens do Totalitarismo”, Hannah Arendt lembra que somente duas correntes ideológicas conseguiram sobreviver à racionalidade, “uma que interpreta a história como uma luta econômica de classes, e a que interpreta a história como uma luta natural entre as raças”.  Eis o marxismo e o racismo.

Esses indivíduos que, imbuídos de uma crença cega, se veem no direito de apelar até para a violência, representam a maior das ameaças para a democracia e união da sociedade, uma vez que fomentam o ódio e almejam constituir uma hegemonia étnica. Foi esse o sentimento que levou um jovem soldado e militante político simpático aos ideais socialistas a fundar o Partido dos Operários Alemães, atribuindo aos judeus boa parte da responsabilidade sobre a humilhação imposta à Alemanha pelo Tratado de Versalhes ao fim da Primeira Guerra Mundial. Mais tarde o jovem se envolveria em outros eventos políticos e fundaria o Partido Nacional-Socialista Alemão, que levaria seu país a uma aventura expansionista e ao extermínio de seis milhões de judeus e ciganos. Quando grupos passam a repetir o mesmo comportamento visto em tempos anteriores por outros que descambaram em violência e autoritarismo, a sociedade deve acender o sinal de alerta. Quanto aos militantes, eles sempre se justificarão alegando injustiças históricas, opressão por parte da sociedade branca patriarcal e capitalista, e não reconhecerão em nenhum momento que o que estão reivindicando é dominação e segregação, não igualdade. O racismo do Movimento Negro brasileiro é mais um ovo de serpente do marxismo.

*Eric Abreu é estudante de Relações Internacionais e criador do blog O Reacionário.

 

 

Instituto Liberal

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O Instituto Liberal é uma instituição sem fins lucrativos voltada para a pesquisa, produção e divulgação de idéias, teorias e conceitos que revelam as vantagens de uma sociedade organizada com base em uma ordem liberal.

39 comentários em “O Nacional-Socialismo Negro

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    02/04/2015 em 2:01 am
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    Meus comentários ao Eduardo R., Rio não estão aparecendo. Alguém sabe o porque?

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    29/03/2015 em 9:48 am
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    O ex-soldado e ativista politico Hitler não fundou o Partido dos Operários Alemães (ou Partido dos Trabalhadores Alemães), filiou-se a ele e tornou-se líder. Então depois alterou para Partido Nacional-Socialista do Trabalhador Alemão (NSDAP).

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    29/03/2015 em 3:20 am
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    Sobre o que escreveu o universitário da FEA/USP:

    “P.S.: Cara olavete afobada. Com relação aos 100 milhões e tantos que morreram, quanto o capitalismo matou? Ou não matou?”

    De tanto os socialistas/comunistas –todos ignorantes ou intelectualmente desonestos– fazerem comparações forçadas, Olavo de Carvalho escreveu um artigo para pôr os pingos nos is.

    “Ainda a canalhice”
    http://www.olavodecarvalho.org/semana/aindacanalhice.htm

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    28/03/2015 em 8:48 pm
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    O que pessoas como o Lucas não entendem é que não negamos a existência do racismo e todas as suas implicações, apenas não concordamos com sua forma de abordar o problema e muito menos com suas idéias para solucioná-lo. Acreditamos muito mais nas responsabilidades das escolhas individuais do que em supostos esquemas para prejudicar a, b ou c. Não se trata de dizer que não existam interesses muitas vezes conflitantes, sabemos que existem, mas não dividimos o mundo entre oprimidos e opressores pois sabemos que há muito mais complexidade nas relações humanas do que supõe sua vã ideologia. Podemos e devemos discutir a atual situação da população negra sim, mas sempre de maneira respeitosa e o que temos visto nos últimos tempos é uma crescente radicalização desses tais movimentos que não estão nem um pouco dispostos a debater ideias, o que significa confrontar visões diferentes.

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      29/03/2015 em 2:50 am
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      O que ele não entende ou não quer entender eu não sei. O que está claro para mim é o embuste de inventar números para defender uma opinião: “Se você venceu, ótimo, mas tenha a consciência de que você é um em um milhão! E um sistema que dá certo de um em um milhão para um grupo e de 90 a cada 100 para o outro É A DEFINIÇÃO DE SISTEMA INJUSTO”

      1 em 1 milhão? Que palhaçada é essa? Hoje há uns 200 milhões de brasileiros. Se todos fossem negros, isso seria igual a 200 negros bem-sucedidos. Considerando o número de brasileiros que se declaram negros, obviamente esse número se reduziria ainda mais, o que é extremamente irreal.

      90 em 100? De onde ele tira esses números? Por favor, só não me venha dizer que esses números todos são força de expressão. Isso só pode ser expressão de vigarice; nenhuma outra.

      E o que falar dessa ladainha velha e populista de, num país altamente miscigenado, classificar as pessoas em preto e branco?

      “Afinal, quem são os racistas?”, por Thomas Sowell.
      http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1732

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        29/03/2015 em 4:28 am
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        Caro, não fui embusteiro. Como você mesmo observou, estes números são claramente genéricos: é evidente que a realidade não é tão redonda assim que se possa afirmar que noventa por cento de um grupo e um milionésimo do outro se dão bem ou mal. Foi uma figura de linguagem, uma hipérbole. Todo mundo percebeu, só você é que veio encrespar com isso. EM RESUMO: TENTE, POR FAVOR, NÃO CRIAR FALÁCIAS DO ESPANTALHO. Já vi que por aqui isto é muito frequente. Atenha-se ao núcleo de minha argumentação, e não a números exemplificadores que eu dei, tentando fazer deles a refutação das minhas falas. Os números verdadeiros você encontra em qualquer site de estatísticas, ISTO SE VOCÊ CONHECER ALGUM.
        Ladainha velha e populista que nos desceram goela a baixo foi a tal da “Democracia Racial”, que você vem aqui ressuscitar. Há vários livros e estudos que comprovam que isto não existe na realidade, nunca existiu. Cito como exemplo um livro recente da Lilia Moritz Schwarz “nem preto nem branco muito pelo contrário”. E vários outros, motivados inclusive pelos recentes casos de racismo no futebol. É só ler na imprensa.
        Agora, você se superou ao colocar Olavo de Carvalho para por os “pingos nos is”. Acho sim que está história de ficar falando o quanto matou é pura falácia: não há como calcular e fica tudo muito forçado. Um papinho de “o meu é melhor que o seu” digno de criança de pré-primário. Isto não é debate político. Agora temos de ser coerentes: se achamos que Mao matou porque quis no grande salto adiante, por que a Rainha Vitória não matou por que quis na grande Fome em 1876. Por que um foi deliberado e o outro não? Sendo que ela impediu doações estrangeiras por achar que isto iria “ferir a imagem do RU”? E então?

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          30/03/2015 em 12:37 am
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          Caro (pelo tempo provavelmente perdido em responder a um) moleque (no mau sentido), o que você fez não foi uma hipérbole, muito menos ser “genérico”. Foi tão-somente criar números (“a realidade não é TÃO redonda”) para impressionar crédulos não acostumados a tentar diálogo com socialistas –todos ignorantes ou intelectualmente desonestos–, a ponto de fazer uma comparação entre duas informações desnecessárias e falsas, claro: “um em um milhão para um grupo e de 90 a cada 100 para o outro”. A questão aqui não é exigir precisão vocabular, e sim não admitir mau uso proposital das palavras a fim de enganar. Uma hipérbole usando número seria por ex. afirmar: “já falei mil vezes”. Bem simples distinguir isso do que vc fez.

          Agora ao que interessa.

          <>

          “Comprovam” é hipérbole ou alguma outra figura de linguagem também? Pra mim é mais do mesmo: vigarice. Desde quando as opiniões de autores é comprovação de algo? Não é necessário dizer que há pesquisadores que dizem o oposto, é? Já postei comentários de um deles, que por sinal é da USP. Uma coisa é afirmar que há racismo no Brasil. É óbvio que há. Como não haver no meio de centenas de milhões de pessoas? Coisa bem diferente é afirmar que o Brasil é um país predominantemente racista; não é. Que há mais não brancos entre os pobres pode-se concluir analisando uma estatística, mas dela não se pode apontar as causas disso. Como as pessoas, por causa de sua cor de pele (para me ater ao tema em questão), tem sido prejudicadas, excluídas, impedidas de prosperar na vida? Quem, que organizações têm feito isso de forma sistemática contra pessoas de pele escura para que afirme ser o racismo o grande obstáculo a ser superado?

          Com todos os obstáculos impostos pelos governos, quem tem grande dificuldade em prosperar são pessoas pobres (de qq cor, gênero, prática sexual ou sei lá + o q), as quais têm acesso a educação de 1º e 2º graus (ensino médio) “gratuita” de má qualidade, fato esse que dificulta, às vezes para o resto da vida delas, a obtenção de trabalhos que remuneram melhor. Apesar disso tudo, há fatos que mostram que quando as pessoas se esforçam acima da média, elas podem acabar conseguindo subir na vida honestamente:

          http://extra.globo.com/noticias/educacao/vida-de-calouro/filho-de-ex-catadora-de-lixo-1-lugar-no-ifrn-fala-de-seu-amor-pelos-estudos-15521809.html

          http://noticias.r7.com/distrito-federal/jovem-brasiliense-se-torna-medico-com-ajuda-de-livros-encontrados-no-lixo-e-em-paradas-de-onibus-30062014

          http://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2015/01/menino-de-7-anos-surpreende-sebrae-ao-buscar-dicas-para-abrir-fabrica.html

          http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=3786

          http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2014/08/01/ex-catador-de-papelao-vira-dono-de-mercado-com-3000-itens-na-bahia.htm

          As pessoas desas reportagens são exceções? Provavelmente. Por outro lado, ninguém precisa ser o 1º do vestibular para entrar numa universidade e melhorar de vida; nem escolher a faculdade mais difícil, mais concorrida; tampouco é imprescindível, apesar de ser importante, concluir uma faculdade para se ter uma vida de classe média, com algum conforto.

          Sobre educação para os pobres: http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2015/03/o-tabu-da-bescola-estatalb.html

          Sobre pessoas pobres de qq cor correndo atrás para subir na vida por conta própria: http://www.institutoliberal.org.br/blog/um-pais-chamado-favela/

          <>

          Critica Olavo, mas em nada o contesta. Típico. Comparar capitalismo com socialismo não é papinho. Socialismo sempre foi miséria extrema, genocídio, condições deploráveis de vida etc.; nunca funcionou. Sobre capitalismo é preferível ler o que von Mises disse:

          “O desenvolvimento do capitalismo consiste em que cada homem tem o direito de servir melhor e/ou mais barato o seu cliente.  E, num tempo relativamente curto, esse método, esse princípio, transformou a face do mundo, possibilitando um crescimento sem precedentes da população mundial.

          “Na Inglaterra do século XVIII, o território só podia dar sustento a seis milhões de pessoas, num baixíssimo padrão de vida.  Hoje, mais de cinquenta milhões de pessoas aí desfrutam de um padrão de vida que chega a ser superior ao que desfrutavam os ricos no século XVIII.  E o padrão de vida na Inglaterra de hoje seria provavelmente mais alto ainda, não tivessem os ingleses dissipado boa parte de sua energia no que, sob diversos pontos de vista, não foram mais que “aventuras” políticas e militares evitáveis.

          “Estes são os fatos acerca do capitalismo.  Assim, se um inglês — ou, no tocante a esta questão, qualquer homem de qualquer país do mundo — afirmar hoje aos amigos ser contrário ao capitalismo, há uma esplêndida contestação a lhe fazer: “Sabe que a população deste planeta é hoje dez vezes maior que nos períodos precedentes ao capitalismo? Sabe que todos os homens usufruem hoje um padrão de vida mais elevado que o de seus ancestrais antes do advento do capitalismo? E como você pode ter certeza de que, se não fosse o capitalismo, você estaria integrando a décima parte da população sobrevivente? Sua mera existência é uma prova do êxito do capitalismo, seja qual for o valor que você atribua à própria vida.””.
          http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=561

          Contar mortos não é papinho, seu desprezível. Não se calcula o nº de mortos. Estimativas, aproximações, são feitas, e essas, apesar de variarem um pouco, se assemelham e são bem aceitas pela maioria dos pesquisadores e sempre se aproximam da cifra de 100 milhões (quando não a ultrapassam). http://www.museumoncommunism.org/

          Apesar não ter a intenção de defender a mencionada rainha, a Grande Fome, sobre a qual vc para variar falseia os fatos, é “diminuta” se comparada com a fome na Ucrânia na década de 1930, infligida pela ex-URSS (http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1046 e https://www.youtube.com/watch?v=4DH9Qntlq2U). Não dá para equiparar.

          Para o desmascaramento das suas mentiras, agora sobre esse tema, trouxe um trecho do bom quebra-galho Wikipedia, que nesse caso apresenta informações ricas, citando fontes que podem ser conferidas no dito site:

          “Em 1845 a Irlanda sofreu uma praga nas plantações de batata.84 Nos quatro anos que se seguiram, mais de um milhão de irlandeses morreram e outro milhão emigrou num período que ficou conhecido como “A Grande Fome”.85 Na Irlanda, Vitória passou a ser chamada de “Rainha da Fome”.86 Vitória doou £2,000 para ajudar a aliviar a fome, uma quantia superior a qualquer outra doação feita na época por um só indivíduo,87 e também apoiou o empréstimo Maynooth a um seminário católico na Irlanda, apesar da oposição por parte dos protestantes.88 A história de que ela teria dado apenas £5 para ajudar os irlandeses e de que no mesmo dia tinha dado a mesma quantia a um abrigo para cães foi um mito que se gerou no final do século XIX.89″
          http://pt.wikipedia.org/wiki/Vit%C3%B3ria_do_Reino_Unido

          P.S.: Considerando que vc talvez não seja um dos irrecuperáveis e aproveitando q estuda na FEA, procure o professor Fabio Barbieri o quanto antes. Quem sabe ele consiga abrir seus olhos, pôr algo na sua cabeça e o ajude?

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            02/04/2015 em 1:45 am
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            Não me referia a fome na Irlanda e sim na Índia, quando o Sultão Turco tentou enviar mais dinheiro do que a Rainha, mas ela impediu os navios turcos de atracarem no porto de Bombaim, alegando que isto não pegaria bem para a imagem dela. E eu conheço Holodomor e Conquest. Vivo ouvindo falar isso. Aliás, sobre o assunto, já ouvi cifras de 100 milhões, 150, 110, enfim. Pelo visto as aproximações não são lá muito bem feitas. Mas não quero entrar nisso. Como eu disse, isto não é debate político.

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      29/03/2015 em 9:33 pm
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      Caro, muito grato por sua resposta educada. Mas vamos por partes.
      Primeiramente, eu gostaria de dizer que, talvez VOCÊ não negue o racismo. Mas há muitas pessoas que negam sim. Inclusive um cidadão aqui deste site que utilizou até “democracia racial” para fazê-lo. Já seria um grande avanço se o que você diz fosse verdade, mas as pessoas preferem viver no mundo onde não há segregação e onde quem não estuda e trabalha em um cargo de alto nível é porque não quer. Quando dizemos que há racismo e há na sociedade algo que prejudica os negros, não queremos implantar nas pessoas uma “teoria da conspiração” que as pessoas poderosas se reúnem em uma sala pra prejudicar negros ou pobres. Há sim dinâmicas sociais historicamente construídas que oprimiram e oprimem o povo negro. Basta uma leve pesquisa histórica e você verá o que estou dizendo. Evidentemente e felizmente não há no Brasil nada parecido com o Apartheid sul-africano. Mas no princípio havia vários teóricos que defendiam sim a segregação do negro e leis que os punham em ostracismo. Hoje é mais velado, mas não quer dizer inexistente.
      Em segundo lugar, não é você ou eu que dividimos o mundo em oprimidos e opressores: é o sistema em que vivemos (subentendido sistema social, político e econômico). O fato é que o Brasil sempre teve uma minoria privilegiada e, o pior, predatória. Nossa elite nunca se interessou em nos desenvolver. E há a questão do patrimonialismo: o Estado é tratado como algo particular pela pequena e predatória elite. Corolário é que se há poucas pessoas na arena decisória e estas são predatórias com o povo e patrimonialistas com o Estado, os menos favorecidos estão em maus lençóis, se você me entende.
      Em terceiro lugar, mais uma vez eu concordo com você. Não acho bom um movimento negro raivoso e impositivo. Mas o fato é que certos debates se impõe e não deveríamos ter medo deles. Deixe-me explicar melhor: se o Palmeiras perde do Corinthians e um palmeirense não quer discutir futebol com um corintiano, isto é um direito dele. Mas quando está em debate toda a possibilidade de uma parte (altamente representativa, aliás) da sociedade de mudar de vida para melhor, deixando para trás mais de um século de humilhação e miséria, mesmo sendo cidadãos, o debate se impõe. E se ele não se impuser pelo bem, será pela força. Você há de convir comigo que a elite branca NUNCA quis discutir o assunto. Quando se falava neste debate, eles pareciam aqueles macacos do não vejo, não ouço e não falo. Até quando o povo negro teria que aguentar a boa vontade de uma parte da elite para se safar da miséria. Não vou dizer: “ou isso ou revolução”. Seria forçado, além do que não vejo o movimento negro como revolucionário (aliás, engana-se e muito quem pensa algo parecido com isso. Em alguns pontos o movimento negro é até bastante reacionário). Por isso, há que se pensar: quem quer o debate e quem não quer. E qual debate se quiser: o politico e social ou o de erística. O que não há mais é espaço para a alienação e nem para adiamentos.

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        30/03/2015 em 9:09 am
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        A moral do escravo!
        Sim, se o escravo sente-se frustrado em sua condição, ele deseja ardentemente nega-la como depreciativa a si mesmo. Assim, nada o atrairá mais do que uma moral arbitrária (a moral de um grupo estabelece os valores do indivíduo para o grupo) que atribua mérito a seu demérito. Se a servidão é propagandeada pela moral vigente como algo que valoriza o indivíduo perante a comunidade, ele não só se resignará como simulará em si o orgulho de sua inferioridade valorizada.
        É da natureza humana atribuir deméritos a quem é invejável, tanto quanto méritos a quem nada tem de invejável:
        A bela é burra, o forte é gay, o rico é mau, o pobre é bom, o fraco e o feio são inteligentes, o vagabundo é esperto, o fracassado é perseguido por malvadões e etc..

        O ódio à Liberdade é exatamente o medo da responsabilidade por si mesmo, daí que se tenta esconder este medo e ideologias que justificam os valores morais que apregoam no alegado objetivo, o fim redentor, que afirmam-se como receita para atingir.

        A fuga da responsabilidade: se sou um fracasso a culpa é da discriminação. Então eu exijo que a sociedade machista e racista me atribua privilégios. Por outro lado ainda posso posar de bonzinho (o valor moral superior muito acima da honestiodade e de qualquer mérito real, segundo a ideologia que estabeleceu a escala de valores através da sua moral populista e fácil de ostentar, até mesmo lançando o ônus nas costas de outros).

        Essa moral ideológica populista, piegas e coitadista foi a mais extraordinária invenção da política para senhores dominarem e explorarem rebanhos populares adestrados para a submissão tanto quanto condicionados ao desprezo pelo bem viver como superioridade moral. Sem sombra de dúvida uma estratégia fantástica para dominação e implantação da cizânia dentre a população então submissa e resignada. Sobretudo por seu custo irrisório de uma propaganda auto multiplicadora que se vale da manipulação da estúpida vaidade humana através de valores morais estabelecidos por apelos emocionais e repetição incessante de bordões patéticos. Desta forma o uso da comunicação por dedicados faladores tornou-se a mais poderosa arma para subverter a razão e obter o controle sobre populações resignadas tanto quanto empolgadas em sua indignificante SERVIDÃO. Afinal, servir a um senhor, submeter-se resignadamente e mesmo desprezar-se como indivíduo, segundo a moral estabelecida, é valor moral superior. Onde o bom deixa de ser o meritório racional para tornar-se apenas um patético serviçal que dedica a si o desprezo de servos resignados.

        Eis a moral construida para manipular a vaidade e as frustrações humanas oferecendo-se em toda a sua facilidade de representação. Afinal o mínimo é de facil simulação e assim se pode exibir valores morais, demandar privilégios e livrar-se de frustrações atribuindo deméritos ao status que não se vislumbra alcançar enquanto se alardeia “méritos” do coitadinho, do pobre, do ignorante, do vagabundo, do submisso e etc., valores que nada constroem de bom para o indivíduo ou comunidade, mas apenas para seus senhores.
        Uma estratégia política de brilhantismo inigualável! …sem dúvida alguma.

        Ardis para manipular indivíduos com deficiência de amor próprio, recalcados, frustrados e até pulhas que não desejam assumir o controle da própria vida. Como se cães ansiosos por donos bonzinhos que lhes forneçam o que julgamse incapazes e desmotivados para conseguir.

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          30/03/2015 em 4:31 pm
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          Boa Tarde.
          Se bem entendi vosso comentário, você tentou misturar Nietzsche com moral judaico-cristã e Gnose voegeliana. Foi isso?
          Bom, falando do meu discurso agora. Não tenho intenção de dizer que “fracassados” são perseguidos por malvados. Aliás, se você leu meus comentários viu que eu não acredito em teorias da conspiração ou nada parecido. São dinâmicas sociais, nada em controle individual. Não acho possível inferir uma característica de uma pessoa por outra: um desempregado é só um desempregado. Só conversando com ele e sabendo de sua história é que saberei se ele está desempregado por ser vagabundo ou por não ter tido oportunidades na vida. E também não acredito em “natureza humana”, que para mim é o discurso mais sem substancialidade da história mundial. E não confunda as ideologias de esquerda com o Cristianismo: quem prega voto de pobreza e a idealização da mesma, além de um futuro próspero a todos os “virtuosos” são as Igrejas, não a esquerda política. Por falar em Igrejas, esta é justamente a estratégia das mesmas: pegam pessoas de autoestima baixa e as encanta com promessas de amor e redenção. Concordo que tal estratégia existe, mas não é a da esquerda. Nunca vi “discurso bonito” que prega um combate exaustivo. Combate exaustivo não é bonito, seria melhor que nem fosse necessário isso para ocorrer na sociedade as mudanças devidas. Pelo contrário, é a direita (que inventou este papo de chamar as pessoas de fracassadas e de tentar convencer um cara que trabalha oito horas por dia e ganha um salário mínimo pra sustentar a família que, se ele não “venceu na vida”, foi porque não quis) quem diz que devemos ser calmos, complacentes, acomodados e laboriosos para conseguirmos algo na vida. E mais: isto é uma condição necessária e SUFICIENTE para tal.
          Finalizando: eu NÃO tenho ódio à liberdade e nem sou a favor de privilégios, em qualquer aspecto. Não gosto de coitadismo e nem acho que a não observação, por parte da sociedade, de alguns direitos das pessoas a desobrigue de cumprir qualquer que seja dos seus deveres. Francamente, aliás, acho até que a proposta das cotas é reacionária: não muda o sistema, faz apenas um remendo para ele ficar menos pior. Acesso à educação em todos os níveis deveria ser garantido. Só assim teremos meritocracia de verdade. Por ora, para mim, falar em meritocracia no Brasil é conversa mole.

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            30/03/2015 em 7:20 pm
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            Eu não sou contra e nem a favor, aliás muito pelo contrario.
            Essa é a saida tonta daqueles que negam a carapuça que lhes serviu.
            Primeiramente, perdoe minha franqueza, mas falar em direita é coisa de imbecis. Afinal a tal de direita conservadora pouco difere da esquerda. Amabas são misticas e cultuam o estado como uma entidade mistica superior aos indivíduos. Assim, ambas preconizam a hegemonia do Estado sobre a população. Poderia dizer sobre a sociedade composta de indivíduos, mas para não confundir sociedade com uma organização com ideologia e hierarquia que lhe confiram certa personalidade, prefiro referir-me à população.

            Não há grupo (no sentido de catalogar pessoas por determinadas características) mais discriminado e perseguido do que o empresariado independente – a efetiova burguesia em contraste com a aristocracia empoleirada no Poder. Jamais vi qualquer destes salafrários, que se dizem contra preconceitos, se opor à tão covarde e ideologicamente organizada discriminação. Essa discriminação clara até mesmo nas leis só é comparável ao ocorrido na Alemanha de Hitler ou na Rússia de Lenin e URSS de Stalin.
            Como a propaganda das imbecis dicotomias antagônicas resolveu demonizar o nacional-socialismo, para criar uma oposição postiça ao socialismo, por conta de sua propaganda a favor de uma pretensa raça e contra as demais que, então, deveriam submeterem-se a dita “raça superior”, é mais claro exemplificar a perseguição a um grupo contra o qual se fomenta o ódio, com o exemplo do nacional-socialismo em vez de com o marxismo e seus derivados assumidos.
            Somente alguém canalha ou imbecil é capaz de falar em racismo, condenando-o, ao mesmo tempo que aprova a perseguição preconceituosa contra empregadores por si só. Quem assim procede merece o mesmo respeito que merece um canalha safado: nenhum!

            Vejamos: mulheres feias, homens também, são discriminados ou, mais apropriadamente, preteridos em razão das belas e belos em certas atividades. Burrose incompetentes igualmente ou mais ainda são preteridos. Então um recalcado que se revolta com as escolhas alheias, remoendo seus recalques contra o sistema poderia ostentar-se um bonzinho “justiceiro” a favor dos frascos e comprimidos na questão da discriminação destes feios e burros.
            Todos possuem a possibilidade de estudarem e se esforçarem criatiovamente ou em outras habilidades de grande demanda pela população. Sejam negros ou brancos, mulheres ou homens. Muitos são mais sortudos e não precisam dispender maiores esforços por usufruirem de condição econômica confortável, porém NADA é negado aos não tão sortudos e são varios os exemplos que superaram suas dificuldades contingenciais para se elevarem a qualquer nivel que os mais sortudos podem atingir. Portanto, essa conversa de “oprimidos pela sociedade” é papo de safados recalcados que não se conformam com a pequenes de suas personalidades desprezíveis.

            Será que deveria haver cotas ou nlá um tipo qualquer de coerção para que os programas de auditório colocassem dançarinas que não conseguem dançar e são gosradas e feias????

            Estariam as gordas e feias wsendo injustamente discriminadas por programas de auditário????

            Só loucos ou imbecis poderia condenar tal discriminação. Como se daria as mesmas oportunidades para moças gordas e sem jeito para a dança?
            A liberdade presume que cada indivíduo é senhor de suas escolhas. Não vejo nenhum salafrário condenar a discriminação dos eleitores contra candidatos do tipo Bolsonaro. Deveria haver cotas para eles? O sistema é falho por não eleger tantos ferrenhos anti-marxistas???

            Canalhas e safados é o que são os vadios recalcados que em sua vaidade doentioa se querem exibir como super heróis salvadores dos fracos e oprimidos. Podem sentirem-se com algum valor por simularem tal personalidade que defende os fracos por serem fracos, os pobres por serem pobres e os negros por serem negros como que agrupando e carimbando estes indivíduos como inferiores a si para, desta forma, enobrecer-se e ladear-se ou ostentar superior aos malvados que discriminam.

            Todos discrminam, todos JULGAM e todos ESCOLHEM e possuem PLENO DIREITO NATURAL de faze-lo.

            Essa safadeza de eleger determinados grupos, segundo escolhidas características, para serem defendidos é oportunismo de safados ou fuga da responsabilidade de frustrados com aquilo que em si reconhecem. Jamais verei qualquer destes pulhas se oporem à discriminação francamente propagandeada contra empregadores ricos. Se um sujeito dedicva-se a uma atividade de baixa demanda ou com excesso de oferta, somente um salafrário oportunista ou um imbecil poderá dizer que sua remuneração é injusta por ser baixa. Somente um oportunista ou recalcado querendo engrandecer-se com firulas moralóides poderá fazer tal afirmação.

            Qual seria o método para que se remunerasse indivíduos?
            Igualar remunerações seria ter multidões dispostas apenas a realizarem as atividades mais banais. Se um porteiro ganha o mesmo que um engenheiro, ou similar, obtendo similar potencial para consumo de bens e serviços, quantos se dedicariam ao esforço de se tornarem engenheiros, médicos, ou qualquer profissional de habilidade superior???

            Como esntão estes imbecis e safados resolveriam a questão??? …discriminariam legiões para empurra-las para as atividades mais demandadas? …fariam discursos a favor de se dar emprego a tantos excedentes em tarefas sem demanda ou defendem que o Estado que iguala remunerações (potencial para consumo) delibere sobre quem deve fazer o quê?
            Atividades de grande oferta de mão de obra ou de baixa demanda naturalmente resultam em baixa remuneração. Isso não se dá apenas para assalariados ou “coitadinhos” pobres. Mesmo um grande empresário pode ver seu produto, consequentemente sua atividade, desvalorizada pela popualação consumidora. Um empresário que fabricasse máquinas de escrever e assim desejasse permanecer para sempre se perceberia extremamente mal remunerado no mundo dos computadores. Aliás ele não conseguiria ganhar nem para comer pão e beber agua. O que um safado então diria? …”coitadinho do fabricante de maquinas de escrever que é discriminado pela sociedade capitalista e por esse sistema injusto de distribuição de renda”?
            Somente um safado ou alguém muito atormentado por seuis recalques teria o desplante de tal imbecilidade. Pores estes existem, basta ver o tal dep. Simbal atribuir à CIA a responsabilidade e custeio das manifestações contra o PT e Dilma.

            O que impera é a safadesa e o recalque, pois estes tornam o pulha capaz de falar as mais estúpidas asneiras paraem proveito de seus interesses materiais e/ou psicológicos.

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            30/03/2015 em 7:30 pm
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            Há um dito brilhantíssimo e de grande profundidade, se não me engano de B. Mandeville, que sentencia:

            “Até quando as pessoas de bem ficarão à mercê dos canalhas? …até o dia que as pessoas de bem tiverem a mesma ousadia dos canalhas”

            Nada pode ser mais claro sobre a natureza humana em suas subjetividades.

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            30/03/2015 em 9:19 pm
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            Gostei dessa:

            “pegam pessoas de autoestima baixa e as encanta com promessas de amor e redenção. Concordo que tal estratégia existe, mas não é a da esquerda. ”

            Essa é estratégia de todas as ideologias. Afinal ideologias foram inventadas para dar suporte a um Poder totalitário. Assim foi que surgiu o marxismo e seu embuste desconexo com afirmações se contradizendo apenas para empulhação casuística, como em toda ideologia cuja a idéia é apresentar um “fim supremo” ou “objetivo redentor” que justifique todos os meios em seu nome praticados. Por fim o objetivo das lidranças ideolpógicas e seus espertos agregados é exatamente os meios e não os fantasiosos fins que apregoam desejar.

            Resumindo:
            Ideologias amarram varas com cenouras na ponta no lombo dos jumentos que passam a vida querendo morder a cenoura.
            As profecias e promessas dos profetas das ideologias nunca possuem data para se realizarem e tão pouco os meios que praticam garantem tal realização. trata-se de embustes para aliciar recalcados e espertalhões.

            Sim, a esquerda, socialistas ou defensores do Poder totalitário do estado, não só seduzem com discursos encantadores e promessas de reconhecimento as pessoas de baixa autoestima como sobretudo insuflam o ressentimento através de manipulações emocionais até dos sãos.
            Ora, o virtuosos pobres foram substituídos pelos virtuosos proletários. Se antes o Paraíso era para o pobres fiéis passou-se a prometer o Poder para os proletários através de seus “representantes”. Como bom socialista contra o “capital predador” Hitler fez pequena alteração e em vez de uma “classe merecedora do poder” como preconizava o marxsimo ele encantou os nalemães com uma “raça merecedora do Poder”.

            A fórmula é sempre a mesma e muito tem da estratégia de Sun Tzu: semear a cizânia dentre os inimigos/adversários, fazendo-os lutar entre si e enfraquecerem-se ficando a mercê do comandante fofoqueiro. Mais tarde resumido no “DIVIDIR para DOMINAR”.
            Não por acaso o Poder político engendrar a insuflação (pela fofoca) de pobres x ricos, assalariados x empregador, consumidox comerciante, negros x brancos, nacional x estrageiro, mulher x homem, gay x hetero e tantos antagonismos quanto possam fomentar e sempre tomando um dos lados seduzuindo com juras de amor bem como prometendo-lhe reconhecimento de seu “grande valor” ou até superioridade moral desprezados por seu antagônico.

            Assim, nessa canalha estratégia política (invertendo o que disse Clausewitz, a política é a continuação da guerra por outros meios. Afinal a guerra precede a política e como disse Clausewitz a guerra é o meio de submeter outros a nossa vontade) a organização estatal domina as populações através de antagonismos postiços como deus x diabo ou fiel x infiel. Sempre induzindo que um é moralmente superior e vitima potencial do outro.

            Essa estratégia mais tarde ficou conhecida também como “INVENTAR INIMIGOS PARA CONQUISTAR AMIGOS”

            DSaí os pulhas que mesmo onde não há ataque contra o outro, eles assim alardeiam. É assim que se afirma racismos e preconceitos meramente fofocando para intrigar e aliciar simpatizantes para os “heróicos” defensores dos frascos e comprimidos.

            Sempre a mesma fórmula porca:
            Juras de amor aos recalcados e atribuição de méritos a estes.
            Insuflar ódio aos antagônicos em características escolhidas afirmando inimizade e ódio alheio.
            Promessas de reconhecimento e recompensa futura.
            Envaidecer atribuindo superioridade moral e deméritos a seus antagônicos, para insuflar ressentimento ante a “injustiça”.
            Atribuir valores morais ao que nenhum valor tem (a inutilidades e facilidades).
            Oferecer símbolos, mitos e ídolos para serem cultuados (os bezerros de ouro que as massas tanto gostam de adorar)
            Preces e hinos em louvor a mitos mirabolantes para despertar extase no rebano encantado pelos mitos agregantes.
            …e etc etc. etc.

            Assim a organização para o exercicio da exploração de populações consegue dominar tais rebanhos. Afinal, no fim das contas, com tantos grupos antagônicos, todos estarão contra todos ao mesmo tempo que todos estarão enfileirando-se ao lado da organização que os manipula.

            Todos contra todos porque cada um é catalogado em vários grupos. E no fim, o ódio ao antagônico leva que todos se enfilerem ao lado do Estado que promete fazer o mal ao antagônico. …é a união pelo ódio ao “onimigo” comum.

            Imbecis e safados apoiam estes antagônismos postiços pois que interessados nas oportunidades ou apenas recalcados e cheios de ódio da liberdade e mesmo do mundo ou do SISTEMA (quá quá quá!!!)

            A FARSA SE REPETE COMO HISTÓRIA!!!

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    28/03/2015 em 4:37 pm
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    Podcast com Paulo Cruz – um Negro inteligente! – 162º Podcast Mises Brasil – Paulo Cruz

    Parabéns pelo conteúdo!!!

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    27/03/2015 em 7:28 pm
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    “Um exemplo notável dentre os que se posicionam contrariamente a essa perspectiva e instrumentalização ideológica do racismo é o professor de filosofia da rede pública estadual de São Paulo e mestrando em Ciência da Religião, Paulo Cruz. Ele próprio negro e tantas vezes vítimas de racismo, autor de um texto demolidor sobre o Dia da Consciência Negra, Paulo analisou nesta entrevista ao Podcast do Instituto Mises Brasil as origens do problema maior que ajudam a explicar o comportamento e o discurso dos integrantes do movimento negro, e não apenas daqueles que aparecem no vídeo gravado na USP.” (Bruno Garschagen)
    http://www.mises.org.br/FileUp.aspx?id=374

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    27/03/2015 em 3:17 pm
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    Sempre a mesma falácia liberal: vendo igualdade onde só existe desigualdade e união onde há segregação… típico!

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      27/03/2015 em 3:30 pm
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      Sempre a mesma falácia esquerdista: só vendo desigualdade e segregação… típico!

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        27/03/2015 em 3:49 pm
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        Num país onde os ricos se trancam em condomínios fechados, onde negros e pobres são impedidos de entrar em shoppings, onde já não entrariam por sua condição social, a não ser pra limpar banheiro, onde as escolas de periferia são sucata, onde quase 85% dos estudantes das melhores universidades públicas são brancos, onde negros, de todas as faixas etárias, morrem mais do que brancos, onde mulheres e negros chegam a ganhar até trinta por cento mensos que um branco pra exercer as mesmas funções, me diga onde você vê igualdade que eu te mostro onde eu vejo desigualdade. Saia do seu mundinho de facebook e outback e olhe o mundo real. Pise em uma favela pelo menos uma vez na sua vida e tente (TENTE!) não chamar ninguém lá de “negrinho”. Me Apresente OS FATOS que sustentam a sua visão (ou ilusão?) de mundo. Já chega de blá blá blá de direitista que quer dar ordens como “vá estudar” a um morador da favela sem nem sequer saber onde existe uma em São Paulo, que dirá sua realidade.

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          27/03/2015 em 4:45 pm
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          Por acaso eu sou o autor do texto, e por acaso também sou negro. Venho de família quilombola, e aprendi os valores da meritocracia desde o berço. o Fernando Holiday, que é citado no texto, também é negro de classe média baixa. O que temos em comum? Somos todos vitimas desta visão racista e coletivista do movimento negro.

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            27/03/2015 em 6:12 pm
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            A questão não é ser negro (ter a pele preta ou o cabelo crespo, etc.). É ter consciência da realidade onde se vive. Tem gente que compra um carro popular e já acha que está na classe A, ao lado do J.P. Lemann. Se você venceu, ótimo, mas tenha a consciência de que você é um em um milhão! E um sistema que dá certo de um em um milhão para um grupo e de 90 a cada 100 para o outro É A DEFINIÇÃO DE SISTEMA INJUSTO, ao menos para mim! Para os brancos e ricos, a maioria estuda em colégios bons e caros e vai disputar com pessoas que estudaram em colégios ruins. Ou seja, os ricos tem muito mais chances de “vencer” do que os pobres. E CHAMAM ISTO DE MERITOCRACIA! Eu não quero um sistema assim!
            Eu não acho que um movimento negro que se impõe no grito seja algo bom. Mas há 125 que os negros conquistaram sua emancipação e ela ainda está só na teoria. Pois na prática, nada. É justo que alguns queiram se impor: já chega de não ter a voz ouvida por alguns que acham isto “bobagem”. E, sinceramente, basta OLHAR A REALIDADE e você verá que a maioria esmagadora de pobres são negros. Cerca de 95%. Será que isto é SÓ COINCIDÊNCIA?
            Eu também não acho as cotas a maior maravilha do universo. Seria melhor que os governos do passado tivessem investido em proporcionar algo bom e de qualidade na educação. A TODOS. E é isso o que alguns querem, com falácias colocar: tem que construir escolas boas. Tem, mas isto leva tempo. E os negros terão que esperar mais? Eles já esperam há 125 anos, mais até. Outros dizem que cotas são revanchismo e reparação. Reparação seria os negros pedirem indenização pelo que sofreram, algo que os brancos tentaram, mas Ruy Barbosa destruiu os arquivos.
            Enfim, não trabalhei nenhum ponto em profundidade, apenas expus um mínimo do meus pensamentos. Sei que não mudarei a opinião de ninguém aqui, afinal, “é fácil aprender coisas novas. Se livrar das velhas é que são elas.” (Keynes). Mas quero fazer um contraponto à visão de vocês: vocês dizem defender o mérito acima de tudo. Mas que mérito é esse que vocês querem defender? Será que o que vocês defendem é mérito mesmo?
            Ah, a propósito, EU NÃO SOU COTISTA.
            Até!

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            28/03/2015 em 2:02 am
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            Caro, não me lembro de ter dito que ser negro era agir de tal forma ou outra. Nem que havia dogmas a serem seguidos. Disse sim que a questão de perceber a relevância da discussão racial não era ser negro, era ter consciência da realidade, independente de ser negro, índio, branco, enfim. Eu também acredito na meritocracia, só acho que ela não existe no momento atual, de forma alguma. E que evitar discussões que levem em conta o lado dos menos favorecidos alegando que isto criará guetos (como se estes já não existissem) ou que se corre o risco de cair no nazismo negro (?) é hipocrisia e falácia, incluindo Lei de Godwin. Por falar em falácia, você praticou um claro exemplo de falácia do espantalho: criou uma figura, deu a ela o nome do oponente e a combateu. Esquerdistas não AMAM pobres. E, muito menos, querem mantê-los na pobreza. Queremos é justamente superá-la e acreditamos cabalmente que isso só será feito destruindo privilégios. E é aí que pega para muita gente.

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          27/03/2015 em 4:49 pm
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          Meu caro sofista, veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=ijIlJimCQkw e entenda o que se discuti aqui. Saia você do filme Mississipi em Chamas em que vive, não tenho Facebook nem gosto do Outback, depois os preconceituosos somos nós. Você é que é um ignorante preconceituoso às avessas que nem percebe isso, um Imbecil Coletivo típico que fica gritando chavões.

          Fique sabendo também que não só já pisei em uma favela, como estudei em um colégio ao lado de uma que dava bolsa de estudos para os garotos da favela. Estudei e brinquei com eles, fui a casa deles e eles a minha, seu palhaço. Sei muito bem o que é pobreza, até porque meu Pai vivenciou toda a guerra numa família pobre e fui criado tendo a real noção do que é passar necessidade, dou valor às pessoas dignas que sofrem, e sei que a grande maioria delas, mais do que seus 85% de brancos desaprovam esse seu arroto panfletário.

          Certamente você é mais um playboyzinho do PT, manipulador e canalha, que vive sim numa enorme ilusão, na ilusão da sua revoluçãozinha que vai redimir a humanidade, sob as baboseiras que vomita são 100 milhões de cadáveres, volte para a cloaca que são os seus bloguezinhos sujos, pagos, ou então vá você estudar já que certamente tem muito tempo para isso, saia das redes sociais e vá para biblioteca, seu demente.

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            27/03/2015 em 5:48 pm
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            Já vi o vídeo. Aliás, é na faculdade onde eu estudo (FEA/USP). Agora m diga quem são os intolerantes do vídeo, que não querem discussão, nem mesmo um debate (nada deliberativo)? SEM HIPOCRISIA (faz uma forcinha!)
            E claro que você já pisou em várias favelas. É claro que o seu papai é um pobre coitado que “venceu na vida” e você sabe o que é meritocracia. E claro que você também é um arauto da luz e……. BLÁ BLÁ BLÁ BLÁ…………….. Você não sabe de nada! Meritocracia para vocês não é mais do que uma reles palavra ao vento usada para justificar um sistema injusto e burro QUE NÃO DÁ AS MESMAS OPORTUNIDADES PARA TODOS. Nunca deu! Ou seja, um sistema claramente ANTI-MERITOCRÁTICO. Em uma frase: VOCÊ NÃO BRIGAM POR MERITOCRACIA, BRIGAM PELA ANTÍTESE DELA, OU SEJA, PRIVILÉGIOS! Quem falou em revolução aqui? Desde quando cotas são revolução. Falácia do espantalho, típico de um direitista caricato. Ah, e quanto a gritar chavões, releia o seu comentário e veja o quanto de falácias, preconceitos e lugares-comuns há neles. Só clichês propagandísticos típicos de quem não dá a menor bola para os fatos. Isto aqui não é um jogo de palavras meu caro: me mostre que na sociedade brasileira o jovens negros NÃO morrem duas vezes e meia e/ou que os negros e pobres tem as mesmas oportunidades que os brancos e aí a coisa muda de figura. Pode e escrever que eu vou repensar. Agora, enquanto você só praticar ad hominen e autocomiseração, num discurso sem um pingo de factualidade, NOSSO “DEBATE” ACABOU! Não tenho tempo e nem saco de aguentar blá blá blá direitista, mais do que já aguento há dez anos, somando meus tempos de Colégio Militar e FEA/USP.
            P.S.: Cara olavete afobada. Com relação aos 100 milhões e tantos que morreram, quanto o capitalismo matou? Ou não matou?
            P.P.S.: Eu não tenho blog e nem sou pago. E não teria vergonha alguma de admitir caso fosse (sem ad hominens, certo?). Agora, já que você reprova tanto isso: será que é só a esquerda que tem militantes pagos?

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            27/03/2015 em 5:53 pm
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            Ah, e melhor viver no “Mississipi em Chamas” que num filme infantil onde todos são bondosos e meigos, todos se amam e vivem de mãos dadas, menos os malvados e perversos vilões vermelhos!!! Ou ser alguém que idolatra o filme “The Birth of a Nation” (conhece?).

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            28/03/2015 em 12:03 am
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            Lucas, me desculpe, em meus quase 25 anos de vida não fui informado da existência de um Vaticano Negro que estabelece os dogmas de como deve agir e se portar um negro. Sou liberal-conservador, acredito sim na meritocracia e no Estado mínimo, que se fosse aplicado de fato no Brasil, reduziria drasticamente as desigualdades sociais. Mas vocês da Esquerda é que amam os pobres, amam tanto que querem mantê-los todos pobres.

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          27/03/2015 em 5:58 pm
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          Já entendi, estudou no colégio militar e os milicos te mal trataram e acha que somos como eles, não é?

          Meu Pai não foi pobre coitado nenhum, pobre coitado é você débil mental!

          E se não tem paciência para debater com “direitista” vai escrever para sua patota, está no lugar errado seu covarde.

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            27/03/2015 em 6:22 pm
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            Não, não me maltrataram (maltrataram é tudo junto tá!). Apesar de falarem muita merda, fiz vários amigos lá. E tenho MUITOS amigos de direita. Muitos mesmo, que trabalham em banco, indústrias, etc. Só na faculdade fiz uns dez. E direita de tudo que é jeito: da mai liberal até religiosa (tenho um amigo que fazia seminário nos Arautos do Evangelho). Eu só não tenho amigo babaca!
            Eu poderia achar algum vídeo escroto no Youtube e dizer que é você (coisa de primeira série do fundamental), mas não conheço nenhum e nem tenho vontade de conhecer. Além do que está tarde, eu tenho que jantar, ir a aula, etc. E já perdi tempo DEMAIS com você.
            Enfim, passar bem. E parabéns pelos seus “argumentos”.

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            27/03/2015 em 6:22 pm
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            kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk rasga a calcinha não fio!

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          27/03/2015 em 11:00 pm
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          Palhacinho, foi correndo no dicionário para ver como se escreve para ar uma de erudito, eu sei como se escreve seu idiota, e não tinha outros argumentos não? e que papinho ridículo é esse, tenho amigos de direita, banqueiros, industriais, sem falar que é a terceira vez que diz não ter mais tempo e vem aqui vomitar tamanha imbecilidade. Você é um babaca, um bobão que ficou com medo daquele coletivo de desmiolados, e a calcinha quem deve rasgar é você, lá no colégio militar te curraram? Vai lá na sua aulinha de economia da cUSPe, mas estuda bem viu, se Keynes visse o que escreveu, da forma que escreveu e no contexto que escreveu ele é que iria te currar, débil mental. Seu lugar não é aqui, está bancando o ridículo perante as pessoas do IL, vai escrever na Zambinas que lá é o seu lugar, e cumpra com sua palavra, não perca mais seu tempo conosco.

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            28/03/2015 em 1:51 am
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            Ui! Some daqui senão eu te purpurino!!!
            Papinho meu é ridículo, mas quando certos imbecis dizem que tem amigos na favela e que dormiam na casa deles tudo bem. E isso não é argumento. Aliás, você nem sabe o que é um. Eu não disse, das outras vezes que não tinha tempo pra vocês. Eu disse que não tinha tempo para “não-debates”. Só falei que não ia mais te responder quando você COMPROVOU ser um especialista justamente em “não-debates”. Meu, você é a cara da direita: é ótima em masturbação mental, de posar de dona da verdade uns pros outros, mas é só apertar um pouquinho que já se caga todo. E, de arautos do debate sério e racional, se transformar em cuspidores de impropérios vociferantes. E no seu caso, você fala tanta merda, mas tanta merda, que só um outro cérebro de bosta é que te levará a sério. Só te respondi após a primeira chuva de impropérios pois corria o risco de alguém vir aqui, ler meus comentários, ler os teus e achar que eu não respondi por não ter resposta, ou pior, que concordei com você. E, assim, cair nas suas ladainhas. Mas dado o nível em que você chegou, eu posso lhe vaticinar meu caro: ESTA É A MINHA ÚLTIMA MENSAGEM PARA VOCÊ. Fique tranquilo, mesmo!
            Adeus!
            P.S.: você precisa aprender a entender o que lê. Eu não disse que tenho amigos industriários ou banqueiros. Eu disse que tenho amigos que trabalham em banco e em indústrias, etc. Tem diferença viu! Acho que o Aurélio pode te ajudar. Ah, sim: Aurélio é um dicionário, uma espécie de livro com palavras e sinônimos. Faz o seguinte, pra sua capacidade: JOGA NO GOOGLE! kkkkkkk

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      28/03/2015 em 2:27 am
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      Quem purpurinou foi você que agora pateticamente vem pela quarta vez dizer que era a última que iria me responder, ficção estranha essa sua com letras garrafias, além disso, você luta pelos negros e é homofóbico? cuidado com seu Tio Jean Willis! Não resistiu na sua raivinha pós-adolescente e teve que voltar falando suas baboseiras da Zambinas, sabe o que você é? um cagão que tem medo dos negros que foram lá naquele vídeo ridículo falar merdas e se identificou com eles porque são uns fracassados como você. Já te falei, você é um preconceituoso às avessas, um retardado mental que está sendo subsidiado por essa fábrica de merdas que é a cUSPe, e que está ai o dia todo corrigindo o que diz no corretor antes de se arriscar na gramática com medinho do comentário pseudo intelectual. Não percebeu também que não vai convencer ninguém? não somos Imbecis Coletivos como você, quer saber, minha paciência é que acabou para seu showzinho, vai se tratar seu demente.

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    27/03/2015 em 9:37 am
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    Só gostaria de lembrar que Martin Luther King não foi lutou por um Movimento Negro e sim Malcom X. King lutou por direitos civis igualitários contra sim , uma América amplamente racista.
    Movimento Negro é uma piada da esquerda na América Latina e, especialmente no Brasil. A luta por direitos raciais igualitários teve a sua importância, não desprezemos isso , mas a militância barata e arrecadadora essa sim é amplamente idiota e perversiva.

    Falo com propriedade e como bom Liberal negro.

    Abraço a todos!

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    26/03/2015 em 7:18 pm
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    O texto erro em um ponto. O ideário esquerdista na luta racial não começou com Garvey mas sim com Martin Luther King. Marcus Garvey desdenhava tanto a esquerda quanto a direita. Além do mais, não existe Movimento Negro nos Estados Unidos. Movimento Negro é uma criança da esquerda marxista bem recente por professores universitários bem recente no Brasil.

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    26/03/2015 em 5:15 pm
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    O Movimento Negro e o Movimento Feminista nada mais são do que os maiores movimentos racistas e sexistas atuais.

    Isso era de seu esperar, já que querem alcançar a qualquer custo uma igualdade forçada.

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      26/03/2015 em 6:26 pm
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      Aos que não entenderam o meu comentário: se dois grupos são livres, são diferentes e possuem condições econômicas e sociais diferentes, a única maneira de torná-los iguais é rebaixando e atacando de todos os lados o 1º (brancos e homens) e elevando, dando privilégios e contando vantagens do 2º (negros e mulheres).

      É nisso que se baseia o Movimento Feminista e o Movimento Negro atual.

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