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Minha vida importa

Black lives matter? Vidas negras são importantes?

All lives matter? Todas as vidas são importantes?

Besteira!

A minha vida importa, assim como a vida daqueles que eu amo ou para quem ou de quem um valor vai e vem, qualquer valor, material, intelectual ou espiritual, de acordo com a minha escolha.

Pare de ser hipócrita, algumas vidas importam muito mais do que outras e muitas vidas simplesmente não importam. Isso não significa que você tenha que machucar ou matar pessoas se elas não estão te ameaçando e prejudicando com o uso da força ou de fraude.

A importância de uma vida não está relacionada a particularidades que podemos encontrar no corpo de qualquer pessoa viva ou morta, como a cor da pele ou o sexo. Está relacionada com a alma do ser vivo, ao seu caráter, ao equilíbrio entre virtudes e pecados que ele ou ela pode produzir.

O que realmente importa para mim é o valor criado por quem o cria durante essa oportunidade única que chamamos de vida.

Cada indivíduo tem o direito à sua vida; isso significa o direito de viver livremente para criar, manter e desfrutar do valor criado para si ou para aqueles que ama, na busca da felicidade.

Todo indivíduo tem esses direitos inalienáveis. Direitos não são privilégios. Ninguém concede-nos direitos, eles derivam de nossas próprias características como seres humanos que somos.

Seres humanos, independente da cor da pele, do sexo, da religião, da nacionalidade, ou seja lá do que for que os caracterize, não são intitulados com privilégios, nem pela natureza nem por Deus, se você acreditar em algum.

A natureza racional do homem exige o direito à vida, o que significa que você não será impedido de viver a vida que deseja, enquanto não se envolver em ações violentas contra os outros, tão pacíficos quanto você deveria ser.

O direito à vida não significa que você, para manter a sua, tem algum privilégio concedido pelo governo, ou por qualquer outra instituição coercitiva, sobre a vida dos outros ou aos produtos criados por eles.

O direito à liberdade não significa que você pode fazer o que bem entender mesmo que tenha de violar o direito à vida, à liberdade e à propriedade dos outros usando de coerção.

O limite da liberdade termina onde começa o uso da coerção.

O direito à propriedade não significa que os outros são obrigados a te dar o que você deseja para satisfazer o que você acha que é sua necessidade.

Ninguém tem direito à felicidade; o direito que todos têm é de buscá-la, respeitando os direitos individuais inalienáveis que os outros possuem.

O máximo que governos podem fazer por cada um de nós é proteger a vida, a liberdade e a propriedade do ataque perpetrado por outros.

Para cumprir esse requisito natural, a ação para o exercício da vida, o homem deve respeitar sua natureza racional, construindo um ambiente em que cada um de nós possa escolher livremente o caminho da sua própria felicidade. É disso que trata o direito à vida, à liberdade, à propriedade e à busca da felicidade.

Não são outras pessoas que tornam a sua vida importante, é você que a torna significativa quando cria o valor que escolhe criar e é capaz de fazer para o seu próprio bem estar.

Black lives matter? Vidas negras são importantes?
All lives matter? Todas as vidas são importantes?

Besteira!

Os seus direito à vida, à liberdade, à propriedade e à busca da felicidade é que são importantes. Faça esses direitos valerem. Lute por isso, não por privilégios concedidos por coerção sobre os direitos de outra pessoa.

Aqueles que negam a existência de direitos e em vez disso reivindicam privilégios que serão concedidos à revelia da vontade dos outros, através do uso da coerção, são os verdadeiros racistas.

Eu não prego o racismo, a pior forma de coletivismo. Eu prego o respeito ao indivíduo e o tratamento justo que cada um merece.

Quem não respeita o indivíduo, a menor minoria que há, e seus direitos individuais, é contra a raça humana e tudo o que realmente importa.

Roberto Rachewsky

Roberto Rachewsky

Empresário e articulista.