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Um filme de terror

ARTHUR CHAGAS DINIZ *
Rio Acari. Enchente de 11/12/2013. Fonte: G1 / Rio de Janeiro (Foto: Jadson Marques/Futura Press).
Rio Acari. Enchente de 11/12/2013. Fonte: G1 / Rio de Janeiro

As enchentes do Rio se transformaram em filme de terror. Diga-se de passagem, o filme não é inédito. As cenas de anos passados se reproduzem ao vivo e com pobres cores.

As prefeituras, especialmente as da Baixada Fluminense, não são capazes, por conveniência política e administrativa, de reprimir a construção de imóveis em lugares inadequados, casas essas sem qualquer projeto de estrutura.

As chuvas torrenciais do Rio preveem a crônica de mortes anunciadas. A falta de fiscalização, a omissão, o descaso respondem na época das chuvas com prejuízos materiais, epidemias e mortes.

É um filme repetido quase anualmente, do qual já conhecemos o fim. O financiador é a população pobre, desassistida. É um filme de terror.

* VICE-PRESIDENTE DO INSTITUTO LIBERAL

Saiba mais: Obras contra cheias somam R$ 949,1 milhões, mas não impedem enchente

fonte da imagem: G1/ Rio de Janeiro:  Rio Acari (Foto: Jadson Marques/Futura Press) 
Pereira Rodrigo Ramiro

Pereira Rodrigo Ramiro

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