A rua e o Congresso

Os últimos dias foram marcados por protestos de rua no Rio de Janeiro e, infelizmente, pela morte de um cinegrafista de televisão. O assassino foi capturado e até agora só deu declarações irrelevantes ou incompletas. O que se sabe, ao certo, é que era remunerado para participar desses movimentos de rua.

O custo, a perda do jornalista, foi, finalmente, um assassinato. Certamente, a vítima foi, de alguma forma, aleatória, ou seja, não definida previamente pelos infratores, o que, em tese, os faz mais responsáveis. O criminoso fugiu, mas já foi capturado e alega uma desimportância que não acredito ter. A punição ao assassino do repórter precisa ser dura e rápida, caso contrário, veremos a repetição de black blocs e de eventuais assassinatos. Não importa em nome de quê.

O Congresso precisa manifestar-se legislativamente, mais do que politicamente. Punição rápida é a melhor resposta a baderneiros e eventuais assassinos que se escondem atrás de causas genéricas e, mesmo, abstratas. É impossível esquecer que os manifestantes são desempregados pagos e não idealistas contrariados.

* VICE-PRESIDENTE DO INSTITUTO LIBERAL

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