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Os dois lados da moeda “liberdade de expressão”

Liberdade de expressão é inabalável, mas o desserviço que ela presta nas mãos e bocas de ideólogos mentirosos e hipócritas não está no gibi!

O romancista do terror, L. F. Veríssimo, reproduz em sua coluna de Zero Hora parte de um texto do historiador marxista – claro! – Eric Hobsbawn, filho de pais judeus.

Quem já o leu, sabe que historiadores contam a “sua versão” sobre os acontecimentos históricos. Hobsbawn é extremamente bem conhecido neste sentido. O historiador, cego ao seu idealismo juvenil, seguindo religiosamente as preces de sua ideologia macabra, distorceu a história de uma forma assustadora.

Foi um historiador que, apossado da religião fundamentalista do comunismo, factualmente acreditava e profetizava que o paraíso na terra valeria o preço da morte de mais de 20 milhões de seres humanos!

Veríssimo, piadista sério da desgraça, covarde e ignorantemente, quer induzir seus leitores, justificando que o nazismo ascendeu em razão do rechaço alemão ao comunismo!

Escreve ele: “A reação à política predatória de Hitler demorou porque, bem ou mal, a poderosa nova Alemanha era um baluarte contra o mal maior que ameaçava o Ocidente, o comunismo”.

Esse hipócrita das letras, como seus comparsas, sempre acreditam e desejam que um mal se combata com outro mal! A maldade está encrustada na índole ideológica de tais perversos, que creem que pela causa “tudo é permitido”: Mortes, miséria, fome e (in)civilização da barbárie!

O comunismo é mesmo irmão gêmeo do nazismo e primo do fascismo! Para Veríssimo e seu historiador predileto, os riscos genocidas de uma utopia sobrepõem-se e justificam os sacrifícios da selvageria que eles próprios não enfrentam em suas vidas. Claro pensamento fanático e irracional!

Veríssimo e seus sectários são contra o “bem maior” que são a liberdade, a vida e a paz!

Cedo ou tarde, onde não há liberdade individual e econômica, sistemas autoritários acabam pervertendo valores morais, matando literalmente, por vezes de fome, e gerando pobreza e miséria, material e moral.

A profecia comunista e suas práticas socializantes chegaram concretamente até o presente, encharcadas de sangue, miséria, inveja e ilusionismo.

Nada, Sr. romancista do terror, justifica a falta das liberdades. Não, Sr. piadista de massacres, o mal não se combate com outro mal, mas com justiça, liberdade e igualdade de oportunidades.

O que se mostrou real e palpável foi o protagonismo da propriedade privada, do essencial encolhimento do Estado, e o inestimável impulso empreendedor e inovador por meio da destruição criativa e da busca de lucratividade!

Como característico de uma seita, Hobsbawn e Veríssimo, com suas fés inabaláveis no fanatismo comunista, mantêm a lógica e o racional nas sombras!

Nada mais leal à memória de velhos camaradas assassinos.

Alex Pipkin

Alex Pipkin

Doutor em Administração - Marketing pelo PPGA/UFRGS. Mestre em Administração - Marketing pelo PPGA/UFRGS Pós-graduado em Comércio Internacional pela FGV/RJ; em Marketing pela ESPM/SP; e em Gestão Empresarial pela PUC/RS. Bacharel em Comércio Exterior e Adm. de Empresas pela Unisinos/RS. Professor em nível de Graduação e Pós-Graduação em diversas universidades. Foi Gerente de Supply Chain da Dana para América do Sul. Foi Diretor de Supply Chain do Grupo Vipal. Conselheiro do Concex, Conselho de Comércio Exterior da FIERGS. Foi Vice-Presidente da FEDERASUL/RS. É sócio da AP Consultores Associados e atua como consultor de empresas. Autor de livros e artigos na área de gestão e negócios.