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Os 10 piores políticos do Rio Grande do Sul em 100 anos

Cresci com um conceito totalmente equivocado enraizado em minha mente. Acreditava que o Rio Grande do Sul era o estado “mais politizado do país”. Sem entrar nos detalhes pra não alongar o texto, em um determinado momento da vida acordei e meus olhos se abriram para a realidade, indo contra a corrente narrativa: a maioria dos livros de história que li apresentavam revolucionários facínoras como heróis. Alguns deles, infelizmente, gaúchos. Nesse sentido, elaborei um lista com os dez piores políticos que esse estado já teve. Refiro-me às pessoas públicas, políticas, obviamente – que são e foram sustentadas com dinheiro dos contribuintes. De forma mais ou menos cronológica, vamos à lista.

1) Luiz Carlos Prestes (1898 – 1990): é impossível não começar a lista com um homem acusado de trair a Pátria. Isso ocorreu após ele afirmar que, numa guerra entre Brasil e URSS, lutaria por seu herói: Stálin. Prestes recebeu treinamento em Moscou e voltou para o Brasil, onde promoveu uma série de barbáries.

Antes, com a Coluna Prestes e o tenentismo, de 1925 a 1927, marchou por 25 mil quilômetros. Diziam querem destituir as oligarquias, o que era em parte verdade, mas acabaram levando terror ao interior do Brasil. Há extensos relatos de saques, mortes de inocentes e estupros. Por onde a coluna passou, houve terror.

O herói da esquerda também tentou nos transformar em União Soviética tropical na Intentona Comunista. E tem mais: Prestes foi condenado à prisão pela morte da jovem Elza, em verdade Elvira Cupello Colônio, no ano de 1936. A garota, acusada de ser espiã nos quadros do partido comunista, terminou esquartejada, colocada num saco e enterrada no quintal da casa no bairro de Guadalupe (RJ). Tudo a mando de Prestes. Obviamente, essa parte é silenciada e camuflada quando contada pelos professores de história e historiadores brasileiros. O certo é que Prestes tentou a todo custo implantar o bolchevismo soviético no Brasil, propondo a ditadura do proletariado. No entanto, com todo esse histórico carniceiro – pasmem! – o Cavaleiro da (des)Esperança foi homenageado pelos porto-alegrenses com um Memorial milionário.

2) Getúlio Vargas (1882 – 1954): o ditador populista gaúcho de São Borja foi o precursor das amarras trabalhistas burocráticas que atrasaram o Brasil ao longo de 80 anos. Como ditador à frente do Estado Novo, perseguiu opositores, fechou jornais e impediu o livre pensar com repressão vergonhosa. Isso para resumir.

3) João Goulart, o “Jango” (1918 -1976): também nascido em São Borja, o 24° presidente do país (1961 a 1964) foi um frouxo entreguista. Colocou a soberania nacional em risco ao flertar com comunistas carniceiros como Fidel Castro. É adorado por um sociólogo de Porto Alegre que, evidentemente, também foi apaixonado por Fidel.

4) Leonel Brizola (1922 – 2004): é impossível deixar de fora da lista outro entreguista, esse nascido em Carazinho. Fez escolas, é verdade. Mas também recebeu dinheiro de Cuba para comprar armas e tocar uma revolução no Brasil, o que, sabemos, nos transformaria num Camboja de tamanho continental. Isso o absolve? Lógico que não. Como governador do Rio de Janeiro fez acordos com bicheiros e também deixou a zona livre para os traficantes crescerem. A polícia ficou de mãos amarradas para combater o crime. No fim, ainda foi o último a desembarcar do famigerado governo Collor de Mello, outro oligarca que terminou impichado. Defendeu o alagoano quase até os estertores, apesar da roubalheira que vinha à tona.

5) Dilma (Ha)Vana Rousseff: não adianta nós, gaúchos, tentarmos jogar a bomba aos mineiros, onde a Sra. Pasadena nasceu. Aquela que veio a ser a 36ª presidentE do Brasil até sofrer um justo (mas demorado) impeachment em 2016, teve toda sua formação política e ideológica no Rio Grande do Sul. Formou-se na UFRGS. Não adianta. Nós criamos esse Frankenstein político. Como revolucionária, juntou-se a tudo o que não presta: foi membro do Comando de Libertação Nacional, que depois se juntou à Vanguarda Popular Revolucionária, comandada por Carlos Lamarca. Depois, criaram a VAR-Palmares. Todos grupos violentos e terroristas. Dilma foi presa após promover terrorismo no Rio de Janeiro. Assaltou banco, roubou caminhão de carga. Como presidente fez a pior gestão já vista no Planalto. Erro após erro. Escândalos de corrupção ocorrendo embaixo de sua mesa. Mas ela, para variar, não sabia de nada.

6) Tarso Genro: não vou citar que o petista fez a pior gestão entre todos os governadores na história do Rio Grande do Sul. Poupá-los-ei de lerem tanta desgraça. Em 2009, o então ministro da (in)Justiça concedeu asilo ao terrorista Cesare Battisti (que já cumprira pena na Itália em 1972, por furto, e em 1974, por assalto a mão armada). Genro cuspiu na soberania nacional. Agora, o sanguinário italiano está preso, após confessar suas barbáries e assassinatos cometidos em favor da revolução enquanto era líder do violento grupo marxista Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), da Itália. Tarso não teve honra para pedir perdão ao país.

7) Luciana Genro: ganhando como política e morando melhor ainda, mas contra o capital financeiro e a favor de invasão de propriedades privadas, conseguiu envergonhar os gaúchos durante os debates para a presidência da República em 2014. Creio que até os militantes de esquerda ficaram corados.

8) Maria do Rosário: preciso escrever sobre ela? Se fizer uma eleição dentro de uma penitenciária, quem venceria, a deputada petista ou Jair Bolsonaro?

9) Olívio Dutra: o Mujica gaúcho tem jeito de bom senhor, mas jamais fez qualquer crítica às barbáries petistas. Há alguns dias, disse que o chefe do mensalão não “roubou nada. Não acumulou riqueza”. Sim, ele disse isso. Como governador do Rio Grande do Sul mandou a Ford embora, impedindo a geração de muitos empregos. Jogou no lixo uma grande oportunidade de desenvolvimento para o estado.

10) Manuela D’Avila: a política do PCdoB iniciou sua vida pública num local estratégico: dona do bordão blza blza, cativou jovens incautos à militância de esquerda. Filiada a um partido com um passado obscuro, sombrio (que ceifou mais de 120 milhões de vidas no mundo – de acordo com documentos do Livro Negro do Comunismo), sempre foi braço de apoio do PT. Sim, o partido que saqueou o Brasil. É admiradora do condenado Lula. Tem envolvimento no atual e escandaloso caso The Intercept. Jamais fez nada produtivo pelo país; pelo contrário, se alimenta promovendo a luta de classes, de gêneros e de raça. Tentou ser vice-presidentE, sendo deixada de lado pelo poste. Contra Israel e contra os princípios judaico-cristãos, na campanha eleitoral foi à missa, a mando de algum líder do partido, um homem.

O ranking se refere aos políticos, não às pessoas (físicas). Contudo, deixo perguntas ao leitor: um mau político pode ser uma boa pessoa? Um político envolvido em assassinato pode ser uma boa pessoa? Um político que apoia um partido que rouba pode ser uma boa pessoa? A resposta fica com você, caro leitor.

Esses são, incontestavelmente, políticos que não poderiam mais estar na vida pública ou não deveriam ter estado (aos que partiram ou deixaram a política).

O Rio Grande do Sul, diferentemente do que eu pensava quando jovem, não é um um estado politizado. É, na verdade,, uma havaninha brasileira que sofre com décadas de doutrinação marxista, começando nas escolas básicas, tendo seu auge nas universidades, e findando nos sindicatos e nos militantes disfarçados de jornalistas.

Dentro desse processo, invariavelmente, surgem novas aberrações políticas, além de se manterem os atuais na vida pública. Ou seja, é um ciclo que se retroalimenta.

“Estado politizado”, acreditava eu. Tasc tasc tasc (onomatopeia para risos)…

Bobinho…

Ianker Zimmer

Ianker Zimmer

Jornalista diplomado pela Universidade Feevale (RS). Trabalhou no Jornal NH e na Rádio ABC - ambos veículos do Grupo Editorial Sinos. É colunista do Instituto Liberal, do site Opinião & Crítica e colabora com conteúdos ao Political Science (Fleekus - EUA). Também trabalha como assessor de imprensa e comunicação. Autor do livro "A Filosofia do Fracasso - ensaios antirrevolucionários".