O voto distrital

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voto distritalNão por se tratar de uma ideia absolutamente inovadora, o artigo de José Serra, hoje, no Estadão, parece-me adequado e… urgente. O sistema eleitoral, no Brasil, um país de dimensões continentais, mesmo dividido em unidades estaduais, não contribui para aproximar eleitores de seus representantes.

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Nem mesmo vereadores em grandes cidades são escolhidos para serem representativos de determinados segmentos de eleitores. Em uma capital como São Paulo, é raro estabelecer-se vínculo entre eleitor e eleito. Dois ou três meses depois das eleições, muito poucos se lembram que candidato elegeram. Estes últimos raramente têm que prestar contas ao fim do exercício de seus mandatos. É este o sistema que permeia a totalidade das eleições no Brasil.

Com a exceção de uns poucos “patrocinadores” de suas campanhas a quem devem lealdade, nossos representantes não nos devem nada. E nada lhes podemos cobrar. O voto distrital seria um bom caminho para responsabilizar a política por suas atuações.

imagem: Wikipédia; links atribuídos pela Editoria

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Um comentário em “O voto distrital

  • Avatar
    19/02/2015 em 7:16 pm
    Permalink

    Voto distrital. Implantação gradual.
    O voto distrital traz duvidas e desconfianças. A maneira de contornar isso, de vencer resistências, é com sua implantação gradual, a saber: começar pelas câmaras municipais onde a coisa parece mais simples e depois introduzir nas eleições estaduais onde aprenderemos, por exemplo, como estabelecer os distritos e seus limites geográficos.

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