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O que cabe ao governo fazer quando há um surto epidemiológico?

Cabe ao governo proibir remédios? Não.
Cabe ao governo impor vacinação? Não.
Cabe ao governo impor máscaras? Não.
Cabe ao governo impor lockdown? Não.
Cabe ao governo impor distanciamento? Não.
Cabe ao governo impor fechamento de estabelecimentos? Não.
Cabe ao governo impedir o livre trânsito? Não.

Então o que cabe ao governo fazer quando há um surto epidemiológico?

Cabe ao governo impor quarentena aos infectados, porque assim como o governo não pode impor nada a pessoas inocentes, infectados por vírus que provocam consequências irreversíveis não podem colocar terceiros em risco.

Eu disse vírus com consequências irreversíveis.

Isso não significa que quem não quer, tenha que tomar um remédio, ou quem quer se vacinar, se isolar, usar máscaras, se distanciar, ficar em casa, fazer quarentena, pedir falência, não possa.

Não existe essa coisa que andam chamando de liberdade coletiva, de interesse ou bem comum, de saúde pública, de direito coletivo.

Antes de qualquer noção de coletivo, existe, na realidade, o indivíduo, o único a possuir direitos individuais que por sinal são inalienáveis. Existe responsabilidade individual sobre os atos que cada indivíduo pratica por sua conta e risco, e que é intrasferível. E, também, existem deveres que cada indivíduo deve assumir, se tiver concordado em fazê-lo a partir das suas próprias escolhas, necessariamente, livres e voluntárias.

De resto, estaremos falando de arbítrio, tirania, coletivismo estatista, tudo o que social-democratas, fascistas e comunistas adoram para poderem mandar na vida dos outros, o que oportuniza-os a ganharem a vida sem fazerem esforço.

Se vocês querem saber se, quando sair a vacina chinesa, russa ou suíça, qual eu irei tomar? Se vier a tomar. Se vocês querem saber se, caso eu venha a contrair Covid-19, se vou tomar ou não determinados remédios?

Eu respondo, com todo respeito, com uma pergunta.

Isso é da conta de vocês? Não, né?

Então, vamos combinar uma coisa definitivamente. Cada um cuida da sua vida e eu cuido da minha. E não esqueçam. Façam força para que aqueles que querem cuidar das nossas vidas por nós, desistam.

Roberto Rachewsky

Roberto Rachewsky

Empresário e articulista.