fbpx

Egoísmo não é virtude: uma crítica à ética objetivista de Ayn Rand

Na introdução da obra intitulada A virtude do egoísmo, na qual estão reunidos textos que visam à apresentação e fundamentação da chamada ética objetivista, Ayn Rand denuncia no uso popular da palavra egoísmo um suposto desvirtuamento do seu significado mais genuíno e vê nisso não apenas um equívoco, mas “uma tergiversação devastadora[1]” que seria a maior responsável pelo “restrito desenvolvimento moral da humanidade.”

Rand explica que, enquanto, no uso popular, a palavra egoísmo toma quase o sentido de maldade, no dicionário, seu significado exclui a avaliação moral: egoísmo é simplesmente a preocupação com os próprios interesses. Sem admitir que o altruísmo possa simplesmente valorar de modo positivo as ações que visam também o interesse dos outros, ela o expõe como uma ética que considera nociva qualquer preocupação com os próprios interesses[2]. Essa caricatura do altruísmo, para a qual “qualquer ação praticada em benefício dos outros é boa e qualquer ação praticada em nosso próprio benefício é má[3]”, perpassará todo o romance A Revolta de Atlas.

Um dos vários problemas do altruísmo apontados por Rand é não permitir conceito algum “sobre um homem que se auto-respeita e é independente economicamente – um homem que sustenta sua vida através de seu próprio esforço e nem se sacrifica pelos outros nem sacrifica os outros por si[4].” A moral altruísta acabaria chamando esse tipo de homem pejorativamente de egoísta; mas, segundo os critérios de Ayn Rand, esse é o modelo de um homem virtuoso; logo, para ela, o egoísmo é uma virtude.

Ao reduzir o altruísmo a uma estreita visão de mundo que não permitiria conceber os homens a não ser como “animais para sacrifício e beneficiários do sacrifício alheio[5]”, Rand abre espaço para o maniqueísmo que estará fortemente presente no referido romance, no qual está dividida em dois grupos antitéticos a sua galeria de estereótipos.

De um lado estão os bons, os fortes, os heróis empreendedores, os homens de ação: Dagny Taggart, vice-presidente da empresa ferroviária Taggart Transcontinental; Hank Rearden, líder da empresa siderúrgica Rearden Metal; Francisco d’Anconia, milionário argentino com minas de cobre espalhadas pelo mundo; Eddie Willers, assistente de Dagny; Ellis Wyatt, empresário na área dos petróleos e Dan Conway, presidente da Phoenix-Durango, uma companhia ferroviária concorrente da Taggart. Esses personagens…

“Possuem um espírito frio, analítico e estritamente racional, são implacavelmente focados e auto-centrados, obcecados com lucro e eficácia, são movidos por uma determinação inquebrantável e trabalham dia e noite, fins-de-semana. São leais, frontais e sem artifícios, são apaixonados pela inovação, têm uma visão ultra-liberal dos negócios e da sociedade. E como Rand acredita na fisionomia como espelho da alma, os “bons” têm feições talhadas a cinzel, silhuetas esguias, corpos ágeis e longas pernas. E usam roupas de bom corte, mas práticas, funcionais e sem ostentação[6]“.

Do outro lado estão os maus, os fracos, os medíocres: Jim Taggart, irmão de Dagny e presidente da Taggart Transcontinental; Wesley Mouch, um ex-lobbista influente na política, Orren Boyle, um rival de Rearden no negócio do aço etc:

“São pançudos ou, pelo menos, flácidos, têm lábios moles, denotando pouca firmeza ou até cobardia, fisionomia inexpressiva e cabelo ralo. Levam uma vida de ócio e reuniões sociais feitas de conversa frívola, graçolas, boatos e maledicência. A sua ideologia é uma mescla de sentimentalismo barato e socialismo difuso. São dissimulados, pusilânimes, traiçoeiros, oportunistas, interesseiros, invejosos, frívolos e vaidosos. […]

Os empresários visionários reúnem tantas qualidades face a esta súcia que se diria que o confronto estava ganho de antemão – porém, os medíocres imobilistas têm a seu favor jogar sujo enquanto os primeiros jogam limpo e o seu poder sobre o governo permite-lhes inclinar o campo de jogo a seu favor. E assim, a coberto de um discurso aparentemente piedoso e humanista, mas retintamente hipócrita, acabam por beneficiar, sem suor ou canseiras, daquilo que os empresários visionários plantaram e regaram[7]”.

A supracitada análise crítica dos personagens de Rand encontra-se em uma longa resenha publicada no site português Observador com o intrigante título: “A Revolta de Atlas é tão perigoso como Mein Kampf?” Após descrever como “a bíblia dos libertários, neo-cons e alt-righters americanos” a obra a ser resenhada, o autor português faz uma boa sinopse do cenário no qual o romance se desenvolve: “Uma América em penoso declínio, controlada por parasitas tagarelas que debitam arengas onde se misturam socialismo nebuloso e sentimentalismo barato e se obstinam em erguer obstáculos aos poucos homens e mulheres de acção que lutam heroicamente para salvar o país da ruína[8]”.

Não convém aqui nos determos em uma resenha do controverso romance, mas importa ressaltar os elementos dessa obra que ilustram a ética objetivista que estamos a confrontar. Tendo em vista que o romance é confessadamente a exploração literária de uma tese pretensamente filosófica, não causa estranheza que os valores éticos defendidos por Ayn Rand encontrem-se difundidos nas atitudes e nas falas dos seus heróis, que são os empresários visionários:

“Não temos nenhum objectivo espiritual. Só andamos atrás de coisas materiais. Apenas isso nos interessa”

“Somos nós que movemos o mundo e somos nós que o vamos salvar”

“Quero estar preparado para declarar a maior virtude de todas: que fui um homem que ganhou dinheiro”

“Nada tem importância nesta vida, a não ser a nossa competência no trabalho. Nada. Só isso […] É a única medida do valor humano. Todos os códigos de ética que tentam enfiar-nos pela goela abaixo não passam de moeda falsa, inventada por vigaristas para arrancar virtudes às pessoas. O código da competência é o único sistema moral com um padrão certo”

Todas essas falas dos protagonistas de A Revolta de Atlas exemplificam e dão vida ao código de ética randiano. No texto A Ética objetivista, Rand chega a formular uma teoria das virtudes; mas se, por exemplo, no clássico esquema triádico de Platão a sabedoria, a temperança  e a coragem aparecem respectivamente como as virtudes da parte racional, apetitiva e irascível da alma, em Rand não há obviamente nenhuma teoria da alma a sustentar o seu esquema, também tríádico, no qual a racionalidade, a produtividade e o orgulho são apresentadas como as virtudes que correspondem aos valores: razão, propósito autoestima, todos eles, por sua vez, subordinados ao valor supremo que seria a própria vida[9].  

Essa teoria das virtudes é o código de ética do egoísta racional, o ideal de homem que Rand tem em mente. Ela pretende nos ensinar que a razão é “a nossa única fonte do conhecimento, nosso único juízo de valores e nosso único guia de ação[10].” Ensina também que os maiores atributos do caráter de um homem produtivo são: “sua habilidade criativa, sua ambição, sua autoafirmação, sua recusa em suportar desastres que ele não provocou e sua dedicação em transformar a terra na imagem de seus valores[11]”.

Esse último atributo, convenhamos, é um tanto megalomaníaco e soa paradoxal a uma pensadora que sempre combateu as tiranias, as ditaduras, que não deixam de ser a imposição de um mundo talhado à imagem e semelhança de seus déspotas ou idealizadores; mas isso é menos estranho do que a receita que Ayn Rand propõe para se alcançar a perfeição moral, a qual se conquista “não aceitando códigos de virtudes irracionais impossíveis de serem praticados[12].”

Certamente ela considera irracional e impraticável amar os inimigos, orar pelos que nos perseguem e caluniam, dar a outra face, pagar o mal com o bem etc. Jesus, para ela, deve ser o anti-herói por excelência e sua moral irracional, que faria da autoimolação uma virtude ou dever, precisa ser rejeitada. Para Rand, a redenção da humanidade passa pela Atlântida de John Galt, que fica bem distante do Gólgota do Cristo. Não é exagerada a dura afirmação que Russell Kirk faz ao comentar seu encontro com Rand em um debate televisivo: “Ayn Rand literalmente colocaria o símbolo do dólar no lugar da cruz: ela faz exatamente isso em A Revolta de Atlas[13].”

Ayn Rand é uma moralista, muito embora pregue uma moral invertida. Ela crê fortemente que a sua ética objetivista é a luz de que carece a humanidade. Talvez dessa crença advenha “o fogo curiosamente religioso em intensidade” que Kirk percebeu em seus olhos. É o fogo do dogmatismo que quer converter e fazer prosélitos: “ela tem uma religião invertida – uma ideologia de eficiência e autossatisfação – na economia, na política, no sexo. (Ideologia, a propósito, significa pseudo-religião, a substituição de doutrinas religiosas por dogmas políticos.) E nisso mora a loucura[14]”.

A ética objetivista exalta, propala e prega uma existência moral racional cuja essência é a preocupação do indivíduo com seus próprios interesses, sendo ele próprio o beneficiário de seus atos morais[15]. Qualquer brecha entre o ator de um ato moral e o beneficiário implica, segundo Rand, em injustiça, pois equivale ao “sacrifício de alguns homens em favor dos outros, dos que agem em favor dos que não agem, dos que têm moral em favor dos imorais[16]”.

Os escritos não literários de Rand caracterizam-se pela tendência de simplificar correntes e problemas éticos até torná-los uma caricatura à qual poderá sobrepor um código moral que considera objetivo, racional e científico. Dessa forma, ela afirma que os filósofos que puseram a ética fora do escopo da razão no limite puseram-na à deriva da escolha subjetiva e do capricho[17].

Ao tentar falar de metafísica, ela nos brinda com a máxima de que “a vida é o único fenômeno que é um fim em si mesmo[18]” e que “falar de valor separadamente de vida é pior do que uma contradição em termos[19]”. A fundamentação, porém, dessas afirmações aparentemente bombásticas é uma petição de princípio expressa na outra máxima de que “é somente o conceito de vida que torna possível o conceito de valor[20]”.

O fato é que as hipóteses que sustentam a sua epistemologia, na qual ela pretende sustentar sua ética, estão equivocadas. Ela simplesmente nega a relevância do instinto para a sobrevivência humana, a qual faz depender de um arranjo conceitual e de uma capacidade reflexiva que, na verdade, são desdobramentos evolutivos em um ser vivo que precisou primeiramente sobreviver e o fez inicialmente não através da razão, mas do instinto. Para validar sua ética objetivista, Rand deixa de lado a história natural do homem e o concebe como um ente instado a agir desde sempre por intermédio da razão.

Ao especular acerca de como o homem chega ao conceito de valor, de bem e mal, Rand ensaia uma genealogia de inspiração nietzscheana na qual faltaram duas coisas: a genialidade e a elegância estilística de Nietzsche. Onde Nietzsche usaria seu conceito de Vontade, Rand usa o seu conceito de Razão. Se os não dotados de vontade de potência são para Nietzsche fracos e ressentidos, para Rand os que não fazem um uso objetivo da razão são “parasitas mentais.[21]”: ambos, porém, convergem no desprezo pela moral cristã, que dignifica o outro não pelo grau de sua vontade de poder ou pela amplitude de sua capacidade produtiva, mas em si mesmo, na sua força ou na sua fraqueza, no seu brilhantismo ou na sua estupidez, na sua arrogância ou na sua humildade.

Em vão o leitor de Ayn Rand procurará na ética objetivista um espaço para os desprovidos dos atributos que ela julga superiores. Se a razão está ligada à sobrevivência e a ética é um código de conduta para os que sabem e podem exercer bem a sua faculdade superior de reflexão e ação, os inaptos estão dispensados de participar dessa sociedade de notáveis. Lembremos que, para viver em Atlântida, o paraíso organizado por John Galt, deve-se prestar um juramento: “juro pela minha vida e pelo meu amor a ela que nunca vou viver em função de outro homem nem pedir a outro homem que viva em função de mim”.

É o juramento de rejeição do sacrifício como um valor. Imagino uma mãe declamando solenemente o juramento de John Galt ao lado do berço do seu filho que nasceu com paralisia cerebral, síndrome de Down ou qualquer outra deficiência física ou mental. Imagino um filho prestando o mesmo juramento ao lado do seu pai ou da sua mãe que sofre de Alzheimer. Talvez isso jamais acontecesse, pois nesse fantástico mundo no qual o valor do ser humano está restrito à sua capacidade de ação ou reflexão, o filho dessa hipotética mãe sequer teria a oportunidade de nascer, pois a mãe estaria proibida, pelo código de ética objetivista, de exercer o seu amor no sacrifício.

Apesar de estar próxima a Nietzsche quanto ao desprezo pela religião ou mesmo quanto à consideração do niilismo como uma das causas da decadência da civilização, Rand distancia-se do filósofo alemão justamente naquilo que ela propõe como alternativa para o niilismo decadente: a objetividade da razão.

A existência de uma realidade objetiva e a possibilidade de apreendê-la através da razão (o que, em linguagem epistemológica, chamaríamos de realismo dogmático) é um dos pressupostos da filosofia randiana sem o qual todo o seu sistema de pensamento desmorona. Nada mais perigoso para ela, portanto, do que o relativismo, o ceticismo ou o perspectivismo nietzscheano para o qual não existem fatos, só existem interpretações.

O romance A Revolta de Atlas está a serviço do objetivismo, que, como vimos, defende um racionalismo radical e dogmático e um individualismo feroz; mas o objetivismo é também uma teoria política focada na defesa dos direitos individuais e do livre mercado. É esse aspecto do pensamento de Ayn Rand que, depurado dos seus excessos, contém valor e atualidade. A sua crítica ao coletivismo e à mentalidade coletivista é perspicaz e necessária. Nesse ponto, ela consegue ser certeira e sua distopia é quase profética porque ela alcança e denuncia o cinismo e a hipocrisia daqueles que, em nome do bem comum ou de um falso amor pela humanidade, sufocam a liberdade criadora do indivíduo e inviabilizam o dinamismo social.

No nosso entendimento, portanto, o objetivismo é válido como teoria política, equivocado como teoria do conhecimento e dispensável como ética. Fazer tais distinções e não aderir ao objetivismo em bloco é o que permite extrair dos escritos de Ayn Rand seus melhores elementos.

No já referido texto em que faz alusão ao seu debate com Rand, Russell Kirk expressou bem uma posição de concordância no que concerne a aspectos políticos e econômicos e de discordância no que concerne a aspectos éticos, morais e existenciais:

“Miss Rand e eu argumentamos que o Estado de massa significa uma nova escravidão, e que aquilo que muitas vezes hoje se chama de justiça social é nada mais do que penalizar os capazes e diligentes, através da legislação, recompensando os frouxos e desajeitados – que dão votos.

Mas nós discordamos completamente sobre todo o propósito da vida e da ordem social civil. Ayn Rand literalmente colocaria o símbolo do dólar no lugar da cruz: ela faz exatamente isso em A Revolta de Atlas. E eu digo que a vida não vale a pena ser vivida sem amor, sacrifício, caridade: nós seres humanos fomos feitos para a fraternidade (o que não exclui a competição saudável), e, se vivemos apenas para nossos pequenos e mesquinhos egos, nossas almas murcham.”

Embora eu não tenha nada contra a livre iniciativa (que eu acredito ser um suporte de outras liberdades, assim como o sistema econômico mais eficiente), não se pode tornar a acumulação de dólares o objetivo total da existência. “Não podeis servir simultaneamente a Deus e a Mamon.” Mamon é total egoísmo, dedicação à autossatisfação. A cruz é o símbolo do sacrifício, sofrimento, heroísmo. O símbolo do dólar é o símbolo do lucro, o que não tem problema em minha visão, desde que seja honesto; mas o lucro material não é felicidade, muito menos todo o nosso dever[22].

Note-se que o texto de Kirk traz as nuances necessárias para uma defesa não dogmática do liberalismo: a caridade e a fraternidade não excluem a competição saudável. Admitir que a livre iniciativa é o suporte de outras liberdades e o sistema econômico mais eficiente não impõe fazer da acumulação de riqueza o objetivo da existência. Da mesma forma, não ver o lucro honesto como um mal é diferente de fazer da capacidade de ganhar dinheiro um critério de valor, um requisito para a felicidade ou um dever moral.

O autor que, no título da sua resenha, questionou se A Revolta de Atlas seria tão perigoso quanto Mein Kampf, parece ser da opinião de que o livro de Rand é mais perigoso, por ter sido (e ainda ser) mais influente do que o de Hitler. A comparação, claro, é exagerada, esdrúxula e leviana, mas não deixa de ser um alerta para aqueles que adotaram A Revolta de Atlas como referência ética e livro de cabeceira. A visão de mundo de Rand é incompatível com o humanismo e com uma sociedade aberta fundada não apenas na liberdade e no lucro, mas também no ideal de fraternidade, igualdade e justiça.

É excitante e ao mesmo tempo cômodo para bilionários e milionários, para os campeões do empreendedorismo e para os CEOs das grandes empresas e start-ups se depararem com uma eloquente defesa moral da ambição, do orgulho, do acúmulo de riqueza e do egoísmo; mas o papel da filosofia não é arrumar o travesseiro na cama para a nossa consciência dormir tranquila. É, pelo contrário, revirar essa consciência, incomodá-la, deixá-la desperta, insone, alerta.

Olhando por esse ângulo, as verdades que A Revolta de Atlas traz sobre a hipocrisia do mundo político, sobre os riscos do estatismo e sobre a covardia de uma sociedade rendida ao politicamente correto são um despertador bem vindo para os que dormem, no nosso país, o sono profundo do populismo, do paternalismo e do patrimonialismo. Por outro lado, é perniciosa a transmissão da ideia de que qualquer esforço em assegurar mais oportunidade para os menos favorecidos equivale a chancelar o coletivismo.

A estética do egoísmo desenvolvida por Rand é, no mínimo, inconsequente.  A defesa intransigente de uma moral cujo valor absoluto é o auto-interesse é incompatível com uma ética que faça jus a esse nome e com uma filosofia cujo escopo seja a libertação da mente e não o seu aprisionamento em dogmas, sejam eles religiosos ou supostamente racionais.

Aquele que, com seu sacrifício, nos ensinou a ter um olhar benevolente em relação ao próximo já elevou a ética e a moralidade a um patamar que nenhuma filosofia objetivista será capaz de fazer retroceder.

Referências bibliográficas:

RAND, Ayn. A virtude do egoísmo. Tradução revista por Winston Ling e Cândido Mendes Prunes. Porto Alegre: ed.Ortiz/IEE, 1991

______. A revolta de Atlas. Tradução de Paulo Henrique Britto. São Paulo: Arqueiro, 2017

XAVIER, Dennys (Org.) Ayn Rand e os devaneios do coletivismo. São Paulo: LVM editora, 2019

 

FERNANDES, José Carlos Ayn Rand: “A Revolta de Atlas” é tão perigoso como “Mein Kampf”? In  https://observador.pt/especiais/ayn-rand-a-revolta-de-atlas-e-tao-perigoso-como-mein-kampf/

KIRK, R. An Encounter with Ayn Rand In To the point : august 1, 1962. https://kirkcenter.org/to-the-point/an-encounter-with-ayn-rand/

Notas

[1] RAND, Ayn. A virtude do egoísmo. Tradução revista por Winston Ling e Cândido Mendes Prunes. Porto Alegre: ed.Ortiz/IEE, 1991. p.14

[2] Idem. p.15

[3] Idem. p.15

[4] Idem p.17

[5] Idem p.17

[6] Ayn Rand: “A Revolta de Atlas” é tão perigoso como “Mein Kampf”? Por José Carlos Fernandes. In  https://observador.pt/especiais/ayn-rand-a-revolta-de-atlas-e-tao-perigoso-como-mein-kampf/

[7] Idem

[8] Ayn Rand: “A Revolta de Atlas” é tão perigoso como “Mein Kampf”? Por José Carlos Fernandes.

[9] RAND, Ayn. A virtude do egoísmo. p.35

[10] Idem p.35

[11] Idem p.36

[12] Idem

[13] KIRK, R. An Encounter with Ayn Rand In To the point : august 1, 1962. https://kirkcenter.org/to-the-point/an-encounter-with-ayn-rand/

[14] Idem

[15] RAND, Ayn. A virtude do egoísmo. p.17

[16] Idem p.17

[17] Idem p.23

[18] Idem p.24

[19] Idem p.25

[20] Idem p.25

[21] Idem p.32

[22] KIRK, R. An Encounter with Ayn Rand In To the point : august 1, 1962. https://kirkcenter.org/to-the-point/an-encounter-with-ayn-rand/

Catarina Rochamonte

Catarina Rochamonte

Catarina Rochamonte é Doutora em Filosofia, vice-presidente do Instituto Liberal do Nordeste e autora do livro "Um olhar liberal conservador sobre os dias atuais".