Carta à Sua Excelência, o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald J.Trump

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Muito Estimado e Excelentíssimo Senhor Presidente;

 

Em primeiro lugar, gostaria de lhe congratular pela vitória no pleito de Oito de Novembro de 2016. Não restam dúvidas, de que o grandioso triunfo protagonizado por Vossa Excelência foi guiado pelos mais profundos, virtuosos e heróicos sentimentos nacionais que pulsam intensamente no coração de cada cidadão americano. Conscientes de seu dever para com a Pátria e dos valores eternos e transcendentais que fizeram destas nobres terras a nação mais próspera que já existiu no universo, os cidadãos de sua gloriosa pátria deram uma demonstração de como o sentimento popular, posto em ação e organizado na espontaneidade da alma de cada qual, pode derrotar um poder maligno e hostil munido de capacidades financeiras e midiáticas extraordinárias e assustadoras.

Na alvorada do dia 9 de Novembro, o sol que nascia sobre a América e o Ocidente prenunciava a segurança e a estabilidade dos tempos vindouros sob a governança de vossa excelência. A Paz com a Rússia, um diálogo equilibrado com o Oriente, o combate ao Islam radical e outras pautas vitais para a nossa civilização, finalmente poderão emergir do marasmo e da censura politicamente correta em que se encontravam e serem colocadas em discussão plena para que se possa trazer segurança aos nossos cidadãos e as suas famílias. Não há nada mais importante do que a garantia da paz mundial e a restauração de um pacto saudável para a convivência do ocidente com o oriente. A eleição de vossa excelência era a última chance para que este pacto fosse posto em restauro. Deus e seu povo lhe concederam a oportunidade de pô-lo. Que Eles lhe ajudem nessa empreitada.

Fica aqui, em segundo lugar, registrado os meus parabéns ao industrioso e nobre povo americano pela sábia e prudente escolha por seu nome. O povo que criou com as suas próprias mãos a Nação-Modelo jamais decepciona ou decepcionará: na hora em que se encontrar numa encruzilhada, ele, assim como Sócrates ensinou, olhará para dentro de si e escolherá aquilo que carrega consigo em sua alma americana: a preferência pela liberdade. Seu povo, senhor Presidente, tem o dom socrático natural da auto avaliação e o dons Cristãos da humildade, responsabilidade e ação. Esses são dons dos mais preciosos que um cidadão pode ter e tais qualidades devem ser protegidas.

Na madrugada do dia 8 para o dia 9 de Novembro, O homem e a mulher comum da gloriosa e fausta pátria que vossa excelência tem a missão de proteger e dirigir, após checarem e confirmarem o resultado das eleições, entraram nos quartos dos seus filhos, olharam para as suas crianças enquanto dormiam, beijaram as suas testas, acariciaram seus rostos, sorriram e sentiram, aliviados, que seus descendentes repousavam sobre o seio de uma Pátria que continuará a respirar os valores de amor, família, liberdade e trabalho que emanam do coletivo da alma nacional americana e penetram, com essa emanação, a profundidade da vida e do espírito de cada família deste País, que carrega consigo esses valores como se fossem amigos, conhecidos de longa data e respeitáveis mentores da alma.

A sua nobreza de espírito, Senhor Presidente, sua árdua determinação em realizar seu sonho para o seu País e sua luta vitoriosa contra o Consórcio Globalista organizado que tem como ambição primeira destruir tudo o que as famílias deste País acreditam, constituem exemplos grandiosos de bravura e heroísmo que nenhum homem que aspira posições de Estado pode deixar de conhecer. Desta maneira, quero uma vez mais lhe dar os mais merecidos parabéns.  

Escrevo-lhe estas linhas daquele País que o Presidente Nixon chamou de “O Grandioso Vizinho do Sul”, o Brasil. Atualmente, Senhor Presidente, por conta da quase total inaptidão dos canais de informação existentes em buscar a verdade e pelo fato de em nosso país existir certo e estranho espírito de preguiça nacional, nosso povo, em sua estrondosa maioria e, incluam-se aí as ditas “classes pensantes”, vê sua imagem e seu nome com a mais atroz e severa hostilidade. Demonstrar apoio ao senhor em espaços públicos, em conversas com amigos e até mesmo entre familiares, pode custar a amizade, a consideração, o emprego e a boa fama. Aqui, a grande imprensa, em uníssono, o difamou e o escamoteou, mui injusta e cruelmente e acredito eu que por conta da narrativa geral imperante no ar e pelo fato de a mesma receber dinheiro e ter ligações com o Consórcio Globalista. Ligações estas que também existiram e ainda existem em certa maneira dentro do atual governo e que, em treze anos de governos socialistas no Brasil, se traduziram em opressão, miséria, depressão e caos para o nosso povo.

Agora, por Graça, o mesmo sol da liberdade que raiou sobre a América em novembro deste ano, raiou também, no mês de maio de 2016, sobre o Brasil. Seu colega, o Presidente Temer, tem feito, dentro de suas habilidades e capacidades que, devo reconhecer, são dignas de aplauso por conta de seu esforço em pô-las em prática, cavalheirescas e com um ensaio de liberdade excelente perto da falta de cortesia, da estupidez sentimental, moral e estrutural de todos os membros da administração anterior deposta, merecida e providencialmente, por acusações gravíssimas de corrupção.

Todos os Brasileiros de bem que,  oprimidos sob a tirania vermelha do socialismo latino-americano e munidos apenas dos seus sentimentos de amor, pertencimento e união, foram às ruas em 2015 e 2016 estão unidos com o Presidente Temer neste momento e torcendo para que ele tenha uma administração tranquila e nos renda bons frutos nos próximos dois anos.

Como cidadão brasileiro, fica meu pedido para que a América enlace com o Brasil uma sólida, fraterna e inquebrantável aliança comercial, militar, econômica e educacional para que os nossos cidadãos, de uma maneira geral, possam aprender a caminhar pela trilha de ouro da liberdade, da prosperidade, da caridade livre e espontânea entre os indivíduos e deixem de lado os seus tolos resquícios antiamericanos oriundos de anos de esquerdismo e, tal como os cidadãos da sua grande nação, aprendam que o Estado não é a solução para os problemas nacionais, mas sim, o perpetuador deles.  O Brasil e a América, unidos juntos como irmãos do mesmo continente e nos ideais de liberdade, ordem, trabalho e educação, formariam a mais impactante e gloriosa aliança entre as nações, fazendo uma ligação esplêndida entre o norte e o sul e acabando, de uma vez por todas, com as trevas da ignorância política e social que nos mantém presos na ideia de que o norte é um inimigo. Todos os povos latinos deveriam enxergar a América como uma aliada e como uma amiga; como uma irmã mais velha que, mais experiente, vivida e virtuosa, é cheia de lições e exemplos para dar aos mais novos e torná-los igualmente experientes, vividos e virtuosos. Feliz da nação que imita as façanhas da América. Que elas sirvam de exemplo para toda a terra.

Em termos estruturais, desejo de coração que o governo de vossa excelência siga o que o saudoso e heróico presidente Reagan dizia: “ a função do governo é manter a economia forte e livre da inflação e de exageros para beneficiar a vida daqueles que estão começando as suas famílias. Manter os impostos baixos e o tamanho do governo sob controle encorajando a criatividade dos nossos cidadãos e a liberdade econômica. Isso gerará diversas oportunidades para aqueles que estão agora deixando as escolas para começar a trabalhar. E manter a América forte também é buscar a paz. Bem… nada pode ser mais importante do que isso”. Que esta fala dele, simples e pragmática, sirva como um guia para vossa excelência durante a sua governança. Olhe para trás e veja todo o sacrifício, de corpo e alma, que os pais fundadores americanos e figuras como o Presidente Reagan fizeram e, seguindo o exemplo deles, o senhor  fará um excelente governo e poderá entrar para a história como um dos melhores líderes que a América e o mundo livre já tiveram.

São essas, senhor presidente, as palavras que eu tenho para dizer ao senhor. Gostaria, sinceramente, de um dia poder lhe dar um abraço e um caloroso aperto de mão para lhe agradecer pelo exemplo de valentia e coragem que o senhor demonstrou nestas eleições. São lições que, para um jovem como eu que deseja ingressar no serviço à nação, nunca serão esquecidas e serão passadas para as gerações futuras. O Brasil, Senhor Presidente, é um belo livro com uma capa verde e dourada, ainda cheio de páginas em branco esperando serem preenchidas com as mais belas histórias de amor, coragem e heroísmo. Histórias como a do Senhor, servem de exemplo permanente para aqueles que se voluntariam a lutar justamente pelo Brasil e por outras nações ao redor do globo.

As atitudes do senhor não tiveram impacto só para com seu povo, mas para com todos que se importam com a causa da liberdade e sua defesa intransigente contra as forças do mal que desejam o perecimento da virtude e o cabresto das massas controlado por inescrupulosos homens de poder.

Que, sob o comando dos céus, o senhor governe os Estados Unidos da América seguindo os mais altos ideais desta nação e, sempre, sempre, a vontade soberana do seu povo, nunca dos seus inimigos que devem ser combatidos com toda a força e veemência existentes. A América está pronta para ser grandiosa novamente e mostrar para o mundo que a sua tocha da liberdade sempre emanará luz para todos aqueles no mundo que desejam seguir seus grandiosos exemplos e virtuosos caminhos.

Novamente o florão do mundo e o maior exemplo de democracia, de justiça e trabalho, está pronto para ter retirada a máscara de demagogia que tanto fazia mal ao seu povo e mostra, nova e espero que definitivamente, a sua bela face ao mundo: a face do seu povo humilde, esforçado e fiel.

Sucesso senhor presidente, Que Deus lhe abençoe e que Deus abençoe os Estados Unidos da América.

Sinceramente e com os melhores desejos;

Rafael Souza de Hollanda.

Fortitudo – Concordia – Industria.

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