Armas para a defesa são as únicas formas de inibir as armas que atacam

Medo, pavor e desespero perante a iminência de se tornarem vítimas de um ataque imprevisto dominam as mentes e impossibilitam uma reação coordenada para impedir que os criminosos tenham sucesso na sua empreitada homicida. Obviamente, não se pode dizer que a falta de uma atitude heroica é covardia porque não é.

O desejo de sobrevivência que mantemos no nosso subconsciente toma conta da mente e a única coisa em que se pensa é deixar o local da tragédia o mais rápido possível. É isso que se vê nas imagens tristes e impressionantes.

Covardia mesmo transmitem os que insistem em dizer que somente com políticas de desarmamento atos de terrorismo como esses não ocorreriam.

A covardia, nesses casos, diz respeito ao medo de pensar, relaciona-se com o pavor de ter que enfrentar a realidade objetiva, fatos e evidências, deriva do desespero por querer propagar soluções fáceis que não encontram eco na racionalidade.

Leia também:  Jair Bolsonaro e a esperança de um Brasil de disciplina, ordem e progresso

Armas para a defesa são as únicas formas de inibir as armas que atacam.

Vigias, professores e funcionários desarmados nada mais são do que vítimas em potencial de assassinos armados.

Vigias, professores e funcionários treinados e capacitados para agirem com o intuito de retaliar contra ataques como esses são a única maneira de evitar ou minimizar a perda de vidas preciosas.

Câmeras de vídeo, como as que expuseram o massacre, não servem de segurança para eventos dessa natureza. O que elas proporcionam é um espetáculo dantesco que choca, comove e irrita pela incompreensão das autoridades quanto à necessidade de a população poder exercer o seu legítimo direito de defesa tolhido pela arrogância dos mistificadores estatólatras.

O governo, representado pelas forças policiais, não é onipresente nem onipotente para estar em todos os lugares onde crimes como esse podem ocorrer. O trabalho da polícia é complementar e visa mais remediar do que prevenir atos desse tipo.

Leia também:  Economia brasileira: desenvolvimento histórico e perspectivas

Há mais do que suficientes casos onde se viu e se sabe que, quando no local onde se inicia uma ação violenta alguém porta uma arma com chances de retaliar, os criminosos acabam sendo neutralizados.

Quando não se tem recursos de defesa porque as leis impedem os cidadãos de se defenderem, aqueles que impõem essa situação são coniventes com a ação violenta dos criminosos, fazendo com que os que promovem as políticas de desarmamento tornem-se cúmplices daqueles que, motivados sabe-se lá pelo quê, resolvem tirar a vida alheia.

O vídeo é chocante. Se você é a favor do desarmamento, recomendo que você assista, porque talvez a realidade escancarada na sua frente consiga te fazer ver que se uma pessoa de bem, apenas uma, pudesse reagir, vidas perdidas poderiam ter sido salvas.

Leia também:  José Dirceu ameaça o Brasil

O direto à legítima defesa baseia-se na lei da causalidade e não em políticas utilitaristas. Ou seja, ninguém deve ser obrigado a se armar para salvar vidas, mas sim, ninguém pode ser impedido de se armar para salvar a sua.

Gostou do texto? Ajude o Instituto Liberal no Patreon!