Frase do dia

Desde que a lei possa ser desviada do seu verdadeiro propósito – que ela possa violar propriedade em vez de protegê-la -, então todos vão querer fazer a lei, seja para proteger-se contra a pilhagem ou usá-la para a pilhagem.

Frédéric Bastiat

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João Luiz Mauad

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.

3 comentários em “Frase do dia

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    26/01/2015 em 11:33 am
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    O uso da comunicação e do falatório é uma arma muito bem considerada por aqueles que se aboletam no Poder para dele viver e impor suas manias, aliviar os recalques e a inveja.

    É comum ver bancas de jornais exibindo jornalecos radicais em esquerdismo. Estes revivem discursos do se XVIII sem constrangimento e tecem loas aos que se auto intitulam “progressistas” num descarado e incorreto uso da palavra (uma estratégia). Esta foi já a primeira dica sobre as intenções desta fauna socialista no que se refere à manipulação e deturpação da linguagem.

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    26/01/2015 em 11:31 am
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    As palavras que se estabeleceram permitindo a transferência e o acumulo de conhecimento são manipuladas exatamente para informarem o oposto para o qual foram estabelecidas. Trata-se de estratégia política que em nada se difere de uma estratégia de guerra.
    O uso de eufemismos, hiperboles e metaforas é subliminarmente negado induzindo que expressam realidade. O apelo a palavras de sentido original divergente daquele que são usadas, nesta “guerra política” (sim, a política é a guerra por outros meios, não o contrário. Afinal a guerra tem por objetivo submeter os demais a nossa vontade e precede a política como método: violência), é constante. Afinal, como diz a notória frase: “na guerra a primeira vítima é a verdade”. Na política não é diferente, sobretudo por ser esta a continuação da querra, ao contrario do que disse o gal. Von Clausewitz.
    A confusão e a mentira disseminada dentre as vítimas anula sua capacidade de reação eficiente. ABRIR MUITAS FRENTES a fim de dispersar a reação das vítimas também é uma estratégia eficiente, pois que tendo que combater em muitas frentes acaba-se perdendo o foco sobre o ataque principal. Assim, contra argumentar ante “pequenos ataques” de alegações absolutamente imbecis acaba por desviar o foco do principal e mesmo dificultar a coesão dentre as vítimas.

    Ou seja, cria-se histeria sobre o “aquecimento global”, combate ao fumo, ao alcool e direção, desarmamento, homosexualismo, “exclusão social”, impunidade para menores de idade, assistencialismo, taxação/impostos, “consumismo”, religião, pobreza, rumos da economia, censura/controle da midia e etc. etc.. São muitos assuntos lançados como “balões” a fim de dispersar opiniões e dificultar o ânimo para uma contestação ao objetivo principal: o PODER ABSOLUTO do ESTADO HIERARQUIZADO que explora a população como um pecuarista explora seu gado.

    Claro que um pecuarista ou granjeiro faz pelo seu gado apenas o mínimo suficiente para que este lhe seja lucrativo. Não há qualquer apreço de um pecuarista ou granjeiro sobre sua criação. DA MESMA FORMA as CÚPULAS ESTATAIS NÃO NUTREM QUALQUER APREÇO PELA POPULAÇÃO VISTA APENAS COMO o MEIO de ATINGIREM SEUS INTENTOS MATERIAIS e PSICOLÓGICOS/INTELECTUAIS (vide Bertrand Roussel). Como bem apontou Nietzsche, um principe não se condói, não tem nenhuma COMPAIXÃO para com a massa, pois que NÃO CONSEGUE VER-SE COMO TAL (Montaigne foi mais explicito na explicação e menos direto ao ponto). Nietzsche fez a comparação de um humano ante uma inseto. Não há piedade e tão pouco é possível se imaginar sofrimento num inseto. ELE ESTA DISTANTE DEMAIS DA NOSSA FORMA PARA QUE POSSAMOS CONCEBER QUALQUER COMPARAÇÃO ENTRE UM INSETO E UM HUMANO, NÃO É POSSÍVEL COLOCAR-SE OU VER-SE NA POSIÇÃO DO INSETO.

    Da mesma forma, a alta hierarquia estatal deseja e assim sente-se, demasiado superior aos RELES INDIVÍDUOS sem poder algum. Autoridades querem sentir-se superiores, como o príncipe de Nietzsche, e assim imbui-se do máximo desprezo pela população a qual impõem suas vontades. Revoltam-se ao perceber as diferenças entre seus servos e inconformam-se que sem sua anuência ou deliberação estes posam diferenciar-se uns dos outros, já que todos são igualmente servos.
    ESTA É UMA ORIGEM PARA A INCONFORMIDADE DA HIERARQUIA ESTATAL PARA COM A DESIGUALDADE ENTRE SEUS ESCRAVOS (que precisam trabalhar para viver razoavelmente, mas para que o estado permita isso, devem sustentar o luxo da hierarquia estatal.
    Atualmente não há a necessidade de ameaçar a vida ou a integridade dos SERVOS ou ESCRAVOS, BASTA AMEAÇAR-LHES A VIDA CONFORTÁVEL QUE POSSAM SE PROPORCIONAR. Os NEO-ESCRAVOS não possuem APENAS o próprio corpo COMO ÚNICO BEM PASSÍVEL DE AMEAÇA. Portanto os NEO-SENHORES e NEO-FEITORES ameaçam o conforto. Assim, a ameaça do chicote, tronco e forca foram substituídos pela ameaça ao DIREITO de IR e VIR, ao direito de TER um EMPREGO ou EMPREENDIMENTO, a CASA, ao CARRO, a comer e vestir-se bem. Aliás isso pode ser visto facilmente no IPTU, onde para manter a residencia paga-se pelo conforto que esta proporciona: pelo bairro, rua, tamanho e qualidade/valor. Assim, para se morar bem em bom bairro e com conforto se tem que PAGAR POR ISSO AO ESTADO. Quem não gerar riqueza suficiente para manter-se em tal conforto, terá que mudar-se para lugar pior ou residência menos confortável: PAGAMOS AO ESTADO PARA QUE ESTE NOS PERMITA VIVERMOS TÃO BEM QUANTO SEJAMOS CAPAZES DE NOS PROPORCIONAR. Se não paga, o Estado ataca e nos causa uma PERDA AINDA MAIOR do que AQUELA QUE ESTE NOS EXIGE como PAGAMENTO por nosso conforto.

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    26/01/2015 em 11:29 am
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    O uso da comunicação e do falatório é uma arma muito bem considerada por aqueles que se aboletam no Poder para dele viver e impor suas manias, aliviar os recalques e a inveja.

    É comum ver bancas de jornais exibindo jornalecos radicais em esquerdismo. Estes revivem discursos do se XVIII sem constrangimento e tecem loas aos que se auto intitulam “progressistas” num descarado e incorreto uso da palavra (uma estratégia). Esta foi já a primeira dica sobre as intenções desta fauna socialista no que se refere à manipulação e deturpação da linguagem.

    As palavras que se estabeleceram permitindo a transferência e o acumulo de conhecimento são manipuladas exatamente para informarem o oposto oara o qual foram estabelecidas. Trata-se de estratégia política que em nada se difere de uma estratégia de guerra.
    O uso de eufemismos, hiperboles e metaforas é subliminarmente negado induzindo que expressam realidade. O apelo a palavras de sentido original divergente daquele que são usadas, nesta “guerra política” (sim, a política é a guerra por outros meios, não o contrário. Afinal a guerra tem por objetivo submeter os demais a nossa vontade e precede a política como método: violência), é constante. Afinal, como diz a notória frase: “na guerra a primeira vítima é a verdade”. Na política não é diferente, sobretudo por ser esta a continuação da querra, ao contrario do que disse o gal. Von Clausewitz.
    A confusão e a mentira disseminada dentre as vítimas anula sua capacidade de reação eficiente. ABRIR MUITAS FRENTES a fim de dispersar a reação das vítimas também é uma estratégia eficiente, pois que tendo que combater em muitas frentes acaba-se perdendo o foco sobre o ataque principal. Assim, contra argumentar ante “pequenos ataques” de alegações absolutamente imbecis acaba por desviar o foco do principal e mesmo dificultar a coesão dentre as vítimas.

    Ou seja, cria-se histeria sobre o “aquecimento global”, combate ao fumo, ao alcool e direção, desarmamento, homosexualismo, “exclusão social”, impunidade para menores de idade, assistencialismo, taxação/impostos, “consumismo”, religião, pobreza, rumos da economia, censura/controle da midia e etc. etc.. São muitos assuntos lançados como “balões” a fim de dispersar opiniões e dificultar o ânimo para uma contestação ao objetivo principal: o PODER ABSOLUTO do ESTADO HIERARQUIZADO que explora a população como um pecuarista explora seu gado.

    Claro que um pecuarista ou granjeiro faz pelo seu gado apenas o mínimo suficiente para que este lhe seja lucrativo. Não há qualquer apreço de um pecuarista ou granjeiro sobre sua criação. DA MESMA FORMA as CÚPULAS ESTATAIS NÃO NUTREM QUALQUER APREÇO PELA POPULAÇÃO VISTA APENAS COMO o MEIO de ATINGIREM SEUS INTENTOS MATERIAIS e PSICOLÓGICOS/INTELECTUAIS (vide Bertrand Roussel). Como bem apontou Nietzsche, um principe não se condói, não tem nenhuma COMPAIXÃO para com a massa, pois que NÃO CONSEGUE VER-SE COMO TAL (Montaigne foi mais explicito na explicação e menos direto ao ponto). Nietzsche fez a comparação de um humano ante uma inseto. Não há piedade e tão pouco é possível se imaginar sofrimento num inseto. ELE ESTA DISTANTE DEMAIS DA NOSSA FORMA PARA QUE POSSAMOS CONCEBER QUALQUER COMPARAÇÃO ENTRE UM INSETO E UM HUMANO, NÃO É POSSÍVEL COLOCAR-SE OU VER-SE NA POSIÇÃO DO INSETO.

    Da mesma forma, a alta hierarquia estatal deseja e assim sente-se, demasiado superior aos RELES INDIVÍDUOS sem poder algum. Autoridades querem sentir-se superiores, como o príncipe de Nietzsche, e assim imbui-se do máximo desprezo pela população a qual impõem suas vontades. Revoltam-se ao perceber as diferenças entre seus servos e inconformam-se que sem sua anuência ou deliberação estes posam diferenciar-se uns dos outros, já que todos são igualmente servos.
    ESTA É UMA ORIGEM PARA A INCONFORMIDADE DA HIERARQUIA ESTATAL PARA COM A DESIGUALDADE ENTRE SEUS ESCRAVOS (que precisam trabalhar para viver razoavelmente, mas para que o estado permita isso, devem sustentar o luxo da hierarquia estatal.
    Atualmente não há a necessidade de ameaçar a vida ou a integridade dos SERVOS ou ESCRAVOS, BASTA AMEAÇAR-LHES A VIDA CONFORTÁVEL QUE POSSAM SE PROPORCIONAR. Os NEO-ESCRAVOS não possuem APENAS o próprio corpo COMO ÚNICO BEM PASSÍVEL DE AMEAÇA. Portanto os NEO-SENHORES e NEO-FEITORES ameaçam o conforto. Assim, a ameaça do chicote, tronco e forca foram substituídos pela ameaça ao DIREITO de IR e VIR, ao direito de TER um EMPREGO ou EMPREENDIMENTO, a CASA, ao CARRO, a comer e vestir-se bem. Aliás isso pode ser visto facilmente no IPTU, onde para manter a residencia paga-se pelo conforto que esta proporciona: pelo bairro, rua, tamanho e qualidade/valor. Assim, para se morar bem em bom bairro e com conforto se tem que PAGAR POR ISSO AO ESTADO. Quem não gerar riqueza suficiente para manter-se em tal conforto, terá que mudar-se para lugar pior ou residência menos confortável: PAGAMOS AO ESTADO PARA QUE ESTE NOS PERMITA VIVERMOS TÃO BEM QUANTO SEJAMOS CAPAZES DE NOS PROPORCIONAR. Se não paga, o Estado ataca e nos causa uma PERDA AINDA MAIOR do que AQUELA QUE ESTE NOS EXIGE como PAGAMENTO por nosso conforto.

    Voltando então à estratégia de alterar significados das palavras para manipular até através de antigos conceitos associados às palavras, bem como meramente alterando-as a fim de dificultar o entendimento das questões. Esta estratégia, infelizmente, nunca teve a atenção que merecia por parte da população, ou mais propriamente por parte das vítimas do Estado. Esta estratégia nunca foi levada a sério por suas vítimas, que sempre sucumbiram ao frenético palavrório dos algozes da liberdade alheia.
    George Orwell alertou brilhantemente sobre tal manipulação do idioma, mas nem assim houve respeito por tal ardil. O próprio livro sagrado que também alertou sobre a vaidade também alertou sobre a Torre de Babel, ou o caos que linguas divergentes poderia causar. A soberba e a estupidez caminham juntas e de mãos dadas e assim, desprezar uma arma aparentemente tão pífica sempre foi um “orgulho”. Esquece-se que é a linguagem a eficiente arma que atira homens contra homens: aquela que inventa inimigos para aliciar amigos e fragmenta o adversário para lutar entre si mesmo.

    O fato é que nesta guerra há uma QUINTA COLUNA que se vale exatamente da propaganda de uma MORAL CONVENIENTE para imobilizar e fragilizar as vitimas, estas seduzidas em sua VAIDADE e ansiosas por se MOLDAREM à moral que valoriza o indivíduo na comunidade. Essa MORAL ESTRATÉGICA DISSEMINADA e PROPAGANDEADA como a MODA do MOMENTO é exatamente o “POLITICAMENTE CORRETO”, que é uma ESTRATÉGIA MILENAR usada para “amarrar” as vítimas com sua própria vaidade (desejo ostentar-se virtuoso ou “o melhor”), onde os estúpidos e inseguros vaidosos tornam-se absolutamente irracionais e se deixam dominar para moldarem-se aos valores morais arbitrados para as vitimas, ja que os guerreiros agressores possuem uma outra moral para si: aquela moral que valoriza o guerreiro: a MORAL dos BONS. Já para as pretendidas vítimas estes oferecem a “MORAL dos BONZINHOS”.

    A estratégia perfeita é exatamente aquela não percebida pelas vitimas, que a ela sucumbem e nem mesmo assim a percebem.

    Não por acaso a ideia de Trotsky e sua moral dupla: a deles e a nossa.

    Enquanto não se reconhecer a disseminação da moral dupla, não será possível reagir aos agressores que de tal estratégia se valem nesta “guerra por outros meios”.

    Afinal, se diz Clausewitz que:
    “Guerra é um ato de violência destinado a forçar o adversário a submeter-se à nossa vontade”

    Eu ouso corrigir para:

    Guerra é um ato de ESTRATÉGIA destinado a forçar o adversário a submeter-se à nossa vontade.

    Ora, exatamente por isso, contrariando Clausewitz:

    A política é a continuação da guerra por outros meios.

    Afinal, tentar submeter os demais através da política é uma estratégia muito melhor e de resultados mais duradopuros. Também não foi por acaso o apreço de Marx/Engels por Clausewitz.

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