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Vacinação obrigatória: a liberdade desaparece ao menor sinal de coerção

Quem defende o uso da coerção obrigando os outros a tomarem vacinas é um irresponsável. O uso de coerção sobre pessoas indefesas e inofensivas é o que caracteriza um estado totalitário.

Quem quer tomar a vacina para se cuidar é egoísta sim. Egoísta racional. Parece que o Amoêdo, ao dizer que vai tomar a vacina, mas que não é egoísta, quer tomar vacina para o bem comum, o que é uma sandice.

Quem defende o uso da coerção obrigando os outros a tomarem vacinas é um altruísta. Acha que pode sacrificar a vontade dos outros, o interesse alheio, para alcançar o que deseja.

Não há pior negacionista do que aquele que nega a natureza racional do homem, nega a ética do individualismo e nega a existência dos direitos individuais, princípios cientificamente comprovados como os melhores para a vida em sociedade.

Princípios incomparavelmente melhores do que a iniciação do uso da coerção pelo estado, seja para o que for.

Eis aí um típico altruísta social democrata. Por sinal, parece que Ricardo Amorim está no rol. São todos relativistas.

O governo não deve obrigar a vacinação. O papel do governo é defender quem se recusa a ser vacinado.

A única coisa que o governo deve fazer usando o poder coercitivo que lhe foi concedido pelos governados é obrigar infectados a cumprirem quarentena. Para isso, é preciso haver testagem e rastreamento. Governo algum deveria ter o poder de fazer algo que um indivíduo não poderia fazer isoladamente como, por exemplo, obrigar adultos a se vacinarem à força, ou vacinarem aqueles sobre os quais não têm nenhuma responsabilidade. Isso é o mais básico dos princípios de quem defende a liberdade e a responsabilidade individual.

Esses que pregam vacinação compulsória são pequenos tiranetes que querem imputar a gente inocente uma obrigação que não têm. Liberdade desaparece ao menor sinal de coerção.

Alguém não querer tomar vacina é querer usufruir da liberdade a qual ela tem direito. Alguém querer impor uma vacina é querer iniciar o uso de algo que não tem direito alguma, a iniciação do uso da coerção.

Se eu chamá-lo de tiranete, não se ofenda, não é ad hominem. É o que você é. Estou apenas expressando um fato que constatei na realidade que se apresenta.

Roberto Rachewsky

Roberto Rachewsky

Empresário e articulista.