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Quer defender a liberdade verdadeira? Comece lendo Ayn Rand

Em 02 de fevereiro, comemora-se o aniversário de Ayn Rand. Nascida em 1905, em São Petersburgo, na Rússia, viveu até 1982, morrendo em Nova Iorque, nos EUA, para onde migrou em 1926, tendo comemorado na viagem seu 21° aniversário, em Berlim.

Ayn Rand, de tudo que li ao longo dos meus 66 anos, é a mais coerente defensora dos direitos individuais.

Acredito que noventa e nove por cento das pessoas deveriam ser apresentadas à filosofia objetivista através da obra Cântico (Anthem), de Ayn Rand.

A estória de Cântico está muito mais alinhada com a nossa realidade do que A Nascente ou A Revolta de Atlas.

Sim, você pode perceber semelhanças entre a vida real no Brasil e o mundo que cerca Howard Roark ou John Galt. Porém, Cântico visita os subterrâneos que sustentam as sociedades descritas nos dois grandes romances também já citados e faz aflorar o mal que muitos não conseguem enxergar mesmo ele estando embaixo do seu nariz.

Para os que têm dificuldade de ver as nuances, os dilemas, os paradoxos, as dicotomias, porque estão anestesiados achando que ser tratado como uma peça descartável de uma engrenagem é preço de se viver em sociedade, ler Cântico é um insuperável desafio para alguém se manter neutro perante o coletivismo estatista.

Perguntam-me: “Por que eu só recomendo livros de Ayn Rand?”. Eu respondo: não recomendo apenas livros de Ayn Rand. Eu recomendo desde Frédéric Bastiat, Murray Rothbart, Ludwig von Mises, Friedrich Hayek, Israel Kirzner, Henry Hazlitt, Hans-Hermann Hoppe, Auberon Herbert, Edmund Burke, David Hume, John Locke, Adam Smith, John Stuart Mill, Milton e Rose Friedman, até Rousseau, Immanuel Kant, Friedrich Nietsche, Karl Marx, Michel Foucault, entre muitos outros, inclusive a Bíblia, antigo e novo testamento.

Cada um desses autores foca sua mente para responder algumas perguntas relacionadas à nossa existência, ao que precisamos fazer para viver e conviver aqui na Terra.

Ayn Rand foi um pouco além, produziu uma filosofia completa que traz quase todas as perguntas e oferece quase todas as respostas de forma consistente. Ela valoriza a realidade, a razão, a ética, a política e a estética de acordo com certos padrões que são inquestionáveis. Ler Ayn Rand irá despertar na sua mente um senso crítico que nenhum outro autor oferece, o que permitirá uma análise melhor do que os demais autores poderão oferecer na sua busca pelo que é verdadeiro e falso, certo e errado.

Ayn Rand dá ênfase a questões morais baseadas no uso da razão. Isso é o que me leva a dizer: quer defender a liberdade verdadeira? Comece lendo Ayn Rand.

Roberto Rachewsky

Roberto Rachewsky

Empresário e articulista.