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Polarização política e o fim da hegemonia da esquerda

Até a sociedade produtiva acordar, os parasitas, ideólogos marxistas, positivistas, fascistas e coletivistas estatistas em geral tinham a hegemonia e monopolizavam a arena da academia, da política e da mídia. Eles usavam seu discurso hipócrita, mas sedutor, barato, mas sofisticado, raso, mas emotivo, de que não há nada de antiético quando se usa a coerção estatal para suprimir a liberdade individual, confiscar a propriedade privada, usurpando o estado de direito para promover a igualdade na miséria, a fraternidade e a caridade forçada na forma de democracia popular.

Falavam sozinhos enquanto os opositores silenciavam, lamuriavam, sofriam calados, até porque suas ideias eram suprimidas. Isso acabou.

Não dá para ser condescendente com quem não hesita em usar a mentira, a trapaça, o roubo e até o assassinato, seja de seres humanos ou de suas reputações, para se tornar livre das responsabilidades básicas do ser humano racional, lidar com a realidade, usar a razão, criar valor e respeitar os direitos individuais inalienáveis, entre os quais não consta receber o que quer que seja de graça.

É fácil conclamar para a paz social quando se é alguém que engana e vive do trabalho alheio sem dar nada em troca a não ser desprezo, desrespeito, desesperança e destruição.

Polarização é um termo usado quando separamos o joio do trigo, o mal do bem, o ser virtuoso do viciado, quem produz para consumir e quem consome sem produzir nada.

Paz e amor são valores espirituais indispensáveis, mas infelizmente não há paz nem amor sem a criação e a manutenção dos valores materiais e intelectuais por parte dos produtores de bens tangíveis e intangíveis.

Quando o bem e o mal são indistinguíveis, o mal vence sempre, pois ninguém aceita o mal quando se apresenta como é.

Roberto Rachewsky

Roberto Rachewsky

Empresário e articulista.