O nosso moralismo e a ética deles

CONGESSOPTJá tentei mais de uma vez assistir ao vídeo que vem circulando pelas redes sociais de um “debate” entre petistas, realizado no último dia 16 de abril, em preparação para o quinto Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores, que aconteceu este mês; mas é dificíl. O sentimento de náusea vai crescendo, atingindo o seu clímax, quando ouço a frase: “quero insistir, o caminho não é o moralismo, é uma ética de acordo com o nosso projeto”. A frase é de tal modo repulsiva que me perturba todo o organismo. O ilustre conferencista está, caro leitor, se contrapondo, objetando, rebelando-se contra a condenação do tesoureiro do partido, João Vaccari Neto. Não, ele não acha que Vaccari seja inocente, ele simplesmente acha que “o negócio não é esse, não é com moralismo que nós vamos mudar essa questão, porque nós de fato fomos levados de alguma forma e tragados, quero insistir, coletivamente por um conjunto de valores dominantes”.

Se você, caríssimo leitor, acha que roubar para o partido é errado, que não se justifica e que quem o faz deve ir para a cadeia, isso é apenas porque você foi “tragado por um conjunto de valores dominantes”. Mas não se preocupe, logo logo você vai conseguir se libertar desses preconceitos morais pequeno-burgueses, afinal, muito se discutiram nesse Congresso as estratégias de comunicação por meio das quais se viabilizará a hegemonia cultural. Não que a luta armada não seja justa, afirma outro conferencista, é que ela é ineficiente. Eficiente é a revolução cultural e o empenho na “democratização profunda”. O quê? Não sabe o que isso significa? Você, assim como eu, prefere a democracia sem adjetivos e a compreende mais como equilíbrio e limitação do poder? Você é um reacionário preconceituoso, elitista, coxinha, analfabeto político! Você não acompanhou   a revolução do companheiro Chavez na Venezuela. Só lê a revista Veja.

O fato, mais claro a cada pronunciamento de um ilustre partidário, é que o PT se pretende o príncipe da obra de Maquiavel, aquele que pode usar o discurso moral, se este for conveniente, mas que não deve estar atado à moral dos fracos. Lembrem-se da pérola: “o caminho não é o moralismo, mas uma ética de acordo com o nosso projeto.” Diz Maquiavel que o príncipe deve ser amado e temido, “mas como é difícil reunir as duas coisas, é muito mais seguro – quando uma delas tiver que faltar – ser temido do que amado”. Lá na Venezuela parece que faltou amor ao tiranete Maduro, que, em represália, mandou prender quem se lhe contrapusesse e atirar em quem fosse para a rua protestar. Por aqui o PT não está em lua de mel com os brasileiros…

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Ironias à parte, gostaria de utilizar este meu espaço para dar palavra a um amigo que fiz nas redes sociais. Sim, nesse mesmo espaço virtual onde os conferencistas do PT percebem que estão perdendo terreno. Ele é um dos muitos que estão atuantes nas redes sociais. Por quê? Porque quer defender valores, porque tem coragem para fazê-lo. A crença na posse definitiva de uma verdade pode até ser sinal de dogmatismo, mas a fé da criatura em determinados valores é o que nos impede de cruzar o abismo que separa a civilização da barbárie

Segue o texto de uma postagem de Alexandre Ramos da Silva, ao final do qual ele sugere uma lista de pessoas que podem contribuir no debate atual.

 

Aos poucos vamos nos dando conta de algumas coisas: política não se resume em eleições, e envolve coisas que vão muito além dos poderes da república e dos partidos. Política, antes de ser administração, antes mesmo da ética e da transparência, é questão de valores, de visão do mundo, da vida — individual e social — que só no final vai ganhar operacionalidade nas leis, nas políticas públicas e na administração da máquina governamental.

Os socialistas já aprenderam isso há muito tempo. Tendo entendido que conquistar e manter o poder pela força dá muito trabalho e custa muito caro, eles foram tomando a sopa pelas bordas, devagarzinho, atuando nas universidades, nos meios de comunicação e até mesmo nas igrejas, e aos poucos foram promovendo uma alteração dos valores, da visão do mundo e da vida, fazendo com que fôssemos achando coisas que sempre repudiamos como as mais normais do mundo (gaste um tempinho e dê uma pesquisada em “Antonio Gramsci”, “revolução cultural” e “guerra assimétrica”, você vai ficar bobo).

É por isso que vou continuar postando sugestões de leitura para que a gente vá fundamentando nossas opiniões a partir de contribuições de pessoas capazes e sérias, com as inevitáveis e consideráveis diferenças de estilo, amplitude e profundidade na abordagem dos temas. Escolhi de propósito brasileiros contemporâneos (exceto o João Pereira Coutinho, que é português), todos vivos e fáceis de achar na internet. São católicos, protestantes, ateus e agnósticos, e neles vocês irão encontrar opiniões não apenas diferentes mas até opostas sobre vários assuntos importantes, mas a intenção aqui não é oferecer opinião pronta a ninguém, e sim subsídios para que cada um forme a sua, repito, com base em contribuições confiáveis.

Isso é especialmente verdade para esse número imenso e cada vez maior (graças a Deus) de pessoas que vem se desiludindo com o PT e a esquerda em geral. O problema é que a visão de mundo, do ser humano, da vida, da política, do papel do estado, da economia e mesmo da religião — tudo isso permanece esquerdista (portanto distorcido quando não completamente falso) por falta de um novo quadro de referências.

Mas mesmo até para quem jura pela mãe mortinha atrás da porta que não é de esquerda, o fato é que nós vivemos hoje no Brasil a ditadura de um único pensamento, que por ser onipresente – está nos jornais, nas novelas, nas escolas e universidade, nas manicures, nos inteligentinhos ao lado e até nas igrejas – e de tanto ouvir a mesma coisa de tantas fontes e de várias formas a gente acaba pensando que as coisas são assim mesmo, parece até aquele filme Matrix. Sair desse quadrado é difícil, e ficar na contramão do que todo mundo pensa e diz também é. Por exemplo: até que ponto sabemos exatamente o envolvimento dessa coisa que temos hoje no governo brasileiro com o que acontece na Venezuela e com o martírio de cristãos por terroristas muçulmanos?

Não se trata aqui, que fique muito claro, de ser contra o socialismo, o PT e outras coisas nojentas. Isso é apenas uma decorrência daquilo de que somos a favor: uma civilização fundada nos valores do Evangelho, com espaço para todo mundo e todas as crenças e filosofias, exceto, por óbvio (e um pouco por troco), aquelas que exigem a supressão das demais.

Por isso mesmo, e antes dos autores que vêm aí, recomendo insistentemente a leitura do Evangelho segundo São Mateus, capítulos 5 a 7 (os amigos que não são religiosos poderiam ler também, só para ter uma ideia do que discordam sem conhecer). É lá, naquelas poucas páginas, que estão as bases de nossa civilização, essas mesmas que estão sendo solapadas na nossa cara todos os dias. Em nenhuma religião, civilização, cultura, filosofia ou legislação há nada semelhante, e se houver é por influência direta ou indireta dali.

As pessoas são essas aí. Adicionem ou sigam no Facebook, vejam o que dizem, comparem uns com os outros. Em não gostando, um clique resolve. Se gostarem, recomendem aos amigos.

 

Alexandre Borges

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Alexandre Costa

Alexandre Soares Silva

Ana Caroline Campagnolo Bellei

André Brandalise

Augusto Nunes

Bene Barbosa

Bruno Braga

Bruno Garschagen

Carlos Ramalhete

Catarina Rochamonte

Danilo Gentili

Denis Lerrer Rosenfield

Diego Casagrande

Diogo Mainardi

Emerson Oliveira

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Graça Salgueiro

Guilherme Macalossi

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Kim Patroca Kataguiri

Leandro Narloch

Lenise Garcia

Luciano Henrique Ayan

Luiz Carlos Lodi da Cruz (Pe.)

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Luiz Felipe Pondé

Marcel van Hattem

Marcio Antonio Campos

Olavo de Carvalho (você, que já viu esse nome em algum lugar, mas não sabe se é de comentarista esportivo ou remédio para calvície, faça por conta própria essa experiência: procure alguns textos dele de 20 anos ou mais e veja se não bate, no todo e nos detalhes, com o que está acontecendo agora no Brasil. Ele tem um site, você acha fácil no Google).

Paulo Eduardo Martins

Paulo Ricardo (Pe.)

Pedro Sette-Câmara

Pedro Stepien (Pe.)

Percival Puggina

Rachel Sheherazade

Rafael Falcón

Reinaldo Azevedo

Reinaldo José Lopes

Ricardo Fiúza

Ricardo Setti

Roberto Ellery

Rodrigo Constantino

Rodrigo Maria (Pe.)

Rodrigo Gurgel

Rodrigo Mezzomo

Stephen Kanitz

Thomas Giulliano Ferreira dos Santos

Ubiratan Iorio

 

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Comentários

  1. Drª Catarina, como sempre, produziu um texto magistral e relacionou a elite pensante desse país; vamosfalar um pouco de direita, ou melhor, de ultradireita?

    QUESTÃO DE ATITUDE E DEFINIÇÕES

    Publicado em 2 de janeiro de 2012 por ultradireitaemmarcha

    UDM Ultra Direita em Marcha

    Sociedade Burguesa ( e rural) Conservadora, Reacionária, Capitalista, de Ultradireita

    PRECISAMOS DE PESSOAS NORMAIS

    Nós, da Sociedade Burguesa Conservadora, Reacionária, Capitalista e de Direita, temos nossas próprias opiniões e não precisamos da autorização de ninguém para expressá-las, pois o Art. 5º da Constituição o garante; numa escola de Direita, por exemplo, não se olha para A COR DA PELE OU RAÇA para admitir um aluno, e sim para sua NOTA obtida no exame.

    Nós, burgueses, queremos o que toda pessoa NORMAL quer: trabalhar, estudar, melhorar de vida, produzir bens ou serviços para o país SEM TOMAR NADA DE NINGUÉM;nós, da Burguesia, somos responsáveis e só concebemos o número de filhos que podemos sustentar e cuidar; nós, pequenos ou grandes burgueses, NÃO VIVEMOS DE VERBA PÚBLICA, NÃO TEMOS CARGOS PÚBLICOS, NÃO SOMOS AGITADORES ESTUDANTIS PROFISSIONAIS DE NOTAS BAIXAS, NÃO SOMOS SINDICALISTAS PROFISSIONAIS NEM POLÍTICOS PARA SEMPRE; NÓS, DA BURGUESIA, NÃO SOMOS PARASITAS DA NAÇÃO NEM QUEREMOS TRANSFORMAR ESSE PAÍS NUM INFERNO DONDE NÃO SE PODE SAIR E ONDE UM GOVERNO, POR EXEMPLO, NAS MÃOS DE UM DITADOR COMUNISTA, DETERMINARÁ O QUE VAMOS LER, O QUE VAMOS VESTIR, QUANTO VAMOS GANHAR, SE PODEREMOS OU NÃO SAIR DO PAÍS, E A QUEM VAMOS ADORAR. NÓS, DA BURGUESIA DE DIREITA REACIONÁRIA, CAPITALISTA E CONSERVADORA, NÃO PRECISAMOS DE ESMOLAS DE GOVERNO NEM DE NINGUÉM QUE, ABRAÇANDO UMA DOUTRINA TENEBROSA, PATÉTICA, SANGUINÁRIA E SUPERADA PELA METADE DO MUNDO, QUE A PROVOU E A ELA FOI SUBMETIDA, DURANTE SETENTA ANOS, SE AUTONOMEIAM SALVADORES DA HUMANIDADE E SUPERHOMENS DIVINOS QUE VÃO TRAZER A FELICIDADE ETERNA PARA TODOS AQUI NA TERRA. NÃO PRECISAMOS DE PARASITAS, PRECISAMOS DE GENTE NORMAL. SÓ ISSO. DE GENTE NORMAL.

    Vamos definir claramente cada termo, de modo a não haver dúvidas sobre a identidade da ultradireita, ficando a critério de cada um identificar-se com ela ou não. O importante é não se esquecer do seguinte: quando um comunista fala mal da sociedade burguesa, conservadora, reacionária, capitalista e de direita, ele não está atacando somente meia dúzia de magnatas, industriais ou banqueiros. Ele está atacando você, cidadão comum. Você e sua família são o objetivo final que um comunista quer destruir. Você só não será atacado (no princípio) se permanecer um humilde sujeito obediente, daqueles que ficam sem jeito e olham para o chão, encabulados, quando se deparam com um prefeito, deputado ou presidente da república que lhes concede a graça de um minuto de atenção. Certamente você já viu isso. O operário se esquece de que quem sustenta aquele político na sua frente é ele mesmo, o operário. Ele é o patrão. Ele não tem que ficar sem jeito na frente de um político. Tem que olhar nos olhos dele, tem que fazer perguntas: “- Presidente, quando vamos ter mais segurança? Mais polícia? Mais justiça?” Não tem que fazer cara de humilde e se deixar tratar como criança da roça, fazendo cara de coitadinho ou de envergonhado. Tem que ser homem e olhá-lo de frente!

    BURGUESIA CONSERVADORA, REACIONÁRIA, CAPITALISTA, DE DIREITA

    Quem somos nós:

    Sociedade burguesa ou burguesia: conjunto de pessoas que moram no burgo, ou seja, na cidade, dentro do perímetro urbano, ou mesmo no campo e que freqüentam a cidade; pessoas que acordam cedo, estudam ou trabalham, produzem bens e serviços, criam empregos – da pequena loja à grande indústria, do pequeno sítio à grande fazenda -, engrandecem o país e sustentam os três poderes do governo, do menor município ao governo federal, e ainda sustentam todos os comunistas que vivem agarrados no Estado, ou seja, na coisa pública, sejam estatais (Petrobras e tudo que termina em Brás ), câmaras de vereadores, assembléias legislativas, prefeituras, órgãos públicos em geral.

    Conservadora: pessoa que quer conservar as instituições e as boas tradições, como:

    – o respeito aos idosos, servindo-os primeiro à mesa da família, dando-lhes precedência nas filas, nos elevadores, nas calçadas;

    – o respeito aos professores e mestres, que não são tios ou tias, mas professores e mestres;

    – a cortesia no trato com as pessoas, o linguajar respeitoso e adequado ao ambiente em que a pessoa se encontra; – as tradições cristãs da caridade, da solidariedade, dos cultos religiosos recebidos dos pais; – o trajar adequado a cada ambiente, nas festas, igrejas ou velórios; – o asseio corporal, os hábitos diários de higiene, a limpeza, a ordem, a arrumação do lar;

    – a aceitação do estudo e do trabalho, da perseverança e da fé como únicos instrumentos moralmente válidos para se subir na vida;

    Note bem: conservador não quer dizer atrasado e contra o progresso, pelo contrário – é o conservador que trabalha, estuda, pesquisa arduamente, cada um no seu ramo, seja comerciante, estudante, autônomo ou cientista, para fazer a ciência e a civilização progredirem. Ele quer conservar essas tradições.

    Reacionária: pessoa que reage a algo que a afronta ou choca o bom senso: uma injustiça, uma maldade, uma conduta errada. Por exemplo, uma pessoa maltratando uma criança, ou espancando um cachorro; uma pessoa ou um governo querendo impedir, à força física ou por lei, que você expresse sua opinião sobre a pederastia ensinada nas escolas, para as crianças; os movimentos políticos, como o MST, disfarçados de sociais, sustentados à força dos impostos por todos nós, que depredam a propriedade alheia, casas, instalações e tratores, matam o gado, interrompem o trânsito nas estradas e destroem órgãos públicos; se você não reage a isso, você é cúmplice, conivente, um covarde, um lerdo, um frouxo, ou seja, uma pessoa moralmente fraca e decadente.

    Capitalista: ser a favor do capitalismo não é só para banqueiros e grandes industriais; é ser a favor da liberdade que ainda se tem de ter, hoje, um pequeno negócio, loja, quitanda, comércio em geral, e transformar isso em uma grande supermercado ou rede de lojas ou indústria, como fez, p. ex., o vice-presidente José Alencar, já falecido: começou pobre, trabalhou duro a vida inteira e virou industrial, criou milhares e milhares de empregos, e só tinha a 4ª série primária. Isso é o capitalismo: você transforma seu trabalho em bens, serviços e dinheiro e tem a liberdade de usá-los como bem entender. Você acha certo o governo proibir isso?

    De direita: Significa basicamente ser a favor:

    das liberdades individuais, da iniciativa privada, da propriedade licitamente conquistada, do empreendedorismo, da economia de mercado, da prevalência dos deveres antes dos direitos, da responsabilidade individual pela criação da própria família;

    Ser de direita significa basicamente ser contra:

    a estatização da economia, a criação exagerada de órgãos, empresas e cargos públicos, de municípios e estados a ministérios e estatais, da greve no serviço público, das cotas raciais, do ensino e apologia do comunismo e da pederastia nas escolas, da exagerada intromissão do governo na vida das pessoas, do excesso de regulamentação, leis, decretos, portarias e demais regras que infernizam diariamente a vida das pessoas e principalmente dos empresários, do pequeno ao grande, que são quem realmente produzem empregos, bens e serviços;

    Ser de ultradireita, em última análise, é ser consciente ao máximo do perigo mortal e real que representa, para a civilização ocidental e a fé judaico-cristã, para a família e para as liberdades individuais, o avanço lento e contínuo, no Brasil e nas Américas do Sul e Central, do comunismo, socialismo, esquerdismo, estatismo, sindicalismo ideológico e todas as correntes de pensamento, grupos, movimentos, governos e instituições que querem e estão conseguindo, após mais de vinte anos da queda do Muro de Berlim, implantar, por bem ou por mal, esse sistema político, econômico e social tenebroso, assassino e alucinado chamado comunismo ou “ditadura do proletariado”. Ser de ultradireita é ser contra a transformação do Brasil em outra Cuba, Coreia do Norte, Bolívia ou Venezuela, onde é proibido ser burguês, conservador, reacionário, capitalista e de direita, e quem se declara assim é perseguido, preso ou assassinado. Você acha que isso é bom?.

    Logo, sou: Burguês, Conservador, Reacionário, Capitalista e de Direita . E se você é uma pessoa NORMAL, você é: Burguês (ou camponês), Conservador, Reacionário, Capitalista e de Direita. Se você for NORMAL.

    Ser de ultradireita é ser de direita com total firmeza, convicção, fé e intransigência com tudo aquilo que choca e causa indignação à pessoa normal, dotada de senso comum: você, que quer simplesmente viver sua vida, estudar, trabalhar e progredir sem esmolas do governo, quer ser dono da sua vida e do seu destino sem depender de nenhum político ou de quem se julga superior à humanidade e acha que sabe o que é bom para você e quer impor-lhe o que ele acha à força, por bem ou por mal.

    Postado por ULTRADIREITA EM MARCHA