O MST e Dilma

MST_encerramento_quinto_congresso_2007_06142007Já se sabe, há muito tempo, que o MST contesta qualquer forma de progresso no campo. As integrantes do Movimento, ao invés de brigarem por emprego e/ou educação, empenham-se em tentar impedir os avanços que a tecnologia oferece às atividades campestres.

Outra característica marcante do Movimento é sua negação ao diálogo, não importa que a tecnologia seja, na verdade, a mais eficiente aliada à qualificação do emprego.

Ontem, o MST esmerou-se em retardar o desenvolvimento (impossível impedi-lo), em invadir plantações e reverenciar Dilma, como se esta fosse uma camponesa legítima e não, uma náufraga à procura de uma boia.

O MST sabe o que quer (impedir o avanço tecnológico no campo), mas a Presidente da República não tem a menor ideia do caminho a seguir. Provavelmente porque não tem nenhum. A Presidente vai mal das pernas.

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Comentários

  1. Logo no início do seu comentário você diz: “As integrantes do Movimento, ao invés de brigarem por emprego e/ou educação, …..”. Sobre a educação eu lembro-me de ter lido uma matéria em que o assunto versava exatamente sobre as escolas que existiam dentro dos acampamentos do MST, e cujo currículo era calcado nos ensinamentos teóricos de Karl Marx e ‎Friedrich Engels . Já com relação ao trabalho, é bem provável que futuramente se descubra que num acerto escabroso entre Lula/Dilma e o João Pedro Stédile todos os componentes do movimento MST, sejam aposentados por tempo de serviço, por sua militância nas invasões em propriedades privadas, e pelos prejuízos dados à Ciência e a Tecnologia. É esperarmos para ver.