Não é radicalismo. É indignação!

Nós, defensores do capitalismo, somos contra todos os tipos de subsídios do governo a empresas – até porque, o conceito de capitalismo exclui esse tipo de relação.

Todas as pessoas que quiseram ver, viram isso acontecendo durante mais de uma década. Viram Lula e Dilma distribuindo esmolas para os pobres enquanto destinavam montanhas de dinheiro para os mais ricos.

Os militantes de esquerda também se dizem contra que o governo dê dinheiro para os mais ricos, mas o que eles fizeram durante os 13 anos de petismo? Aplaudiram. Aplaudem até hoje.

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Dois dias atrás, o novo presidente do BNDES revelou que o banco, durante os governos Lula e Dilma, destinou quase R$ 2 bilhões para a compra de jatinhos executivos. Desse montante, cerca de R$ 700 milhões foram subsidiados.

Em 2009, por exemplo, a taxa de juros para nós aqui embaixo passou de 12%. Porém, Lula autorizou empréstimos para a compra de jatinhos sob juros de pouco mais de 4%. Essa diferença é paga pelo trabalhar comum.

Os herdeiros do Banco Itaú precisam recorrer a subsídios para comprar alguma coisa? Não. Mas receberam R$ 75 milhões do governo Dilma para comprar um jatinho.

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Esse é apenas um dos 134 casos revelados pelo novo presidente do BNDES.

Dois anos atrás, foi revelado que nesse mesmo período foram destinados a grandes empreiteiras cerca de R$ 1,2 bilhão, também subsidiado.

Considerando a narrativa socialista de que “a riqueza de uns alimenta a miséria de outros”, Lula e Dilma fizeram exatamente isso. O Brasil foi jogado na maior recessão econômica de sua história porque os petistas oneraram o trabalho, o crédito e a produção do país para desviar dinheiro para seus financiadores.

As pessoas que não se revoltam com isso são as mesmas que nos chamam de radicais, lacaios dos capitalistas.

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