Protegido: A indústria da favelização.

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  • Sidney

    Se vocÊ descobrir que o mundo sem egoismo é infinitamente mais benevolente, compreensivo, amoroso, você vai entender porque esse sistema economico é estupido e burro, demoniaco pode-se assim dizer.
    ahuiahauh para de fumar erva mate amigo. Vá ao Uruguai tirar umas férias.
    Mas cuidado para não ficar lá na brisa, perdendo tempo. Volte para trabalhar duro.

  • Caetano

    Acabo de ver a resposta a esse texto escrita por um tal Erick. Fraquíssimo o rapaz. Em resumo ele argumenta que a lei eh apenas uma formalidade (como se jah vivesse em sua vila anárquica) sem valor e faz apelações emocionais. Acontece que as cidades possuem leis, goste ou não. Naã se pode construir prédio acima de x andares no zoneamento tal, os muros laterais devem estar a uma distancia y do vizinho, o recuo frontal deve ser de tantos metros, a área construída não pode ultrapassar tantos % da área total assim como deve haver um minimo de área permeável e por fim temos áreas que por razoes ambientais não podem ser habitadas. Ora, o tal Erick quando possuir sua própria Vila Anárquica que libere a favela e a desordem das construções. Por ora, a cidade pertence a todos e ha leis – no caso, bastante razoaveis – que devem ser obedecidas obedecidas por todos, sem choro.

    • R. Mezzomo

      Prezado Caetano,
      Li o texto a que você se refere! Lamentavelmente, é uma espécie de espasmo anarquista, uma contração involuntária de um jovem cérebro banhado em leituras aligeiradas acerca do pensamento libertário.
      Veja o seguinte fragmento, a saber: “Sei que não vou convencer a classe média nem os ricos com os argumentos acima, então tenho uma proposta que deve agradar a todos: vamos remover os ricos e a classe média dos bairros nobres, colocá-los na periferia e dar aos pobres as antigas casas e apartamentos do Leblon, de Ipanema e Copacabana. Que tal?”.
      A indagação final do autor se revela bastante pitoresca: “que tal?”. Prefiro, evidentemente, não responder.
      Me parece, salvo melhor juízo, um texto típico dos intrépidos libertários, fruto do impeto superior e do senso moral sempre elevado que os acompanha. Eles, caro Caetano, tudo sabem, pois o mundo se resume as trocas voluntárias e ao princípio da não agressão.
      Eu, como liberal de viés clássico e tendo ojeriza ao radicalismo, tento escrever apenas sobre a vida real e o mundo possível. Abomino delírios. Vivemos em um país onde a mentalidade anticapitalista é absolutamente predominante, o ambiente econômico é hostil ao empreendedorismo e a meritocracia. Nestes trópicos o lucro é visto como pecado. Não escrevo, caro Caetano, de em uma torre de marfim.
      Forte abraço e obrigado por sua nota.
      R, Mezzomo

  • Lucas

    Quando li o texto, a primeira coisa que pensei foi que os anarco-capitalistas e libertários radicais iriam chiar hehe. Achei muito lúcido e pertinente o artigo. A favelização causa uma imensa gama de problemas para o Rio de Janeiro e foi um fator que contribuiu bastante para a estagnação econômica da cidade nos anos 90.

    • Rodrigo Mezzomo

      Prezado Lucas,
      Em primeiro, obrigado pelo comentário. Muitos liberais são, paradoxalmente, bastante intolerante. É o famoso “fogo amigo”. Tudo se resumiria, na visão dos radicais, as “trocas voluntárias”. Entretanto, no mundo real e dadas as condições caóticas de nossas cidades, em especial o Rio de Janeiro, algumas soluções precisão ser ventiladas, cogitadas, debatidas sem preconceitos. Essa foi a intenção do texto.
      Em segundo, a proposta de remoção não é excludente para com outras hipóteses liberais. Quando for possível a urbanização, a concessão de títulos de propriedade aos moradores (quando isso for possível!) é mecanismo interessante de inclusão social. Isso permite ao titular utilizar a propriedade como caução em operações creditícias ou negociá-la no mercado em condições mais favoráveis, bem como o estimula a preservar sua propriedade em melhores condições.
      Evidentemente que o debate é amplo e o texto se propõe, tão só, a incitar o debate. Mais uma vez, obrigado. Forte abraço.

  • Gustavo

    Que texto terrível! Espero que o autor esteja escrevendo pro IL por acaso, porque planejamento central, zoneamento urbano e desapropriações são perfeitamente opostos a qualquer pensamento liberal.

    • Eu, como Diretor-Executivo do IL, discordo do texto também, e pretendo fazer um texto com outra visão. Abraço!