Homenagem aos 114 anos do nascimento de Ayn Rand

Há 114 anos, em 02/02, nascia em São Petersburgo, na Rússia, Ayn Rand.

Ayn Rand viveu até os 12 anos sob o regime absolutista do imperador Nicolau II. Após, com a Revolução Bolchevique de 1917, conheceu de perto os horrores do comunismo, o que a afetou diretamente até ela fugir para os Estados Unidos da América em 1926, aos 21 anos.

Nos Estados Unidos, a mídia progressista aponta Ayn Rand como conservadora, o que não passa de um mito.

Ayn Rand criou o Objetivismo, uma filosofia completa que advoga pela razão, pelo individualismo e pela felicidade pessoal. Conservadores são mais afeitos à fé, à tradição e ao dever, como valores principais.

Leia também:  Comparações do Câmbio, Risco e Bolsa entre e o Primeiro e Segundo Turno das Eleições de 2014 e 2018

O Objetivismo, politicamente, defende a existência de um governo para prover justiça em última instância, aquela que se vale da coerção para impor a observância das leis e dos contratos particulares e para prover segurança, ao segregar da sociedade quem usa de violência ou combater eventuais agressores estrangeiros.

O Objetivismo advoga também pela proteção absoluta dos direitos individuais, considerando-os a ponte necessária para que o indivíduo possa ter uma vida civilizada no contexto social.

Ayn Rand desenvolveu sua filosofia baseando-se em Aristóteles, mas também no que há de melhor entre os pensadores renascentistas e iluministas.

Leia também:  EVENTO - Lançamento do livro "A Constituição contra o Brasil"

A Nascente e A Revolta de Atlas, ambos traduzidos para o português, são suas obras primas.

Ayn Rand era uma pensadora que detestava seguidores, trabalhou toda sua vida exatamente para transformar seres humanos subservientes em indivíduos com autoestima elevada munidos de mentes livres e independentes.

Se você quer cultuar uma personalidade, submeter-se a um guru, venerar um líder de seita, ou se sente confortável adotando alguém para dizer-lhe amém, servil e incondicionalmente, Ayn Rand certamente não é a escolha certa.

Gostou do texto? Ajude o Instituto Liberal no Patreon!
Leia também:  Fora, Crivella!