fbpx

Graças às elites burguesas, não comemos insetos, ratos e morcegos

Foram os princípios de liberdade intelectual e econômica originários da elite burguesa cristã nos séculos XV e XVI que possibilitaram que os seres humanos desta parte do planeta construíssem uma sociedade muito mais refinada e desenvolvida que as demais.

O uso de talheres, a etiqueta de educação, a opção por apenas certos tipos de carnes, os cuidados com a higiene de nossos alimentos, de nossos corpos e dos ambientes que frequentamos certamente contribuíram para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social de que desfrutamos hoje.

Vieram das elites burguesas dos séculos passados os investimentos que proporcionaram descobertas na física, na química e na medicina.

Toda a literatura anterior ao século 20 foi patrocinada pelas elites burguesas.

Todos os grandes pintores e escultores clássicos só puderam produzir suas obras graças ao mecenato das elites burguesas de suas épocas.

A democracia ocidental é resultado da luta das elites burguesas contra o absolutismo real; e foi esse sistema que possibilitou a consolidação dos princípios de liberdade intelectual, política e de imprensa.

Todo o desenvolvimento de que países orientais desfrutam hoje é resultado direto da influência dos valores burgueses ocidentais.

Muito antes de qualquer papo-furado socialista, já havia incontáveis orfanatos, asilos e hospitais públicos mantidos por instituições religiosas patrocinadas pelas elites burguesas cristãs.

Sociedades fundamentadas nos princípios burgueses cristãos não comem insetos, nem ratos, nem morcegos. Não têm o hábito de arrotar e cuspir na frente das pessoas.

Graças às elites burguesas cristãs, não comemos com as mãos, no chão, nem defecamos de cócoras, como animais selvagens.

A Europa estava destruída no final da 2° Guerra Mundial, mas as elites burguesas conseguiram convencer os governos a gastar fortunas também na recuperação de museus, igrejas, monumentos e no resgate de obras de arte.

É uma herança das elites burguesas passadas que nossas igrejas, monumentos e universidades sejam abertos a estrangeiros. Bilhões de dólares são gastos para manter acervos culturais de povos orientais e africanos que nunca fizeram nada por seus próprios patrimônios.

Também foram os princípios e o dinheiro da elite burguesa ocidental que conseguiram fazer com que países da África, da Ásia e da América do Sul criassem reservas ecológicas.

Se não fossem os princípios burgueses de preservação da natureza, não haveria um único tigre vivo.

Porém, o valor mais importante que herdamos das elites burguesas cristãs é o amor à vida.

Vivemos num planeta com mais de 7 bilhões de habitantes, mas estamos apavorados pela possibilidade de que algumas dezenas de milhares de pessoas morram. Os maiores volumes de recursos destinados à filantropia partem do ocidente cristão. É daqui que sai o dinheiro para salvar vítimas da fome, de tragédias naturais e das guerras noutros cantos do mundo.

Então, nunca se esqueça de que uma das principais bandeiras dos partidos e movimentos de esquerda é o combate aos valores burgueses. Os ataques aos valores burgueses são, sobretudo, ataques à nossa civilidade.

Essa pandemia que nos aterroriza hoje é uma herança dos esforços dos comunistas para destruir a influência burguesa-ocidental na China; o que levou centenas de milhões de seres humanos a tal estado de fome que tiveram que passar décadas comendo qualquer coisa que o estômago pudesse digerir, de insetos a seus próprios filhos.

João Cesar de Melo

João Cesar de Melo

É militante liberal/conservador com consciência libertária.