Os imigrantes preferem o “Estado babá” ou a liberdade nos Estados Unidos?

Sabem aquela ladainha socialista segundo a qual “viver nos países cujos governos oferecem muitos serviços públicos (europeus em especial) é bem melhor do que viver nos EUA, onde há poucas ações de bem-estar social (welfare state)”?

Pois é. Uma pena mesmo que o fluxo migratório registrado entre a América e esses “paraísos” mantidos a base de carga tributária escorchante não contribua em nada com esta narrativa falaciosa.

Observem a seguir alguns dados demonstrados pelo economista polonês Wojciech Kopczuk relativos ao período entre 1990-2017.

Immigrants FROM the United States TO:

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Belgium: 10,000
Canada: 310,000
Denmark: 10,000
France: 50,000
Norway: 20,000
Sweden: 20,000
UK: 190,000

Immigrants TO the United States FROM:

Belgium: 40,000
Canada: 890,000
Denmark: 30,000
France: 180,000
Norway: 30,000
Sweden: 50,000
UK: 750,000

Sim, isso mesmo: muito mais pessoas saem destas nações onde há um “Estado babá” em direção ao “capitalismo selvagem” americano do que o contrário.

As informações foram colhidas junto ao Pew Research Center, onde mais comparações do gênero podem ser simuladas, tornando inequívoca a constatação: MENOS governo = MAIS pessoas querendo entrar; e vice-versa.

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http://www.pewglobal.org/2018/02/28/global-migrant-stocks/…

As estatísticas ainda apontam a Austrália como único destino para onde há mais cidadãos americanos indo do que vindo (120.000 X 90.000). E adivinhem só: o país da Oceania é uma referência mundial no quesito governo enxuto, figurando entre os mais livres do planeta no ranking da Heritage Foundation – confira nas palavras do empresário e pesquisador Roberto Rachewsky:

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1762352330549803&id=188272077957844

Alexis de Tocqueville, no século XIX, retornou à Europa, após uma viagem aos Estados Unidos, maravilhado com os efeitos benéficos da extrema liberdade daquele povo perante as instituições estatais – sentimento que o inspirou a escrever a obra “A Democracia na América”. Um século e meio mais tarde, bem que poderíamos tentar aprender essa lição aqui por terra brasilis…

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