fbpx

A sabedoria de Joseph Sobran

O jornalista americano Joseph Sobran nasceu em 23 de fevereiro de 1946 e morreu em 30 de setembro de 2010. Algumas frases do aniversariante do dia:

“A perspectiva de um governo que trata todos os seus cidadãos como suspeitos de crimes é mais aterrorizante do que qualquer terrorista. E ainda mais assustador é uma cidadania que pode aceitar a rendição de suas liberdades como o preço da “liberdade”.

A liberdade deixou de ser um direito de nascença, para significar o que ainda nos é permitido fazer. A liberdade hoje significa pouco mais do que o direito de pedir permissão.

O governo é o agente daqueles que são refinados demais para fazer seu próprio assalto.

“Necessidade” agora significa querer o dinheiro de outra pessoa. “Ganância” significa querer manter o seu próprio. “Compaixão” é quando um político organiza a transferência.

As revoluções mais bem-sucedidas não são aquelas que são celebradas com desfiles e faixas, tambores e trombetas, canhões e fogos de artifício. As revoluções realmente bem-sucedidas são aquelas que ocorrem silenciosamente, despercebidas, não comemoradas.

Como o Estado não pode mais nos proteger do crime, ele quer nos tirar os meios de nos proteger. Essa é a lógica do controle de armas.

O marxismo é inerentemente totalitário. Não reconhece limites morais ao estado. É a ideologia mais conveniente para aspirantes a tiranos; ela também mantém seu apelo para os intelectuais, que se mostraram igualmente hábeis em racionalizar os abusos de poder e se desculparem.

A democracia demonstrou apenas que a melhor maneira de ganhar poder sobre as pessoas é garantir que elas mesmas estão se governando. Uma vez que acreditam nisso, elas se transformam em escravas maravilhosamente submissas.

A chance de você ser prejudicado por terroristas são matematicamente diminutas. A chance de você ser roubado pelo seu próprio governo? Isso é fácil: 100 por cento.

A tentativa de silenciar um homem é a maior honra que você pode conferir a ele. Isso significa que você reconhece sua superioridade.

Não pode haver tal “governo limitado”, porque não há como controlar uma entidade que, em princípio, goza do monopólio da força.

No final de um século que viu os males do comunismo, do nazismo e de outras tiranias modernas, o impulso de centralizar o poder permanece incrivelmente persistente.”

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.