A “democracia” defendida em Hong Kong, no Chile e agora no Brasil, pelo ex-presidiário, é a ditadura do proletariado

Não há como se confundir a não ser que se seja um mentecapto. A democracia que as turbas defendem em Hong Kong, no Chile e agora, no Brasil, pela voz do ex-presidiário, sempre corrupto e insuperável populista, demagogo e carismático para idiotas úteis, Lula, é a ditadura do proletariado.

Foi assim na Rússia, em 1917; foi assim em Cuba, em 1959; foi assim no Brasil, em 1963; foi assim no Chile, em 1964; foi assim na Venezuela, em 1992; tem sido assim por onde o comunismo passou para acabar com duas instituições indispensáveis para a vida em sociedade, a livre iniciativa e a propriedade privada.

É óbvio, inquestionável que a ditadura do proletariado é um argumento teórico em busca de apoio majoritário para que um grupo de psicopatas monopolizem o uso da coerção para impor suas vontades e adquirir ganhos materiais inimagináveis para quem é um proletário de verdade.

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Quem assistiu à entrevista da líder do movimento pró-democracia em Hong Kong sabe do que estou falando. Uma jovem articulada, bem falante, fazendo contorcionismo lógico, moral e retórico para justificar o injustificável.

Os jovens pró-democracia (sabe-se lá o que significa isso) dizem combater o Partido Comunista Chinês, mas têm uma organização dogmática e monolítica baseada no pensamento único.

Reclamam da truculência policial, mas são os pioneiros na iniciação do uso da coerção, destruindo propriedade privada e instalações públicas como forma de chamar a atenção da mídia e do público.

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Dizem respeitar o “Rule of Law”, o Império da Lei, que faz de Hong Kong uma das regiões mais livres e desenvolvidas do mundo, mas não agem nesse sentido, tanto nas demonstrações que violam as leis e os direitos individuais que elas protegem, como ao advogar pautas que querem estabelecer em Hong Kong um regime distributivista baseado não na criação de valor através do livre mercado, mas na extorsão e divisão do que é extorquido pelo poder coercitivo do estado democrático.

Não importa o tamanho da turba, é dever do governo proteger a vida, a liberdade e a propriedade dos indivíduos pacíficos e inocentes. Nenhum governo pode se abster de proteger quem cria e produz valor, devendo portanto usar a força para retaliar os que dela se valem para impor suas necessidades e opiniões.

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Assistam à entrevista, vejam quantas vezes a jovem diz “I believe”, demonstrando que trabalham movidos pela fé em uma seita, o democratismo, e não pela razão.

O mesmo ocorre com os demais grupos dessa religião que tem no coletivismo estatista e na coerção alguns de seus elementos que tornam esses movimentos irracionais, violentos e desumanos.

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Roberto Rachewsky

Roberto Rachewsky

Empresário e articulista.