Será mesmo que é Bolsonaro quem está dividindo o país?

Será mesmo que é o movimento reacionário, protagonizado pelo candidato à presidência Jair Messias Bolsonaro, quem está dividindo o país? Não é de hoje que a violência no campo político, especialmente por parte da esquerda, tomou lugar nas páginas dos jornais. Esse tipo de agressão é muito comum em movimentos de esquerda. O movimento político […]

Será mesmo que é o movimento reacionário, protagonizado pelo candidato à presidência Jair Messias Bolsonaro, quem está dividindo o país?

Não é de hoje que a violência no campo político, especialmente por parte da esquerda, tomou lugar nas páginas dos jornais. Esse tipo de agressão é muito comum em movimentos de esquerda.

O movimento político partidário organizado e estruturado pela esquerda tem a violência como mote. “Com fascista, não há diálogo, apenas, luta”.

A agressão não é feita apenas contra grupos que apoiam Bolsonaro. É feita, também, contra aqueles que não estão com eles, mesmo que defendam a mesma causa. Por exemplo, na CONUNE de 2017 a juventude do PSDB (é, aquele partido de centro-esquerda que adoram empurrar para a direita) foi AGREDIDA por quase todo grupo político organizado da esquerda. UJS, Kizomba, Levante popular, JPT, JPDT estavam todas no campo da agressão. Agrediram mulheres  e jogaram CADEIRAS nos militantes da JPSDB. Eles se limitaram a ir apenas aos momentos de votação e não conseguiriam ir às palestras e tampouco comer no lugar do evento, já que seguranças foram contratados. O motivo da violência está relacionado ao fato de que o JPSDB, mesmo defendendo pautas LGBT e de inclusão, não era do “grupo” da esquerda deles.

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Se fazem isso com um grupo ideológico, de certa maneira, próximo a eles, imagina com quem eles chamam de “fascistas”?

Ora, se Bolsonaro é fascista, então, por lógica, seus eleitores também o são. E o que devemos fazer com fascistas segundo o movimento político organizado da esquerda? “Uma boa espingarda, uma boa bala, uma boa pá e uma boa cova”. Não são palavras ao vento e nem tampouco eufemismos, são gritos de guerra. Mobilizam-se como verdadeiros terroristas. E isso vem acontecendo no Brasil todo. A violência não está sendo incitada por Bolsonaro, mas pela esquerda que não aceita o DIÁLOGO, há muito tempo.

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As agressões já acontecem faz algum tempo. Não se espantem (já aconteceu) por termos manifestantes com traumatismo craniano e professores sendo mandados para o hospital pelos “baluartes do ódio do bem”. “Vamos limpar o mundo dos fascistas”.

Se você ainda não entendeu isso e se recusa a entender que a polarização foi consumada (um movimento iniciou a violência ORGANIZADA – com características de guerra civil/terrorismo – e o outro está num movimento de REAÇÃO contra essa violência), eu só digo para tomar cuidado ao defender seu candidato nas ruas. O próximo pode ser você. Ou seu pai (que faz campanha declarada para o Bolsonaro); pode ser sua mãe, sua tia, seu tio, seu irmão, sua irmã. Todo cuidado é pouco.

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Aqui está uma boa fonte de matérias e feitos que líderes políticos da esquerda e dos grupos políticos da esquerda vêm aprontando no país: https://www.facebook.com/rafanogueira/videos/10212442751240970/

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