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Se você quer vacinação obrigatória, saúde, educação ou economia estatais, você é um coletivista estatista

O direito à saúde deriva do direito à vida, o que significa que cada indivíduo é livre para criar e manter o que lhe fará bem para seu corpo e sua mente.

O direito à saude ou o direito à vida não significa que os outros têm o dever de garantir a saúde daqueles pelos quais não é responsável direto.

Políticas utilitaristas, aquelas que visam ao bem comum para o maior número de pessoas, à custa da liberdade individual, praticam atrocidades antes de produzirem um benefício qualquer.

O coletivismo, base ética do socialismo, defende que indivíduos, seres concretos de carne e osso, devem ser sacrificados em nome do coletivo, construção abstrata desprovida de identidade.

No socialismo, como todo sistema político coletivista, cada indivíduo não é visto como um fim em si mesmo, como dono e principal beneficiário da sua própria vida; pelo contrário.

No socialismo, o indivíduo pertence ao estado e sua vida deve servir ao coletivo, compulsoriamente.

Como essa ética, coletivismo, e esse sistema político, socialismo, contrariam a natureza humana e sua virtude principal que é a racionalidade, os fins estabelecidos e os meios, através dos quais esses fins serão supostamente alcançados, teriam que necessariamente envolver a coerção do estado.

É pela necessidade do uso da coerção que a ética coletivista também é estatista invariavelmente.

O ápice da desumanidade de qualquer sistema coletivista estatista não se dá quando os detentores do poder tentam controlar os rebeldes praticando a segregação em massa ou eventualmente genocídios, como muitos acreditam.

O ápice, o auge, a vitória final do coletivismo estatista se dá quando os detentores do poder não precisam mais usar de violências, porque já conquistaram a sanção das próprias vítimas.

Como essa sanção se dá?

Quando cada indivíduo passa a aceitar que ele é uma mera peça de uma grande engrenagem. Que não é mais um organismo completo, detentor do livre arbítrio, de direitos inalienáveis, mas sim um portador de uma vida, um corpo e uma mente, que não lhe pertencem; que, quando solicitadas pelo estado, cabe-lhe o nobre dever de entregá-la porque, alienado da realidade e indiferente à sua própria consciência, essa seria a sua vontade.

Se você, seja lá qual for o motivo, acredita na vacinação obrigatória, na saúde, educação, previdência, infraestrutura ou economia estatais, você é um coletivista estatista alienado à sua própria identidade.

Se você acredita no estado de bem-estar social, saiba que eu não acredito e que não sancionarei meus algozes, nem suas vítimas inconscientes que confundem moral com obediência, com a minha razão.

Roberto Rachewsky

Roberto Rachewsky

Empresário e articulista.