Corrupção no Brasil: um pódio deplorável

Para usar um velho chavão: mais uma vez o mundo se curva ante o Brasil. Atingimos nova liderança internacional. Nosso país chegou ao comando do campeonato mundial de corrupção.

E por falar em campeões, os ditos nacionais, designados nos governos lulopetistas, encontram-se todos enredados em desastres econômicos ou casos escabrosos. Oi, Odebrecht, OAS, JBS, Eike Batista e suas respectivas maltas constituem uma panóplia de fracassos econômicos como jamais existiu na história do Brasil. E sempre suportados com largos financiamentos do BNDES, ou seja, pelos contribuintes brasileiros, em suas aventuras tupiniquins ou internacionais.

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Não foram suficientes as podridões reveladas pelas propinas distribuídas por Odebrecht e sucedâneas em toda a América Latina e na África, as lambanças do governo Sérgio Cabral, no Rio de Janeiro, as aventuras de Eduardo Cunha e asseclas na Caixa Econômica Federal, o Mensalão, o Petrolão, o Eletrolão, e tantas falcatruas mais.

O noticiário de cinco de setembro anunciava que, até a escolha do Rio como sede das olimpíadas de 2016, foi contaminada por essa nódoa. E não custa relembrar a cena de explosão de alegria de políticos e paredros brasileiros, chefiados pelo presidente Lula quando da decisão do Comitê Olímpico Internacional.

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Era tudo uma pantomima. A vitória havia sido comprada. O Brasil é, na atualidade, o maior exportador mundial de tecnologia de corrupção. Compete no pódio com algumas pobres nações africanas que, entretanto, não tem o alcance planetário conseguido por nosso triste país tropical.

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