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A sabedoria de Richard P. Feynman

O físico teórico americano Richard Phillips Feynman nasceu em 11 de maio de 1918 e morreu em 15 de fevereiro de 1988.

Confira um pouco da sabedoria do aniversariante do dia:

“Prefiro ter perguntas que não podem ser respondidas do que respostas que não podem ser questionadas.”

“Não importa o quão bonita é sua teoria, não importa o quão inteligente você seja. Se não concorda com o experimento, está errado.”

“O progresso na ciência ocorre quando os experimentos contradizem a teoria.”

“A religião é uma cultura de fé; a ciência é uma cultura da dúvida.”

“Se você pensou que a ciência era certa – bem, isso é apenas um erro de sua parte.”

“A ciência é incerta.”

“Ciência é a crença na ignorância de especialistas.”

“Não preste atenção nas “autoridades”, pense por si mesmo.”

“O “paradoxo” é apenas um conflito entre a realidade e seu sentimento do que a realidade “deveria ser”.”

“Nunca estamos definitivamente certos, só podemos ter certeza de que estamos errados.”

“Um cientista nunca tem certeza. … É absolutamente necessário deixar margem para dúvidas ou não há progresso e não há aprendizagem.”

“A verdadeira questão do governo versus empresa privada é discutida em uma base muito filosófica e abstrata. Teoricamente, o planejamento pode ser bom. Mas ninguém jamais descobriu a causa da estupidez do governo – e até que o façam (e encontrem a cura), todos os planos ideais cairão em areia movediça.”

“Olhando para os piores tempos, sempre parece que foram tempos em que havia pessoas que acreditavam com fé absoluta e dogmatismo absoluto em alguma coisa. E eles eram tão sérios nesse assunto que insistiam que o resto do mundo concordasse com eles. E então eles fariam coisas que eram diretamente inconsistentes com suas próprias crenças para sustentar que o que eles diziam era verdade.”

“Nenhum governo tem o direito de decidir sobre a verdade dos princípios científicos, nem de prescrever de forma alguma o caráter das questões investigadas. Nem pode um governo determinar o valor estético das criações artísticas, nem limitar as formas de alfabetização ou expressão artística. Nem deve se pronunciar sobre a validade de doutrinas econômicas, históricas, religiosas ou filosóficas. Em vez disso, tem o dever para com seus cidadãos de manter a liberdade, de permitir que esses cidadãos contribuam para a continuação da aventura e o desenvolvimento da raça humana.”

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.