Os fantasmas de Gleisi Hoffmann

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A pré-candidata ao Governo do Paraná, Gleisi Hoffmann (PT-BR), possui um péssimo histórico. Depois do escândalo em 2006 quando recebeu – ilegalmente – R$41 mil de seu antigo emprego, ITAIPU INTERNACIONAL, após sair para concorrer às eleições para ao Senado, na época. Mas, o que esperar de uma pessoa que compactua com um partido onde mais se teve escândalos políticos por metro quadrado no mundo? Acho estranho é ter sido apenas R$41 mil, visto pelos bilhões acumulados do “chefe”, Luiz Inácio Lula da Silva, noticiado pela revista Forbes (americana).

Um dos seus ex-assessores foi colocado na Secretaria de Políticas para a Criança e o Adolescente da Presidência da República, assim que Gleisi assumiu como Ministra Chefe da Casa Civil. Tal assessor era Eduardo Gaievski (PT-PR). O problema já começa por ser partidário do PT, mas piora.

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Eduardo Gaievski é indiciado por, pelo menos, 40 crimes sexuais, sendo a maioria com vulneráveis (menores de 14 anos). E não para por ai, além de ser um pedófilo, é um petista nato, alegando ser “preso político”, conseguiram abafar o caso na mídia, não foi tão difícil com o clima de “Não vai ter copa” e eleições presidenciais a caminho.

O que esperar de pessoas que são do mesmo partido que nossa ilustre “presidenta” Dilma Rousseff e nosso queridíssimo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva? Pessoas que dizem que nada sabem e que fazem decretos ditatoriais, como o Decreto 8.243, rindo da cara da população? É estranho pensar honestidade destas pessoas. E a lista de assessores da excelentíssima Gleisi Hoffmann continua.

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Outra escolha de Gleisi, para coordenador de sua campanha ao Palácio Iguaçu, foi o deputado André Vargas (PT/BR) – que surpresa, mais um do PT – que foi afastado pela própria ex-ministra por ter se envolvido com o esquema de lavagem de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, através de contratos fraudulentos e favorecimentos na Petrobrás e no Ministério da Saúde através de empresa de fachada MO Consultoria, de Youssef . Lapso de honestidade? Não, apenas não quer que isso respingue em sua imagem já manchada.

Devemos votar em uma pessoa destas, que coloca em cargos de confiança em pessoas que desviam dinheiro público e cometem crimes sexuais? Não queremos um Brasil mais honesto? Não queremos melhoria? A mudança pode começar a não votar em pessoas como Gleisi Hoffmann, que se envolvem com os piores tipos, que desviam, roubam, violentam e dão risada da sua cara.

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