O perigo da ideologia de gênero nas escolas

Nesta semana, começa a votação, nas câmaras municipais de todo o Brasil, dos Planos Municipais de Educação, desenvolvidos para o planejamento educacional das cidades durante os próximos dez anos. Porém, uma das proposições feitas para esses planos vem gerando polêmica: a ideologia de gênero. A ideologia de gênero não é nada mais que a negação […]

ideologia de gêneroNesta semana, começa a votação, nas câmaras municipais de todo o Brasil, dos Planos Municipais de Educação, desenvolvidos para o planejamento educacional das cidades durante os próximos dez anos. Porém, uma das proposições feitas para esses planos vem gerando polêmica: a ideologia de gênero.

A ideologia de gênero não é nada mais que a negação de que existem sexos ao nascimento, com a afirmação que a sexualidade é uma construção social, onde a pessoa escolheria o que deseja ser. É também implantada na linguagem, com a negação de gênero nas palavras, com a substituição das letras o e a pela letra x; para dar um exemplo, a palavra menino, ou a sua variação no feminino, que seria a palavra menina, transformam-se em meninx, visando a neutralidade.

A ideologia de gênero, na verdade, tem suas origens nas ideias dos pais do comunismo, Karl Marx e Friedrich Engels.

Na submissão da mulher ao homem através da família, e na própria instituição familiar, Marx e Engels entenderam estar a origem de todos os sistemas de opressão que se desenvolveriam em seguida. Se essa submissão fosse consequência da biologia humana, não haveria nada que fosse possível fazer. Mas no livro “A origem da família, da propriedade privada e do Estado”, o último livro escrito por Marx e terminado por Engels, esses autores afirmam que a família não é consequência da biologia humana, mas do resultado de uma opressão social produzida pela acumulação da riqueza entre os primeiros povos agricultores. Eles não utilizaram o termo gênero, que ainda não havia sido inventado, mas chegaram bastante perto.

Tal ideologia é um crime em vários aspectos: primeiramente, se considerarmos a ideia de a administração central decidir o que o aluno deve ou não aprender, ignorando totalmente o direito de escolha dos pais em relação à metodologia de ensino desejada por eles. Segundamente, pela atribuição dos municípios perante o Plano Nacional de Educação, que é a de fornecer a chamada educação básica, que vai do chamado maternal até o quinto ano do ensino fundamental; ou seja, esse tipo de ideologia seria ensinado para crianças de 0 a 10 anos, o que seria uma afronta dos atuais administradores governamentais, “especialistas” em educação, e de suas agendas panfletárias à educação formativa fornecida pelos pais de acordo com os seus preceitos, opiniões, crenças e tradições, numa clara forma de doutrinação ideológica. Terceiro, que o gênero é um conceito ideológico que tenta anular as diferenças e aptidões naturais de cada sexo; e há ainda o quarto aspecto, que consiste em ignorar o indivíduo em prol da formação de militância e blocos coletivos.

Não podemos deixar que o Estado tente definir o que é melhor para os nossos filhos em matéria de educação. É tarefa e direito dos próprios pais definir como esse tema será abordado e tratado nas famílias. Se os Planos Municipais de Educação forem aprovados tal como estão sendo propostos, os pais e mães brasileiros se tornarão reféns das agendas defendidas pelo governo, que, como já vimos anteriormente e como já ocorre em diversos lugares do país, distribui materiais “didáticos” que visam corromper precocemente as crianças brasileiras. Ou que se proponham novas soluções, como o voucher educacional, onde os pais escolheriam qual tipo de educação seu filho teria, com o governo apenas pagando a escola.

  • Dante Ignacchitti

    PRECONCEITO, OPINIÃO E CONVICÇÃO

    Quem votou em Obama porque é negro, e em Dilma porque é mulher, votou errado; quem
    deixou de votar em Obama porque é negro, e em Dilma porque é mulher, também
    votou errado. ISSO é preconceito: votar ou deixar de votar, nomear ou deixar de
    nomear (para um cargo) alguém por causa de suas características físicas; um
    heterossexual normal não faz apologia permanente de sua conduta íntima. Um
    homossexual seguro de sua conduta, resolvido, não faz apologia permanente
    desta; vive sua vida do modo como se sente melhor e não fica exigindo
    concordância e aprovação das pessoas quanto a isto. E eu, como pai, tenho o direito, independente de
    qualquer lei ou opinião, a retirar meu filho de uma escola que contrate um
    professor homossexual apologista da homossexualidade por palavras, modos, tiques ou vestimentas. Ninguém
    haverá de impedir-me. Se a lei alcançar-me, serei um criminoso. Se a constituição não me defender, se todos se
    acuarem, se ficar só, venderei tudo que tiver e irei embora do país com minha
    família. Farei o que fizeram milhares de pessoas quando perceberam para aonde iria a Alemanha,
    quando o nazismo chegou ao poder, para aonde iria Cuba e a Venezuela, após a
    chegada de Castro e Chavez ao poder. Não pedirei opinião a ninguém. Isso se
    chama convicção. É o que todo homem deve ter, quando estão ameaçados seus valores supremos: sua vida, sua família, sua consciência, sua dignidade e sua liberdade.

  • Eduardo W.

    Peraí, Marx é Mara ou Maro?? :)

    Em tempo, é rir para não chorar.