Joaquim Levy “defende” o impeachment

“Ou mudamos a fiação ou vai dar curto-circuito”. (Joaquim Levy)

“Ou mudamos a fiação ou vai dar curto-circuito”. (Joaquim Levy)

Joselito Müller que me perdoe, mas é a segunda vez que esse governo me obriga a “cloná-lo” para intitular um artigo. Acabo de ler a frase acima citada no site da Veja. Uma “livre tradução” da frase do ministro seria: “Ou tiramos a Dilma ou vai dar curto circuito”.

Essa leitura da situação econômica e política do Brasil de hoje não é inédita. A afirmação de que somente a remoção de Dilma e do PT do poder pode reverter a trajetória rumo ao precipício da economia brasileira pode ser encontrada em posts de “O Antagonista” e de outros blogs independentes.

Nossa intenção não é proclamar o ineditismo do insight, mas sim, tentar explicar por que somente a remoção da Dilma da Presidência da República e do PT do poder, pela via democrática de um impeachment e/ou da cassação pela Justiça pode reverter o rumo à catástrofe que se desenha para a economia brasileira.

Ano passado, em plena campanha eleitoral, a consultoria Empíricus publicou uma análise prevendo a catástrofe da economia brasileira e sofreu processo do PT. Da mesma forma, o banco Santander foi forçado pelo governo a demitir a economista Sinara Polycarpo Figueiredo de sua equipe de analistas pelo simples fato de que ela previra o cenário de 2015, que agora se confirma, em boletim para seus clientes/investidores.

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Recentemente a imprensa publicou matérias redimindo a economista do dano moral que o governo lhe causou. Recentemente, também, a consultoria Empíricus publicou novo relatório afirmando que a projeção de cenários por ela divulgada em 2014 era otimista em se considerando a situação que ora se desenha no país.

Nossa análise bebe nessas fontes, embora não tenha a pretensão de invadir o território da análise econômica. E pelo viés da análise política, coincide com as piores projeções de cenários que se podem encontrar publicadas no período recente.

Identificar quem mama (ou pretende mamar) nas tetas do Estado e/ou desse governo no âmbito da mídia ou das “consultorias” políticas e econômicas é fácil. Basta identificar quem ainda defende o enfoque de que há um “ajuste” em curso e de que, apesar dos reveses, o governo de Dilma Rousseff ainda preserva alguma condição técnica e/ou política de conduzir o país em direção à recuperação da saúde econômica e fiscal.

Dilma Rousseff não tem competência, nem condições políticas, nem condições morais de fazer valer mais nada como Presidente da República. Essa mulher é uma fraude em carne e osso. Uma fraude política patrocinada por Lula. Um estelionato que só foi possível por que Lula entorpeceu seus eleitores com a ilusão do consumo inconsequente se beneficiando de uma conjuntura internacional favorável.

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Em recente editorial o jornal O Estado de São Paulo desnudou a farsa em que se constituiu a imagem da “supergerentona” Dilma Rousseff. Faltou dizer que Dilma Rousseff é criatura de outra farsa chamada Luis Inácio Lula da Silva, frequentemente enaltecido pela mídia por sua suposta “genialidade” política.

Lula/PT, teu nome é “fiação”. Dilma Rousseff, teu nome é “curto-circuito”.

Joaquim Levy acertou na mosca: “Ou mudamos a fiação ou vai dar curto-circuito”.

Para mudar os rumos da economia e recuperar condições mínimas de gestão política da nação, só removendo Dilma da Presidência da República e o PT do poder pela via democrática de um impeachment e/ou da cassação pela Justiça.

Somente um novo governo (e uma nova equipe econômica), legitimado pelo apoio popular, e, de preferência, por uma nova eleição, terá condições políticas e morais de recolocar o país nos trilhos do desenvolvimento e da modernização.

Ao contrário do que dizem os porta-vozes do PT na mídia, o impeachment não é o caos. Basta relembrar o que aconteceu após o impeachment de Collor. As forças vivas da nação (exceto o PT) uniram-se em torno de Itamar Franco e construíram as condições para a criação do Plano Real, o fim da inflação, a estabilização da economia e o ingresso da nação num período de prosperidade econômica e democracia nunca antes experimentado.

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Lula e o PT se opuseram ao primeiro governo civil pós-ditadura militar. Lula e o PT de opuseram à Constituição de 1988. Lula e o PT se opuseram ao governo Itamar. Lula e o PT se opuseram ao Plano Real. Lula, Dilma e o PT destruíram as finanças públicas do Brasil. Lula, Dilma e o PT destruíram a saúde da economia brasileira.

Somente a remoção dessa gente do poder, dentro dos marcos da democracia, pode construir as condições para a retomada do desenvolvimento econômico e a reconstrução do Brasil.

Fora Dilma! Fora Lula! Fora PT!

Dia 16/8 é povo na rua contra Dilma; contra Lula; contra o PT! #Vemprarua

 

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