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Custos do Monopólio

Nacionalistas favorá‡veis ao monop—ólio do petró—leo, na criaç㍋o do primeiro CEDEP. No cartaz, foto do Presidente Artur Bernardes. Rio de Janeiro, 1948

Há anos, sob a legenda de “O petróleo é nosso“, iniciou-se no Brasil uma era de monopólios e enriquecimentos ilícitos generalizados. Hoje, estão sendo denunciados numerosos empresários e executivos que, em conjunto, caracterizam o que ganhou a alcunha de “Operação Lava Jato“. Há discordância não apenas no Brasil como também em diversos países sobre a forma como devem ser tratados aqueles que “pagam” os chamados custos da corrupção. Na Itália, por exemplo, pagam corruptos e corruptores.

Agora, o “chefe” entre os empreiteiros decidiu contar o que sabe. Deve estar havendo numerosas negociações entre empresários e executivos para definir o tamanho da delação.

Hoje, o corruptor-chefe, o empresário Ricardo Pessoa, se compromete a contar tudo. Se isto, de fato, vier a acontecer, e na profundidade esperada, é provável que haja, no final do processo, escassez de celas, a menos que o articulador negocie também o limite das punições e que isso não envolva encarceramento. Nesse caso, o País inteiro vai acabar pagando o custo do Monopólio.

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