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A resposta do mercado aos estatistas

Os estatistas que queriam que redes sociais como o Twitter ou o Facebook sofressem intervenções estatais baseadas em pseudoleis que regulam o espectro magnético americano, a internet, a imprensa em geral, receberam uma resposta do mercado.

Imaginem se vivêssemos num livre mercado, quantos sujeitos bilionários poderiam investir em plataformas de rede social, em empresas aeroespaciais, em ferrovias, rodovias, cidades privadas, satélites, saneamento básico, educação e saúde, finanças e previdência?

Elon Musk tem sido, nesta era de estatismo desenfreado, o que, no passado, quando o capitalismo existia com mais vigor nos Estados Unidos, antes dos governos progressistas intervirem com suas regulações, taxações, expropriações, foram homens como John D. Rockefeller, Andrew Carnegie, Cornelius Vanderbild, J.P. Morgan, Thomas Alva Edson, Henry Ford, Walt Disney e tantos outros que poderiam responder com a palavra “Eu” aquelas duas tradicionais perguntas feitas pelos anticapitalistas: “Mas quem vai construir as estradas?” ou “Mas quem vai cuidar dos pobres?”.

Ambas as demandas seriam atendidas com a criação de valor, oportunidades, com cooperação espontânea visando ao lucro e trocas voluntárias com o objetivo de satisfazer o autointeresse racional dos envolvidos e gerar mútuo benefício.

Roberto Rachewsky

Roberto Rachewsky

Empresário e articulista.