O problema da criminalidade no Brasil tem um nome: Poder Legislativo

A impunidade nasce no Congresso Nacional que parece estar legislando em causa própria quando defende a impunidade, a injustiça e o desarmamento. São tantos casos de enriquecimento ilícito e de corrupção entre os parlamentares que se pode dizer que eles defendem o bem estar dos bandidos em um ato de corporativismo. É como se o legislador quisesse promover a impunidade de olho no seu próprio futuro caso fosse pego um dia fazendo o que não deve.

Legislador deve trabalhar para acabar com a violência, tanto a do governo que regula e taxa indivíduos e empresas tolhendo a liberdade das pessoas que querem criar e produzir, se apropriando à força do fruto do trabalho dessas pessoas; como a dos bandidos que se situam na rua ou no próprio governo tentando se apropriar do que não é seu ou destruir o que é dos outros por meio do uso da força ou de fraude.

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A demagogia e o populismo são tão exacerbados que os legisladores chegam a proteger os bandidos mais perigosos e violentos, incentivando-os a cometer crimes pelos quais serão punidos brandamente, se não ficarem impunes pelo grau de leniência das leis.

É óbvio que há também juízes que se aproveitam da legislação frouxa para darem sentenças amigáveis aos réus condenados. É claro que policiais se sentem desmotivados por verem que bandidos presos foram liberados pouco depois de praticarem um crime que deveria ser inafiançável.

É claro que os governos em todos os níveis não investem em presídios porque não priorizam a segurança pública. O sistema de segurança pública está falido e sua falência começa onde ele é concebido, no poder legislativo.

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