A hora de lutar contra a opressão estatal na educação chegou

Vocês sabem que eu sou a favor da separação entre o governo e a educação, ideia que eu resumo na expressão Escola sem Governo.

Há anos eu bato nessa tecla e raramente ouvia eco, a não ser de outros liberais que compartilhavam comigo das mesmas ideias.

Há alguns dias participei como painelista convidado do evento em Porto Alegre que lançou o movimento Docentes pela Liberdade.

Como eu disse para os promotores dessa iniciativa inusitada, repito para o professor Sérgio Costa Ulhoa, signatário desta carta e um dos líderes desse movimento: há ideias que estão por aí, paradas há muito tempo e por isso dão a impressão de serem inexequíveis. No entanto, elas só não são possíveis enquanto não aparecem corajosos para colocá-las em prática.

Qualquer movimento pela liberdade, num país onde o povo se acostumou com a passividade, é bem-vindo e deve ser aplaudido e estimulado, mesmo que pareça tardio.

Quando a defesa da liberdade na educação rompe as fronteiras da academia e vê-se professores e mestres desfraldando sua bandeira, percebe-se que nunca como agora, a hora de lutar contra a opressão estatal chegou e as ideias que um dia foram consideradas impraticáveis acabarão sendo consideradas inevitáveis.

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