A cobrança de impostos é antieconômica e imoral

Só uma perguntinha, Ministro. A ideia é: IPI + PIS + COFINS + IR + CSLL + IOF + XYZ = IU ou IPI + PIS + COFINS + IR + CSLL + IOF + XYZ + CPMF?

Que tal uma solução mais simples do tipo:

– Pessoal, o dinheiro da turma lá de baixo acabou. Tá na hora de voltar para casa e começar a trabalhar para criar valor.

A cobrança de impostos se reflete na economia, mas ela não é uma questão econômica, ela é antieconômica. Dizem que ela é econômica, porque é o que os economistas querem que a gente pense.

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A questão tributária é eminentemente ética, e sendo ética podemos dizer que a tributação além de antieconômica é imoral. Quanto mais sem sentido tem uma tributação, mais imoral ela é.

O que faz de um tributo algo sem sentido, além do fato de ele ser imposto?

Não faz sentido um tributo que não tenha um fato gerador que justifique a sua existência.

Tampouco faz sentido um imposto cujos recursos amealhados não têm destinação diretamente vinculada ao fato gerador sobre o qual ele incide.

A cobrança de imposto sobre movimentação financeira é o equivalente a sairmos na rua, sabendo que seremos assaltados em 100% das vezes, basta levar dinheiro de um lugar para outro.

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Não há nada mais imoral do que nos tirarem o nosso dinheiro sem explicarem o porquê e para o quê que tu estás sendo tungado, digo, tributado.

Parece que o fato gerador é a nossa existência e a destinação é a manutenção da existência de quem nos tunga, digo, tributa.

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Roberto Rachewsky

Roberto Rachewsky

Empresário e articulista.