fbpx

Quem Somos

Presidente do Conselho Deliberativo

Presidente do Conselho do Instituto Liberal e membro-fundador do Instituto Millenium (IMIL). Rodrigo Constantino atua no setor financeiro desde 1997. Formado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ), com MBA de Finanças pelo IBMEC. Constantino foi colunista da Veja e é colunista de importantes meios de comunicação brasileiros como os jornais “Valor Econômico” e “O Globo”. Conquistou o Prêmio Libertas no XXII Fórum da Liberdade, realizado em 2009. Tem vários livros publicados, entre eles: “Privatize Já!” e “Esquerda Caviar”.


Diretor-Presidente

Jornalista formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Lucas Berlanza é carioca, editor dos sites “Sentinela Lacerdista” e “Boletim da Liberdade” e autor dos livros “Lacerda: A Virtude da Polêmica” e “Guia Bibliográfico da Nova Direita – 39 livros para compreender o fenômeno brasileiro”.

 

Vice-Presidente

Advogado com especialização em Direito Tributário pela PUC/MG e em Gestão Empresarial pela FDC. Foi presidente de Conselho na Federação das Indústrias de Minas Gerais, bem como de Comissão na OAB/MG. Atuou como Procurador Geral de Legislativo municipal, e como Subsecretário de Meio Ambiente de Minas Gerais. Atualmente, é Diretor-Geral da Agência Reguladora de Água e Esgoto de Minas Gerais e Professor da pós-graduação da PUC/MG.


Designer

Diego Reis é antropólogo e designer gráfico. Especializado em branding e Mestre em Ciências Sociais.

Nossa História

Donald Stewart Jr.

O Instituto Liberal foi criado por Donald Stewart Jr. no Rio de Janeiro em 1983. Sua missão é difundir e defender o liberalismo, em suas diversas vertentes teóricas, e as vantagens de seus princípios e agendas para a sociedade. Sua expansão se deu através da criação de institutos análogos em diversas capitais brasileiras, sucedida pela constituição de núcleos municipais no interior dos diferentes estados, filiados aos respectivos Institutos das capitais estaduais e de acordo com o princípio federativo.

O trabalho inicial do Instituto se concentrou por algum tempo na tradução, edição e publicação de livros e panfletos, já que eram muito poucos os textos sobre liberalismo existentes no Brasil. O Instituto publicou pela primeira vez no Brasil obras de diversos autores internacionais, como os ícones da Escola Austríaca de Economia Ludwig von Mises e Friedrich Hayek, o francês Frédéric Bastiat e a russo-americana Ayn Rand, entre muitos outros. Também publicou pensadores nacionais, como Alberto Oliva e Ricardo Vélez-Rodríguez.

Simultaneamente, o IL passou a promover palestras, colóquios e seminários. Professores, especialistas e intelectuais de diversas áreas do pensamento tomaram parte nas fileiras que vêm contribuindo para a realização desse trabalho. Dessa equipe, um dos mais dedicados e valorosos colaboradores foi o professor Og Leme, que integrou os quadros do Instituto Liberal até setembro de 2003. Personalidades clássicas da história do liberalismo nacional, como Meira Penna, José Guilherme Merquior e Roberto Campos, participaram diretamente das atividades e reflexões do instituto, marcando sua trajetória pioneira.

Os Institutos Liberais se regiam por estatutos idênticos, mas desenvolviam ações autônomas, cada um buscando sua vocação e a melhor forma de divulgar as vantagens do liberalismo. Suas atividades eram coordenadas por um Conselho Nacional e mantinham fidelidade a uma declaração de princípios, subscrita por cada IL quando se constituía e se filiava ao Conselho.

Posteriormente, os ILs foram sendo reincorporados ao IL do Rio de Janeiro, embora o IL do Rio Grande do Sul tenha sido transformado em Instituto Liberdade, sendo até hoje um grande parceiro do Instituto Liberal. Além do Instituto Liberdade, vale citar um parceiro de longa data do IL no mesmo Estado, o Instituto de Estudos Empresariais.

A partir de 2007, a semente plantada pelo trabalho de décadas do IL gerou formidáveis frutos, com a criação de diversos outros institutos autônomos em defesa da liberdade, como o Instituto Mises Brasil, os Institutos de Formação de Líderes, o Instituto Millenium, o Instituto Liberal do Nordeste, o Instituto Ordem Livre e o Estudantes pela Liberdade, todos parceiros institucionais do IL.

A partir de 2013, uma nova gestão, sob a liderança do economista Rodrigo Constantino, presidente do Conselho Deliberativo do instituto desde então, e do advogado e professor universitário Bernardo Santoro, primeiro presidente da diretoria executiva nessa nova fase, renovou os quadros do IL com o propósito de adaptar a instituição aos desafios impostos por uma nova geração de tecnologia audiovisual, adaptando o histórico material produzido às novas mídias digitais.

O instituto passou a desenvolver, com um grande time de colunistas e publicações constantes, representando diferentes escolas dentro do espectro do liberalismo, uma avaliação quase diária dos acontecimentos que chamam a atenção do noticiário e da sociedade. Esse trabalho foi seguido sob a presidência da diretoria executiva conduzida por Roberto Gomides, sucedido para a gestão 2018-2020 pelo jornalista e escritor Lucas Berlanza, colunista da instituição desde 2014.

Princípios

O Instituto Liberal preserva como nortes os mesmos posicionamentos nucleares que o acompanham desde a fundação e a Declaração de Princípios dos Institutos Liberais de 1988. Abrindo espaço às diversas correntes do liberalismo, com suas diferentes visões, ele estabelece, no entanto, como valores comuns e centrais:

Ausência de coerção de indivíduos sobre indivíduos, isto é, que a ninguém seja permitido recorrer à força ou à fraude para obrigar ou induzir alguém a fazer o que não deseja. Um sistema baseado na liberdade propicia um maior desenvolvimento das potencialidades individuais e uma maior produtividade do trabalho humano.

O direito de o indivíduo dispor livremente de seus bens materiais, de sua capacidade de trabalho, de seu corpo e de sua mente.

O respeito a um conjunto de normas gerais de conduta, legitimamente geradas pelos cidadãos, às quais todos, inclusive o governo, têm que se submeter.

A aplicação eficaz das normas gerais de conduta a casos concretos, particulares. A aplicação da justiça implica que haja a igualdade de todos perante a lei, que não sejam concedidos privilégios a pessoas ou grupos e que sejam respeitadas as minorias, sendo a essencial delas o próprio indivíduo.

Liberdade de iniciativa, responsabilidade individual, o direito de entrada no mercado para produzir os bens e serviços que os consumidores desejam.

A liberdade para escolher as pessoas que irão exercer as funções de governo e que, portanto, irão deter o comando do aparato de coerção e compulsão, apesar de o instituto abrir espaço para a divulgação e discussão de autores críticos ao sistema democrático convencional, como Hayek e Ayn Rand.

É condição essencial para quem quer viver com liberdade. Assim como você não deseja que os outros lhe digam como deve ser seu modo de vida, ninguém deve estar sujeito também ao que você acha melhor para os outros.