Eu quero vencer em 2018, e você? Um guia básico para evitar o desastre

Sejamos claros: eu quero vencer as eleições presidenciais em 2018, para isso um conjunto de regras mínimas deve ser respeitado. Em 2018 é muito pouco provável que um candidato seja eleito no primeiro turno. Sendo assim, o mais provável é que teremos um segundo turno entre um candidato de direita e outro de esquerda, ou […]

Sejamos claros: eu quero vencer as eleições presidenciais em 2018, para isso um conjunto de regras mínimas deve ser respeitado.

Em 2018 é muito pouco provável que um candidato seja eleito no primeiro turno. Sendo assim, o mais provável é que teremos um segundo turno entre um candidato de direita e outro de esquerda, ou o pior dos cenários dois candidatos de esquerda (exatamente como ocorreu na disputa da prefeitura do Rio de Janeiro em 2016).

Nossa tarefa número 1 é evitar que ocorra nas eleições presidenciais de 2018 o que ocorreu na eleição para a prefeitura do Rio de Janeiro de 2016. Isto é, que o segundo turno seja entre dois candidatos de esquerda. Isso implica numa decisão dura: no dia da eleição, se houver o risco de dois candidatos de esquerda irem para segundo turno devemos concentrar nossos votos no candidato de direita com mais chances de chegar ao segundo turno.

Nossa tarefa número 2 é entender uma coisa simples: temos que ordenar nossas preferências. Isto é, fazermos um ranking das possibilidades de voto no segundo turno. Eu por exemplo sigo a regra:

1) Lula (ou Ciro, ou Marina) x Bolsonaro —> voto Bolsonaro

2) Lula (ou Ciro, ou Marina) x Doria —> voto Doria

3) Lula (ou Ciro, ou Marina) x Amoedo —> voto Amoedo

Sejamos francos, a chance de termos Bolsonaro contra Doria ou Amoedo no segundo turno é próxima de zero, logo minha sugestão é bem simples: não faz sentido quem vota em Bolsonaro, ou em Doria ou em Amoedo falarem mal uns dos outros, pois em última instância uns precisarão do apoio dos outros no segundo turno.

O pior dos mundos é a eleição de Lula em 2018, esse é o principal inimigo a ser batido. Não vamos ajudar esse cenário, vamos nos comprometer a uma regra simples: se é pra falar mal, que tal nos focarmos no inimigo principal do Brasil?