Breve consideração sobre Israel e o Hamas

Aos que ficam calculando se Israel usou de força excessiva para debelar o ataque do Hamas, eu ajudo-os a fazerem a contabilidade de forma apropriada, dizendo que: A dosagem proporcional que se deve usar em retaliações coercitivas na defesa da vida, funda-se no valor das vidas protegidas e não no valor das vidas dos agressores. […]

Aos que ficam calculando se Israel usou de força excessiva para debelar o ataque do Hamas, eu ajudo-os a fazerem a contabilidade de forma apropriada, dizendo que:

A dosagem proporcional que se deve usar em retaliações coercitivas na defesa da vida, funda-se no valor das vidas protegidas e não no valor das vidas dos agressores.

Quem expõe os seus à retaliação coercitiva, da forma indiscriminada como fez o Hamas, valoriza menos a vida de cada inocente exposto, do que quem está retaliando contra eles seletivamente, como fez a Força de Defesa de Israel.

Quem quer proteger seus filhos do leão, não lhes dá uma vara curta para cutucar a fera.

Golda Meir disse uma vez:

“Nós podemos perdoar os árabes por matarem nossas crianças. Nós não podemos perdoá-los por nos forçarem a matar suas crianças. Só teremos paz com os árabes quando eles amarem suas crianças mais do que odeiam a nós.”

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