E agora Feministas? Dilma e Thatcher: mulheres opostas

Uma pergunta às feministas que fizeram campanha para a “primeira mulher presidente do Brasil”: estão felizes? A candidata de vocês chegou à presidência por indicação direta de um homem, que transferiu sua popularidade e usou todo poder da máquina do governo para colocar sua escolhida lá. Como no Rio, quando Anthony Garotinho colocou sua esposa […]

dilma e Margaret ThatcherUma pergunta às feministas que fizeram campanha para a “primeira mulher presidente do Brasil”: estão felizes?

A candidata de vocês chegou à presidência por indicação direta de um homem, que transferiu sua popularidade e usou todo poder da máquina do governo para colocar sua escolhida lá. Como no Rio, quando Anthony Garotinho colocou sua esposa Rosinha no cargo, Dilma chegou lá porque Lula quis e nada mais.

Dilma fez o pior governo da história do país e, no meio do segundo mandato, se viu completamente perdida e incapaz de lidar com os problemas que sua ideologia e sua incompetência criaram. Solução? Renunciar informalmente e entregar o poder para seu criador. Onde está o coração valente quando as coisas apertam? Se isso não é “poder do patriarcado”, não sei o que é.

Margaret Thatcher, aos 9 anos de idade, recebeu um prêmio e disse “não foi sorte, eu mereci”. Ela foi uma lutadora desde sempre, abriu seu caminho sem pedir licença e ajudou a mudar o mundo para melhor nos anos 80. Ao sair do governo, declarou: “a Inglaterra agora é grande de novo”, algo que Dilma sequer sonharia em dizer.

Thatcher era carinhosa e amável com seu marido, de temperamento discreto e distante da política. Sobre ele, disse: “tornar-se primeira-ministra é um trabalho solitário, como quando você se vê em meio a uma multidão. Mas com Dennis – como homem, como marido e como amigo – eu nunca estive sozinha.” Ser Margaret Thatcher não significava ser avessa a homens ou ter ódio deles. Muito menos depender deles ou sair correndo quando surge uma crise.

As feministas odiavam Thatcher e muitas delas sequer reconheciam a primeira-ministra como mulher: “pode ser do gênero feminino, mas mulher não é”, diziam. E poucas mulheres foram tão admiráveis na história como Margaret Thatcher, o que é uma prova de como esses movimentos não estão nem aí para quem dizem representar. Não por acaso, Thatcher repetia “eu não devo nada ao feminismo”.

Um feminismo que prefere Dilma Rousseff à Margaret Thatcher não é nada, muito menos digno deste nome.

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