Coréia do Norte e os experimentos com deficientes: Mengele ficaria orgulhoso

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A atual dinastia da Coréia do Norte, já na terceira geração, é apoiada oficialmente pelo Partido Comunista do Brasil (PC do B), de Jandira Feghali, Aldo Rebelo, Manuela D’Ávila, Netinho de Paula e Flávio Dino, próximo governador do Maranhão que toma posse em 1 de janeiro.

O símbolo do partido é o martelo e a foice da União Soviética, regime responsável por mais de 30 milhões de mortes e o envio de quase 20 milhões de pessoas para campos de concentração, os famigerados Gulags, que serviram de inspiração para os campos nazistas. A Coréia do Norte ainda possui Gulags.

Quando você acha que não tem mais como se enojar com a Coréia do Norte, surge esse relato de fazer o médico nazista Josef Mengele parecer um amador:

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“Além da ONU, que já havia relatado receber episódios de experimentos médicos em pessoas com deficiências, a Aliança dos Cidadãos da Coreia do Norte pelos Direitos Humanos ressaltou as denúncias. Em um estudo, concluíram que 40% dos desertores afirmavam acreditar que crianças deficientes eram mortas ou abandonadas, e 43% disseram saber de locais isolados para onde eram mandadas.

De acordo com o “Telegraph”, desertores afirmaram saber desde 1984 de um hospital onde pessoas com deficiências eram levadas para teste como dissecamento de membros e testes com armas biológicas e químicas.

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“A Coreia do Norte diz respeitar deficientes e até levou atletas para os Jogos Paralímpicos, mas é tudo fachada. A realidade é horrível. Na escassez de alimentos da década de 90, os deficientes não recebiam rações de alimentos porque não eram produtivos para a sociedade. Algo como 80% deles morreu na época.”

A única notícia boa no meio de tanto horror é ver O GLOBO citando uma matéria do The Telegraph, jornal conservador e que serve de contraponto britânico ao The Guardian, panfleto de ultra-extrema-esquerda que é tido como a única fonte de informações pelos jornalistas brasileiros sobre a Inglaterra. Se um dia o The Guardian parar de circular, o Renato Machado do Bom Dia Brasil ficará sem assunto.

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“Coreia do Norte executa e faz experimentos com deficientes, acusa desertor” http://oglobo.globo.com/mundo/coreia-do-norte-executa-faz-experimentos-com-deficientes-acusa-desertor-14806019

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Alexandre Borges

Alexandre Borges

Alexandre Borges é carioca, comentarista político e publicitário. Diretor do Instituto Liberal, articulista do jornal Gazeta do Povo e dos portais Reaçonaria.org e Mídia Sem Máscara. É autor contratado da Editora Record.

2 comentários em “Coréia do Norte e os experimentos com deficientes: Mengele ficaria orgulhoso

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    20/12/2014 em 1:42 pm
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    Ultra-extrema-esquerda? Precisa mesmo usar esse tipo de expressão que alguns vigaristas, coisa q Alexandre Borges não é, usam contra liberais, libertários e até conservadores?

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    19/12/2014 em 11:14 am
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    A notícia em comento não parece nada inverídica, dadas as características que tipificam as nações que ainda ostentam a foice e o martelo como símbolo máximo das suas hediondas “façanhas” comunistas.
    Todavia, em se tratando de informações advindas de desertores, a meu ver, há que se colocar tais declarações em “banho maria”, até que sejam efetivamente investigadas e comprovadas. A figura típica do desertor, em princípio, é a de alguém “naturalmente” revoltado com o regime em que vivia, o que, de pronto, já imprime ao caso certas e obrigatórias ressalvas, sob pena de cair-se no pré-julgamento.
    A priori, tais práticas “mengelenianas”, quando atribuídas a grupos de celerados comunistas – como neste caso -, não seriam de se estranhar. Afinal, esta ideologia-seita extremista não possui padrões morais críveis que lhe limitem a sede por sangue e sofrimento, pelo contrário. Agora, daí a deglutir todo o que um desertor narra como sendo “verdade verdadeira”, há um largo espaço minado.
    É conferir para denunciar e, caso confirmado, punir severamente com a pena do ostracismo mundial, embora isto pouco lhes importe vez que ainda contarão com a China e a Russia comunistas, como seus principais provedores e apoiadores.

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