Sexta, 24 de Maio de 2013
IL

Perguntas Freqüentes

1) O que é liberalismo econômico?

 

É a máxima utilização possível das forças do mercado – e o menor uso possível do governo e do processo político – para a solução dos problemas econômicos.

2) Como surgiu o liberalismo econômico?

 

O liberalismo foi uma reação ao mercantilismo. A primeira sistematização dessa doutrina se deve ao escocês Adam Smith, cujo livro A riqueza das nações foi publicado em 1776.

3) Para os liberais, qual a esfera de atuação do governo? O que deve passar pelo processo político?

 

De acordo com o pensamento liberal moderno, caberia ao governo apenas a solução de três grupos de problemas econômicos: bens públicos, externalidades negativas e positivas, monopólios naturais.

4) O que é livre iniciativa?

 

Livre iniciativa é a iniciativa espontânea, autônoma e, portanto, isenta de coerção ou de restrição, a não ser as da moral, dos bons costumes e das leis compatíveis com seus três atributos fundamentais: universalidade, abstração e prospecção. É a atividade econômica típica de uma economia de mercado e, portanto, se encarrega da solução de todos os problemas econômicos que não envolvam bens públicos, externalidades e monopólios técnicos.

5) Quem se destaca entre os modernos liberais econômicos?

 

Exemplo expressivo de liberais econômicos modernos: Milton Friedman (escreveu, entre outros, Capitalism and Freedom e Free to Choose) e Friedrich A. Hayek (escreveu, entre outros, Os fundamentos da liberdade e O caminho da servidão).

6) O que leva um país ao caminho da prosperidade?

 

De acordo com o pensamento liberal, o caminho da prosperidade depende da existência de instituições jurídicas capazes de assegurar o direito à liberdade, à propriedade privada e à busca da felicidade pessoal.

7) Por que o Instituto Liberal não atua na política partidária, juntando-se a algum partido, com o objetivo de propor à sociedade, de modo mais direto, a adoção de suas alternativas políticas para os problemas crônicos do País?

 

O Instituto Liberal não tem – nem pode ter, por seus Estatutos – nem quer ter qualquer vínculo político-partidário, ainda que sua atividade seja política.

 

Há muito anos, Sir Antony Fisher, um inglês preocupado com a crescente estatização de seu país durante e no pós-guerra (II Guerra Mundial), perguntou ao futuro Prêmio Nobel Friedrich A. Hayek se deveria fundar um partido político. O ilustre economista austríaco recomendou que criasse um instituto de estudos. Ele fundou o IEA – Institute of Economic Affairs, em Londres.

 

Partidos, por definição, são obrigados a fazer acordos para sobreviver. Um partido vive de votos e eleições. Tem que fazer concessões. O IL quer continuar a ser uma referência para todos aqueles que prezam a liberdade, o direito de propriedade, a economia de mercado, o Estado de direito e todos os seus correlatos. Assim, por exemplo, o ex-PFL que, teoricamente, acataria mais nossas idéias, elege no Rio representante de milícias. Isto é um exemplo mínimo. Quaisquer concessões que um partido tenha que fazer podem comprometer o ideário liberal.

 

Em tempo: o IEA foi o inspirador de “todas” as idéias de Margareth Thatcher. O IEA e a força de Thatcher mudaram a Inglaterra. O IEA contribuiu com seus estudos para o programa de governo da Primeira Ministra britânica porque Thatcher teve a sabedoria de aproveitá-los. And that’s all.

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