Aconteceu no IL
Prof. José Luiz Carvalho
Autor de vários policy papers e artigos para o IL, membro do Conselho Editorial da banco de idéias, o economista e professor acha importante que a sociedade conheça as raízes da violência no Brasil, sem o que qualquer política é fadada ao fracasso.
Que tipo de restrições são capazes de coibir a violência do homem contra o homem e contra a propriedade?
As leis protegem a propriedade no Brasil, mas a sociedade é leniente, por exemplo, com a violência no campo praticada pelo MST. Por que?
O Brasil tem muitas leis, muitas regras, mas não tem as instituições que asseguram esse bom convívio. Não percebeu a importância dessas instituições. Quais são elas?
O Homem precisa de estímulos para agir - positivos e negativos. O que falta no arranjo social brasileiro para que esses estímulos sejam eficazes na repressão à violência e garantam o convívio pacífico?
VOCÊ É NOSSO/A CONVIDADO/A A DEBATER COM JOSÉ LUIZ CARVALHO.
Mas confirme sua presença o quanto antes! Vide formulário abaixo.
Em razão do número limitado de lugares, antecipe sua confirmação de presença.
Prazo máximo para confirmação: 24.09.2007 pelo e-mail ilrj@gbl.com.br
Até lá!
Arthur Chagas Diniz
Presidente do IL
Prof. Alberto Oliva
Estará em curso a proposição de uma mudança constitucional para que o atual presidente possa disputar um terceiro mandato consecutivo? Prof. Alberto Oliva com a palavra.
Autor de artigo para a próxima "banco de idéias" sobre os riscos de um possível terceiro mandato do presidente Lula, o professor de Filosofia dá uma visão do quadro atual do modo de pensar do brasileiro. Em teste, as instituições da ordem política e social do País. Revendo a História do Brasil: a fraqueza das instituições e a força dos casuísmos. A política no Brasil: entre o autoritarismo, o carisma e o descrédito. O "pessoal" em detrimento do "institucional". Personalidade e Processo institucional. Governo de Homens ou de Leis? Qualquer governo se funda na opinião. Quem "faz a cabeça" do brasileiro? A força das idéias sobre os caminhos da coletividade. Como reformar o senso comum brasileiro? Só existe pensamento de "esquerda" no Brasil? Cultura e Estado na Terra Brasilis. É possível vencer os votos comprados pelo Bolsa-Família? VOCÊ É NOSSO/A CONVIDADO/A A DEBATER COM ALBERTO OLIVA. Mas confirme sua presença o quanto antes! Vide formulário abaixo. Em razão do número limitado de lugares, antecipe sua confirmação de presença. Prazo máximo para confirmação: 21.08.2007 pelo e-mail ilrj@gbl.com.br Até lá! Arthur Chagas Diniz Presidente do IL
Joaquim Levy
Ex-Secretário do Tesouro Nacional, convidado pelo governador do Rio a assumir a pasta da Fazenda, Joaquim Levy tem se visto à frente de diversos e importantes desafios. Sanear as contas e liberar verba para urgentes compromissos e importantes investimentos são alguns deles.
Mas e a fonte de financiamento?
A principal delas, o ICMS, é objeto de seus estudos desde que assumiu a pasta. Como ex-Secretário do Tesouro, tem uma visão mais ampla do imposto estadual.
Rodrigo Constantino
Combativo, polêmico, insaciável leitor e inesgotável articulista e autor de livros, o economista e executivo da área financeira Rodrigo Constantino apresentou no IL mais uma de suas produções literárias abordando um nada menos polêmico tema: o egoísmo, segundo Ayn Rand.
Segundo Rodrigo,
"Todos os livros que Ayn Rand publicou em vida ainda estão sendo impressos e centenas de milhares de cópias são vendidas todo ano. No total, Ayn Rand já vendeu mais de 20 milhões de livros! Sua visão de mundo e sua concepção de homem ideal têm mudado a vida de milhares de indivíduos, tendo lançado um movimento filosófico com crescente impacto na cultura americana. Lamentavelmente, ela não passa de uma ilustre desconhecida no Brasil."
No Instituto Liberal, Ayn Rand tem lugar de destaque e integra a Galeria de Autores Liberais do site do IL. A biblioteca do IL inclui alguns de seus títulos como 'Quem é John Galt' [inclusive no original em inglês] e 'The Fountain Head' [inclusive em filme]. Mas como reconhece Rodrigo, seus temas são polêmicos e seus argumentos podem não ser bem compreendidos.
Essa a razão do livro "Egoísmo Racional" onde Rodrigo aborda temas caros aos seguidores de Ayn Rand como:
· A virtude do egoísmo, incluído no acervo da biblioteca do IL
· A imoralidade de Robin Hood
· A sanção das vítimas, entre tantos outros.
RODRIGO CONSTANTINO tem 30 anos, é carioca e economista, formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças no IBMEC. Trabalha no mercado financeiro desde 1997 como analista de empresas e gestor de recursos. É autor dos livros "Prisioneiros da Liberdade" e "Estrela Cadente: as contradições e trapalhadas do PT". "Egoísmo Racional" é prefaciado por Antenor Barros Leal. Os artigos de Rodrigo podem ser lidos em seu blog.
13.09.06 » As invasões no campo estão chegando às cidadesCândido Prunes
Autor de diversos artigos e estudos sobre Reforma Agrária e as invasões no campo, Cândido Prunes teve a oportunidade de ver de perto assentamentos de sem-terra no nordeste, ao longo das principais rodovias, especialmente em entroncamentos rodoviários. Viu e fotografou e escreveu a respeito para a revista do IL banco de idéias. No artigo para a banco de idéias nº 27 (jun-jul-ago 2004), ele revelava "... a Rio-Bahia, ou a Salvador-Recife, são duas rodovias com grande quantidade de acampamentos. [...] a proximidade com capitais ou centros urbanos de porte médio é também outro fator que as lideranças do MST estão levando em consideração na hora de escolher onde fincar a sua bandeira." As indagações que ficam são: Cândido José Mendes Prunes é: Escreve para as séries do site do IL: Comentário do dia, Cena Carioca, Livro em Resenha, Galeria de Autores Liberais, História e Editorial
Domício Proença Júnior
Autor do artigo da banco de idéias 'Segurança pública e responsabilização policial', em parceria com a professora Jacqueline Muniz, o professor Domício Proença Jr. fará uma avaliação do atual quadro de segurança pública no Brasil. No artigo para a banco de idéias 35, ele revela uma importante característica da polícia, instituição que deveria zelar pela ordem pública: o clientelismo. "Nossas polícias têm que atender a toda sorte de clientelas." Segundo o articulista, existe a clientela "de cima" (atores dos poderes da República e autoridades públicas), a clientela "ao lado" (policiais e afins), a clientela "ao redor" (mídia), a clientela "de baixo" (elites e políticos locais) e, por fim, a clientela saída do público que traz as demandas legítimas da cidadania. Mas até esta busca favorecimentos pessoais. É evidente que, diante desse quadro, a polícia está longe de cumprir bem seu papel. Há uma saída para este círculo vicioso? Alguma chance de revertermos o quadro? A questão é política? O Professor Domício Proença Júnior é: - Doutor em Engenharia (Pesq. Operac. e Gerenc. de Produção) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ - Especialista em Curso de Altos Estudos Político-Estratégicos - Escola Superior de Guerra, ESG - Pesquisador e Professor de Pós-Graduação (Estratégia de Negociações Internacionais) da Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro - Professor da Coppe/UFRJ - Coordenador dos Programas de Pós Graduação em Engenharia, Programa de Engenharia de Produção com os projetos em pesquisa: PECs no 144; Conceitos, métricas e metodologia de avaliação do desempenho policial em operações especiais; Tecnologia e Defesa. Últimas publicações: - Paz e Terrorismo (org.) - em parceria com C. Brigagão. Rio de Janeiro: Hucitec, 2005. 416 p. - Panorama Brasileiro de Paz e Segurança (org.) - em parceria com C. Brigagão. Rio de Janeiro: Francisco Alves Editora, 2004. 382 p. - O Brasil no Mundo: Novas visões (org.) - em parceria com C. Brigagão. Rio de Janeiro: Francisco Alves Editora, 2003. 446 p.
Adriano Pires Rodrigues
Em plena campanha do Governo federal garantindo a auto-suficiência do País em petróleo, estoura a "bomba Evo Morales" mostrando à sociedade que, ao menos em matéria de gás, "o rei está nu". Ou: dependemos, sim, do gás da Bolívia até que novos campos possam compensar a importação. Ou que se importe - de outros países - o gás liqüefeito de petróleo.
No campo da energia elétrica, a insegurança é a mesma. Corremos sério risco de apagão se continuarmos contando com o atual modelo do setor elétrico. Pior ainda se, otimisticamente, tivermos um crescimento econômico maior do que o esperado.
Está tudo errado? Nem tudo, só o principal: as constantes mudanças no modelo de um setor que depende de vultosos recursos financeiros em investimentos de longo prazo.
Adriano Pires Rodrigues é:
- Diretor do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE)
- Professor da UFRJ
- D.Sc. em Economia Industrial pela Universidade Paris XIII (1988)
- Economista pela UFRJ (1981)
- Foi Assessor da Direção Geral da ANP
- Superintendente das Áreas de Importação e Exportação e Abastecimento
Autor [em parceria com Danilo de Souza Dias] das obras publicadas pelo IL:
- 'A crise da infra-estrutura e a alternativa liberal'
- 'Estado e energia elétrica'
- 'Petróleo, livre mercado e demandas sociais'.
Prof. Ricardo Vélez Rodriguez
Nas últimas décadas, o Brasil teve um desempenho abaixo de sua potencialidade. Como membro do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), países de grande potencialidade de crescimento, estamos nos distanciando do grupo.
Prof. Hannes Gissurarson
A Islândia tem um dos mais elevados padrões de vida da Europa. Não por coincidência, é um dos países mais livres do mundo. Segundo o índice de liberdade apurado pelo Wall Street Journal e The Heritage Foundation, a Islândia é o oitavo país mais livre do mundo.

